sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Ho ho ho feliz natal



Então é Natal. E o que você fez?... Eu não sei o que eu fiz, mas é provável que nem carvão eu receba nesse ano.

“Hoje, a festa é sua, a festa é nossa, é de quem quiser...”
Por: Junior Nodachi

Natal, palavra derivado de na e tal, tipo: eu tava lá, ai na e tal saca? Eu nunca gostei do natal, quer dizer, já gostei, mas hoje não me importa muito, como cara revoltado que sou, adolescentes filho da mãe tive vários natais de botar meu sapatinho na janela do quintal e esperar pelo velho do saco, sim o velho do saco, ele mesmo, o famoso velho que rouba crianças e as põem dentro de um saco e some com elas. Sempre achei que essa facínora era de fato o Mr. Noel, com seu disfarce de bom velhinho caridoso torcedor do internacional, ele enganava as pobres criancinhas as fazendo pular no saco e levando-as para sua fortaleza da pedofilia, onde as explorava e transformas seus restos mortais em presentes, assim como aqueles que você recebeu da sua tia.

Acho que estou sendo um pouco duro com o velho do saco vermelho, mas não podemos incentivar essa pratica vermelholistica para nossas crianças. Hoje o mês de dezembro significava nada alem de natal, crianças pervertidas recebendo presentes, eu mesmo como pervertido que sou adorava receber presentes, não o de um velho estranho, mas sim o do meu pai. Mas isso tudo é passado, pois a empresa do meu pai declarou falência, e eu descobrir que a magia do natal não é tão mágica assim.

Estava eu andando pelo centro da cidade recentemente, e comecei a reparar que não tinha uma loja onde não estava trasbordando o verde e o vermelho, parecia uma manifestação pelo titulo do fluminense. Pais, filhos, tios, avós, carais de dentro, todos unidos nas calçadas para buscar, lutar e matar pelo seu belo e brilhante coberto de plástico presente.

Um mês alegre para lojistas e comerciantes, todos conseguem ver bem a alegria de um gerente quando olha sua loja de sapatos trasbordando de clientes interessados em comprar tênis de fazer “se-estrepe” tênis vermelhos, azuis, verde fluorescente, laranja naruto, roxo com tons de dourado e tantos outros que a moda nos faz idolatra.

Obviamente, o espírito natalino não atinge a todos: as crianças pobres não recebem presente algum e ficam traumatizadas e melancólicas a cada fim de ano imaginando como podem não fazer parte de tão alegre e inocente celebração criada para encher o bolso dos camaradas capitalistas. (eu sou um capitalista também, e quem me conhece sabe muito bem disso, nunca ofenderia o capitalismo, só estou mostrando um pouco de suas cruéis vertentes)

E um motivo para essa pirâmide social é o décimo terceiro salário, ó o décimo terceiro heim, o que seria do brasileiro sem tal fodastica compensação pelo ano de escravidão, o que seria daquele trabalhador que escutou risonhamente gritadas de seu chefe, bordoadas voadoras no pé do ouvido, ameaças, e até tortura mental. Ele é a resposta da democracia para os brasileiros, a resposta da pergunta se o bom velhinho existe.

Além do décimo terceiro, outro símbolo natalino fodastico seria a o peru, sim o peru, alguns acham que é a arvore de natal, mas é o peru, ninguém nunca escutou piadas sobre arvores de natal, ninguem nunca comeu uma arvore de natal, ninguém nunca matou uma arvore de natal, e isso faz do peru um grande símbolo de natal. A parte ruim seria no meu ver, a farofa. Quem inventou que peru se come com farofa, peru é uma coisa seca por natureza e ainda mais com farofa, as pessoas, normalmente norte Américas comem com farofa, pois são filhos da puta, verdadeiros filhos da puta, mas mais filhos da puta que eles são os sul-americanos, que por uma grande inveja adotaram essa cultura de merda.
  
Estou pegando meio pesado com natal, mas é a vida, nem tudo pode ser engraçado, um exemplo de outro símbolo do natal, que não pode ser deixado de fora, é o garoto propaganda das casas Bahia, nada mais justo para o natal brasileiro, ele não entra na sua casa pela chaminé, pois no Brasil só padaria tem chaminé, ele entra pela TV e enrraba vocês para seu mundo demoníaco de descontos e queimas de estoques e explosões de saldão, ele ficou bastante conhecido por sua frase natalina: O aniversariante é Jesus, mas quem ganha o presente é você! Você compra agora e começa a pagar só depois do carnaval! Mas quer pagar quanto? Diz aí, que pagar quanto?

Como pude fazer isso, esquecer do símbolo Maximo do natal, o símbolo por qual nós acordamos de manhã e lutamos o ano todo para celebrar em seu final, o símbolo que encanta as crianças e comovem seus pais, o símbolo que fazem pessoas deslocarem-se por longas distancias, enfrentar varias dificuldades, sobressair de vários obstáculos, como pude esquecer-me das VIAGENS DE FIM DE ANO!!!

O magnífico ato de ir pra casa de algum parente, e ficar lá, perturbando e enchendo o saco, junto com seus outros familiares, sem falar no transporte clandestino de passageiros, outra pratica natalina revivida nesses bons tempos de paz, amor e presente, o ato de fazer um jovem ver aquele sua prima que era um osso virar uma guria gostosa e dar mole pra ele, o ato de você botar medo no seu sobrinho, o ato de você encher a cabeça do seu avô com seu novo celular ultra grabs toque fodes Meca twister a487842, o ato de unir essas famílias na frente da TV pra ver o especial da Xuxa, o ato que emana da porcaria da amiga secreta demoníaca que lhe faz ganhar só cuecas, esse é o natal, esse sim é o natal.
  
 Aprendemos com esse texto que o natal é foda, e o velho do saco é o cara das casas Bahia, e que eu não ganhei presente esse ano, (se alguém quiser me da, eu aceito ta), e aprendemos, que...que...que..nada mesmo, natal é um saco.

(eu tenho uma polaróide você não tem nananananaan hahahahaah. Obs: isso num tem nada haver com o natal)

domingo, 19 de dezembro de 2010

Bebeto show live among friends

(Danger,danger,danger, esse texto contem vários erros de português, e eu sou muio baiano pra ajeitar agora, danger,danger,danger).


Hoje eu acordei com certa sensação de que o mundo é uma grande merda, onde vivem mais outras merdas. Mas meus dramas particulares e minhas atitudes emo não vão interferir nesse novo e fila da putastico texto. Basicamente ele se passa ontem, ontem quer dizer... Ontem ora. Onde foi o dia do Bebeto show live among friends.

*Bebeto show live among friends apresenta... BANDA FLOR!*
Por: Junior Nodachi

O bebeto show live se trata de um evento onde bandas se reúnem pra tocar musicas conhecidas e não conhecidas, onde jovens maconhados e não maconhados se encontram pra dançar ou apanhar na roda punk, onde ouvidos se encontram para ouvir boas ou má musicas, onde cabelos de encontram para serem notados ou para não serem criticados, onde guitarras se encontram para serem afinadas ou desafinadas, onde bocas se encontram para serem beijadas ou cotoveladas, o Bebeto show live é um pequeno difusor da cultura to nem ai.

Hoje, em particular hoje, só hoje, por enquanto, a banda Flor ira fazer sua primeira apresentação, quer dizer já fez, não foi algo que se diga, nossa que apresentação magnífica, mas também não foi de todo mal, tirando algumas coisas bastantes estranha que vem a acontecer quando minha presença é manifestada nos legares, mas nada de mais.

Já era tarde da noite quando eu, Fabinho e uma guria hiperativa estavamos conversando alguma coisa que não lembro nesse momento, alguma coisa idiota, pois eu estava no meio. De uma hora para outra o pequenino fabinho comentou, falando que eu deveria passar na casa dele as 17:00hs para ir pro Bebeto show live, horário absurdo por sinal.

As 17:30 eu apareci por La, ele já estava arrumado com sua camisa da calvim e sua calça surrada , um verdadeiro grunge, logo depois chegaram dois elementos fumantes chamados Douglas e Raylan, elementos que as vezes são legais, as vezes são filhos de uma profissional do sexo, Douglas estava com sua farda de professor de educação física que é, ele não é formado ainda, mas quem liga, se trata de educação física, ele vestia  a típica camiseta cavada por cima de seu álbum de desenho que suas pele, e uma shortinho bem fazendo o estilo Brow de ser, finalizando com uma mochilinha de pano e uma havaiana, mas quem sou pra falar sobre roupas.

Caminhamos até o lugar do evento, o tênis me incomodava, eu tinha botado apenas uma meia, e estou acostumado a usar duas, e isso é foda. No meio do caminho varias conversar, muito loucas, coisas mais idiotas do que de costume, eu não lembro ao certo, lembro de ter ficado meio puto pela galera ter boicotado a ia ao primeiro show de Fabio por inveja (ISSO NUM SE FAZ COM UM AMIGO NÃO SEUS FILA DA PUTA!), mas eu nem me importei muito.

Nós chegamos, já estava escuro e meio frio, sorte que levei minha jaqueta punk, uma coisa meio inútil, pois não tem manga, mas é a vida. Fomos os primeiros a chegar, Raylan pediu uma cerveja no bar de baixo a gente ficou bebendo, eu não peguei, pelo fato do capitalismo, e pelo fato de sentir pena de Bebeto e pegar o ingresso.

Logo chegou passarinho, o baixista, o trio estava formado, Fabio, raylan e passarinho. Com passarinho veio uma guria bem interessante, um tanto empolgada,  quer dizer empolgada demais, até meio anormal, fato que eu adorei, ela falou com todo mundo, depois me perguntou algumas coisas sobre musica, (o povo acha que em um show é obrigatório falar sobre musica), foi um bombardeio de nomes de musicas que eu jamais tinha ouvido falar, e nem tinha obrigação de ouvir, mas ela fez questão de mostrar, malditos celulares, eu explicava, eu sou uma cara mais clássico, e gosta de coisas novas nacionais, bandas ainda meio que desconhecidas, (adoro isso), mas Douglas que é super antenado com essas coisas glubglub Nescau da moda, tava lá pra ajudar. Logo ele falou que iria pegar ela, eu virei e falei: vai La fodão, essa parte é real, ele é muito fodão mesmo, mas foda-se.

Eu achava que ela era irmã de passarinho, por que a mãe de passarinho também veio assistir o show junto dela, e era não era namorada dele também, coisas complicadas de mais pra mim, eu não saquei. Mas continuando, logo chegaram outras pessoas, uns apreciadores de musica, ai sim, agora começa a grande troca de informações musicais quem existe no mundo dos shows, uma verdadeira merda, banda, banda, banda, num da nem pra lembrar depois os nomes das boas, ou as que você na hora achou interessante, ou coisa do tipo e tal.

Logo os caras estavam induzindo a mulher do bar a botar uma cd de uma bando grunge, eu sei o  nome, mas não sei escrever, e estou com preguiça de abrir o Google, então sinto muito, ela não bem uma mulher, era uma guria com uma corpo de mulher, provável mente pagodeira, que não estava afim de colocar o cd e ficava usando os clientes como desculpa.

Momento legal foi quando o cliente mandou botar, ele era do sul, e achava esse tipo de musica legal, ela ficou muito putona da vida, eu achei graça, gosto de ver a reação das pessoas, o jeito de falar, os olhares, os gestos, uma coisa de otario.

Logo, quer dizer tarde, Bebeto chegou com cidadão desistente, banda que já tem uns 2 mil anos de carreira e permanece em feira, coitada da mulher dele (Laura ou tamires, num sei são iguais), mas não é problema meu.
O Bebeto show live among friends seguia o sistema de bandas família e amigos, tipo: eram cincos bandas que por sua vez tinham em media cinco membros que levavam um parente ou dois amigos, e esse era o total de pessoas lá. Fiz minhas contas, pelo equipamento, luz e aluguel, sinto muito, mas ele só toma prejuízo nessa poha. (Exemplos para os jovens, não larguem os estudos pra viver de musica, quer dizer largue sim, eu quero quem vocês tudo tomem no c*)

O show começou com a flower tocando, Fabinho grunge, ryalan mendigo grunge, passarinho gothic hard punk rock?, algo assim. Mas não vou falar do show agora, tem coisas mais legais antes.

Voltando no tempo um pouco, no momento em que estávamos bebendo cerveja  no bar, a chegada da mãe e da guria empolgado que era alguma coisa de passarinho trouxe um pouco de espanto, novidade e um dose de ânsia de vomito.

A mãe de nosso amigo pássaro era uma velha enxuta, velha não, tinha uns 40, (foda-se pra mim é velha). Era uma loira, magra, bem vestida e estava acompanhado bem tudo aquilo a respeito de bandas, drogas, sexo, rock and roll, malocagem e legião urbana. (coisas bem maloqueiras)

Tipo, ela sentou-se à mesa junto com a gente, depois eu fui pro passeio alto que tinha ali do lado, e fiquei lá, depois foi todo mundo pra lá também, nesse momento eu senti, senti no fundo da minha alma, no ínfimo do meu coraçãozinho cheio de ódio, ele ia pegar a mãe de passarinho,(fudeo vei).

Momentos depois estavam os dois juntinhos dentro do bar, e pobre do kanario, passarinho para os íntimos, afinava seu baixo e conversava. Depois foi o show, uma festona , ela devia achar que estava com uns 18 anos, o ápice do momentos sexual da maioria das meninas, o momentos que elas querem dar um presente, como diz o saudoso Prof. Marcelo Santana, o melhor presente, a prova de amor. E ela tinha um candidato fodão pra relembrar isso, um forte e bumbando baterista da banda de seu filho, fetiche perfeito para uma senhora de 40 anos, isso era o que aparentava, poderia ter mais. Ela tava dando uma surra nas novinhas, e isso é novo pra mim, se fosse uma desconhecida beleza, mas aquilo, pra minha mente atrasada de velho jovem preconceitos de filho da puta q sou, era foda. (literalmente foda O.o)

Depois disso, depois do show da fower, eu ia embora, Fabio também, por que ficar naquela merda pra ouvi anjo atormentado da desistente era demais pra mim, eu não merecia aquilo, na saída eles estava La agarrados, entrelaçados, injetando saliva um no outro, (cara, foi estranho), Fabinho falou que ia da uma porrada m raylan, eles estava vendo a sua banda ir por água a baixo, quando começarem a comentar, até o pervertido do Douglas tava achando aquilo muito estranho, e disse que nunca ia deixar a mãe dele com raylan.

É coisas estranhas aconteceram, ai eu liguei pra minha, pois não tenho carro, e pedi pra ela ir me buscar(mesmo que tive-se num sei dirigir), fomos eu e Fabio embora, e raylan e mãe de passarinho foram comprar credito pra celular, as 2 da madrugada, mas tudo bem. E assim termina mais um texto.

Aprendemos com esse texto quem não devemos levar nossa mãe em shows de rock se ela ainda for gostosa, ou melhor, não leve de jeito nenhum. Aprendemos que eu sou sim um preconceituoso e acho sim que idade importa. Aprendemos que pegar irmã de amigo já vai contra a lei da amizade que todo amigo idiota fala, imagine a mãe. E pra finalizar aprendemos que a banda de Fabio é boa, grunge anos 90, banda flower, procurar no Orkut, tem uma comunidade lá, Fabio te futuro, e para os nossos amigos que ficaram com dor de cotovelo um grande e obsceno dedo médio.

(se vc não gostou desse texto mande o link pra todo mundo dizendo: ó q miserável filho da puta, e se vc gostou segui ali do lado, depois te dou um real de chiclete.)





Vestibular



Ah o vestibular, momento sublime onde 40% dos jovens vagabundos acostumados a leite com pêra tentam arranjar mais quatro ou cincos anos para serem mais vagabundos ainda. Momento único, onde sua família se ver livre de você, caso você tenha que fazê-lo em outra cidade.

Renato Russo uma vez disse: Não saco nada de física, literatura ou gramática. Só gosto de educação sexual, odeio química.   (com isso eu afirmo: legião é marginal, e tem tesão de apanhar de policia.)

“Era uma vez vestibular” 
Por:  Junior Nodachi

Vestibular é nada mais nada menos do que o ápice momentâneo da vida de um adolescente, ou velho, sei lá. Dizem as más línguas que ele foi criado pelo Darwin com objetivo de analisar a seleção natural diante das vidas desses jovens vagabundos.

Alguns outros dizem que o vestibular foi alguma artimanha do capeta para fazer os humanos sofrerem em uma fase de sua vida onde só bebem ice.

Eu particularmente fiz vestibular essa semana, e como dizem a primeira vez à gente nunca esquece. Fiz para UNEB, universidade baiana, logo ao pegar o cartão já me veio à pergunta. Que universidade baiana bata uma prova as 7:00hs da madrugada? Eu tinha a resposta, era a UNEB, mas tudo bem era a vida, o que eu poderia fazer? Nada, só ir e fazer. Mas ainda tinha outro pequeno problema, era em outra cidade, Alagoinhas pra ser mais exato.

Alagoinhas fica a 200km de c*, a 150km de  fim do mundo, e a uns 120km de Feira de Santana, que é o buraco onde resido agora. A viagem foi uma coisa linda, depois de pegar um ônibus comercial, por que não tenho carro, pois sou pobre.

Ao sair da rodoviária eu pesava; estou indo pra um lugar melhor cidade de merda! Engana eu estava, enganado completamente. Depois de muito, muito, mas muito mesmo, e mais um pouco de mato, chegamos à cidade, e eu já tinha um visão diferente sobre reforma agrária e sobre os ecologistas. Ecologistas são como os hippies, só prestam pra fumar maconha e reclamar de coisas muito doidas, sem falar que são fãs do Legião urbana.

Quando desci na rodoviária Cleriston Andrade, falei: fudeo.  O cleriston Andrade hospital já era uma merda, a rodoviária então nem se fala. Meu tio já me esperava no carro, e me deu um grito pra eu vê-lo. Fui em direção a eles, eles por que minha priminha de, num sei quantos anos esperava junto, devia ter uns 2,3 ou 3,5 sei lá, algo assim.

Como era de esperar ela tinha medo de mim, ficou feliz no começo por que achava que era meu irmão, mas quando viu que não era ficou assustada, era como um cachorrinho. Fui pra casa dele. Depois ele me levou pra venda/mercearia/mercadinho, num sei bem o que era aquilo, fiquei na porta, numa cadeira, ficar sentado numa calçada é uma coisa que desprezo do fundo de meu coraçãozinho, mas era o melhor a se fazer na hora.

Meu avô também tava lá, sentado. Eu pensava: não puxa assunto, não puxa assunto, não puxa assunto, não puxa assunto. Mas ele puxou, (fdp!!!). Ele perguntou como tava o povo aqui em feira, eu respondi educadamente, mas tava martelando em minha cabeça a frase: agora lasco-se, fudeo de vez. E foi dito e certo, ele começou.

Lista de assuntos: preço da arroba do boi, eleições, visão maconheira dele sobre lula, parceria de lula com Fidel castro, parceria de lula com  Osama, parceria de lula com o demônio, parceria de lula com lúcifer, parceria de lula com os orixás, parceria de lula com os traficantes do rio, parceria de lula com A POHA TODA!!!

Depois de vomitar todo seu ódio por lula e pelo PT veio o assunto: Dilma, a parceria de Dilma com capeta², a parceria de Dilma com a corrupção, a parceria de Dilma com os e.t. do bina, a parceria de Dilma com os produtores de lost, a parceria de Dilma com lesbicas, a parceria de Dilma com lula, a parceria de Dilma comO LERGIÃO URBANA...CHEGA POHA!!

Depois disso eu passei a olhar a rua, coisa que nunca fiz, eu acho, e comprovei uma coisas bem interessante, Alagoinhas sustenta o titulo de maior quantidade de mulher usando shortinho por metro quadrado, cara é muito mesmo, pra caralho. Não importava a idade, 10 anos, 15, 18, 20, 25, 30, 35, 50, 70, 200 anos, tudo usando shortinho.

Outra curiosidade sobre lá é que existe uma transição nos homens que acontecem aos 10 anos, onde todo guri passa a ser motoqueiro, é muita moto vei!!!. Cada guri que num sabe nem urinar no sanitário direito já pilotando uma motoca que da uns três dele.

Depois disso fomos passear, era umas 22:00hs, fomos num ponto turístico bem famoso de alagoinhas, o g Barbosa.  O famoso e exuberante supermercado laranja. Andamos no corredor, compramos coisas, eu já não assustava minha prima, ela já até ria, tinha uma guria linda lá, fazendo compras, ela olhava pra mim, eu olhava pra ela, tava uma situação legal, mas foi só, e logo voltamos.
Na manhã seguinte em pleno sol radiante de domingo, que não desintegrador como o de feira, fui para o colégio, onde ia fazer a prova. O colégio era bem melhor do que os feirenses, sem falar na estrutura da cidade, que dava uma surra na daqui também.

A prova foi algo bem novo para mim, diferente de tudo que eu já tinha feito. Surpreendi-me com a redação no primeiro dia, algo diferente do que espera, mas tudo bem, me sair bem, não foi nada desesperante.

O segundo dia sim foi desesperante, era a prova de exatas, e eu não sabíamos poha nenhuma, pulei as de matemática e fui direto para as de física e química onde aparentemente me sair-me bem. As de matemática ficaram de resto, das 10 questões chutei 6, uma media boa, eu acho.

Entre o domingo e a segunda existiu uma festa da vaquejada de alguma coisa, como eu não estava a fim de ir, muito menos de ficar no mato cercado de cavalo, e cavaleiro fedendo por usar uma merda de roupa de couro o dia todo, fiquei em casa vendo o Faustão e dormindo às vezes.

 Tudo já estava ficando muito chato, assim como esse texto, não tinha o que fazer, as horas pareciam dias, minhas armas do cambat arms estavam expirando, eu tinha perdido minha ultima chance de assisti uma peça de teatro que falei que iria, o vitória tava sendo rebaixado, eu tinha sido mordido por umas 456451248451878415154 de muriçocas vindas do inferno.

Na prova de exatas me deparei com questões muito estranhas, coisa super mirabolantes, diga-se de passagem:

EX: 


Depois dessa prova peguei o ônibus das 14:00, e voltei pensando mil coisas que poderia escrever sobre esse vestibular, mas foi tudo apagador por uma semana de desleixo e preguiça baiana, sendo que vim escrevê-lo agora, o resto do tempo eu acabei dormindo no ônibus, pois estava a muito sem dormi direito, muriçocas malditas.

Ah, no meu ônibus também veio uma quantidade incomum de policiais, achei isso muito legal, combat arms doido, me senti um oficial, mas foi só, peguei o coletivo, parei em new city, comprei um refri e vim pra casa. Fim.

Aprendemos com esse texto que vestibular na verdade é uma grande merda, é só mais uma prova, uma q você tem que conferir sua carteira de identidade, mas só mais uma. Aprendi também que em alagoinhas não existe calça para mulheres, o que é da hora, e que a igreja que aparece no fundo do Bahia meio dia não é tão fodona como nas fotos, e que deveria tomar mais cuidado com meus documentos perdi minha carteira de identidade =/

Rio 40 graus.... (parte 3)



Cap. 03: A ACTDTFP

“Trapa de elite osso duro de roer”
Por: Junior Nodachi

O comandante Barros, era veterano em botar traficante para fora de morros, sempre era chamado pra esses tipos de missões, e não pensava duas vezes. Entretanto, de uns meses pra Ca, seu filho tinha acabado de nascer, e suas esposa estava mais sensível e apreensiva.

O comandante estava cercado em um beco, seu comando havia sido emboscado, ele enfrentava cerca de 200 traficantes. Uma música lhe aterrorizava, nunca tinha ouvido antes tal sinfonia, e isso lhe parecia um sinal. Ele pensou em Marlete, e no seu filho Diogo, que tinha ficado dormindo quando ele saio, ele achava que talvez não poderia sair vivo daquela situação.

O Cabo ao seu lado tinha acabo de ser baleado, e estava sangrando muito. Ele tentava estacar o sangue, mas não obteve sucesso, sua mão tava completamente molhada de sangue, quando ele deu sua pistola para o reporte Carlos Lima, que estava ao seu lado.

- Pega essa poha e atira.
- Mas eu nunca atirei.
- Você também nunca morreu tudo tem sua primeira vez
- Meu Jesus.
- Atira poha!

No primeiro tiro, ele tremeu e começou a gritar os agentes da policia começaram a olhar pra ele,. O sargento Bismarque lacrimejava de risos, mas poderia demonstrar isso  na frete de seus superiores. Os tiros não paravam e a musica não se ouvia mais, o câmera man olhava para o repórter horrorizado pra a cena, nem conseguia gravar as imagens.

Barros gritava que o sangue não estava estancando, ele realmente não queria perder aquele membro de sua tropa. A raiva comia Barros por dentro, ele queria a cabeça do dono do morro em uma bandeja de alumínio, ele pedia reforço, mas nada acontecia.
Entre o fogo cruzado, e os estilhaços de tijolos, o câmera falou.

- Liga pro disque denúncia.
- Ligar pra que?
- Pro disque denuncia.
- Que pohha isso vai adiantar?
- Eles podem te orientar.

Pesando e atirando, Barros nem cogitava a Idea do pobre câmera medroso, mas ao mesmo tempo olhava para o repórter escandaloso, e pensava; eu vou morrer só me resta um milagre. Nisso ele pegou o celular do câmera e discou os números, logo foi atendido.

- Roseane Sousa, boa tarde.
- To no meio de um tiroteio e meu Cabo foi baleado, o que eu faço?
- o senhor não é meio grandinho pra passar trote
- trote uma porra, agente vai morrer
- senhor, o senhor pode me informar seu nome?
- essa merda não era anônima?
- senhor não se altere, só estou fazendo meu trabalho, e peço respeito.
- meu cabo ta morrendo!
- Senhor eu já tenho essas informação
- então ajuda porra!
- o senhor já identificou a causa morte
- tiro moça, tiro!
- então não seria melhor, o senhor ligar para a samu?
- sua ¨%$#%@%$#%$¨&%¨&
- senhor, não fale assim por favor
- tem uns 200 traficantes me atirando aqui!
- senhor vou lhe transferir para o setor de traficantes atirando, um minuto, sua ligação é muito importante para nós.

Enquanto isso, o repórter carregava de forma descoordenada a pistola de Barros, ele já não gritava tanto, só dava alguns soluços e tremia, ele voltou a olhar para o cabo Isaias, que estava no chão, o resto dos agentes atirava, o carro que lês estavam na frente já estava completamente destruído, mas alguns minutos e eles iriam partir dessas para uma pior.

- alo senhor, aqui é do setor de traficantes atirando, qual é seu problema?
- puta merda!
- tão me atirando, e minha proteção ta acabando, o que eu faço?
- senhor, eu sou a Julia, vou lhe orientar.
- positivo
- levante e imponha sua arma senhor
-positivo
- agora, atire senhor.
- mas que merda é essa?
- senhor, atenção, fatiou passou, fatiou passou, fatiou passou, chegou cobertura o senhor avança, fatiou passou, fatiou passou,pode ta quebrando o pau, o senhor vai fazer tudo na calma, na estratégia, fatiou passou, fatiou passou.

- Chegou à cobertura chegou o reforço ta aqui!
 - Agora fatiou passou, fatiou passou.
 - Veio o tank, ta quebrando tudo.
- isso senhor.
- e agora o que eu faço?
- senta o sarrafo neles senhor.
- positivo

Os tiros não paravam, mas à medida que os tanks avançavam os traficantes recuava, Barros estava desesperado e ao mesmo tempo aliviado pela situação, parecia q o dono do morro tinha sido baleado. Nesse momento ele olhou para o repórter que exibia um sorriso de orelha a orelha, daí “200 traficantes foram passear, além das montanhas para brincar, O BOPE falou, pá pá pá pá... e nenhum traficante voltou de lá “.


Rio 40 graus.... (parte 2)



Cap. 02: Zé Isclei
**Em vez de luz tem tiroteio no fim do túnel. renato russo**
 Por: Junior Nodachi

José Ronisclei da silva, um típico brasileiro, nascido no Rio de Janeiro, poderia ser você, poderia ser eu, poderia ser qualquer um, mas não era. Ele era o atual dono do morro, o chefinho, o manda chuva do morro do cruzeiro.

Desde pequeno Ronisclei já se via encaminhado para o mundo do crime, andava com os bandidos traficantes do cão, usava drogas, se vestia como rapper, ouvia legião urbana, coisas bem maloqueiras, diga-se de passagem.

Era uma quarta feira, depois de muita festa junina feita com carros, balas e fogos, Zé isclei estava como se diz na gíria local, “muito puto bixo”. A policia tinha acabado de passar pela primeira barreira de carros de escola de samba feitas pelos traficantes. Ele viu o carro de 2010, da sua querida escola, Cheiradinha do Cruzeiro ser completamente destruído pelo tank “fodão” da marinha.

Zé Isclei já não sabia o que fazer estava vendo, toda a sua fortuna ser destruída, tudo o que ele amava estava sendo destruído pelos tanks, ele queria fazer algo, ele tinha q fazer algo. Foi quando ele pensou, tenho que fazer algo. Ele juntou os seus últimos 200 traficantes remanescentes, e falou:

- Vamo descer e acabar com aquele alemão fila da puta.
- Mas, senhor Isclei, como agente vai parar esses trutas?
- Poha! Você ta com medo é? Nun é omi não pohha!
- ...

 O grupo armado de Zé desceu logo, antes dos tanks alcançarem as lan houses, eles estavam montados em motos de 125 cilindradas, estavam com fuzis na mão, Isclei tinha um fizil  Black bord fash fdragion, vindo das montanhas da Colômbia.  Aquilo lhe dava forç pra lutar com os “puliças”, ele queria vingança, ele tinha ódio no coração, cada vez que ele fechava os olhos via a imagem do carro da Cheradinhos do Cruzeiro, pegando fogo com um tank em cima.
Eles estavam a um beco dos policiais, quando ele olhou para um garoto que estava em uma varando e gritou:

- Cara, liga teu radio bem alto ai.

O guri não pensou duas vezes, se o padrinho tava mandando ele tinha que fazer. Ele botou as caixas do som comprado em 37 prestações de 45,90, na varanda e ligou bem alto. A musica que emanava das caixas deixou tanto a policia quanto os próprios traficantes boquiabertos. A música da agertura do Age of Empires II, gritava e dava animo para aqueles traficantes.

Zé Isclei viu sua vida toda passar diante dos seus olhos, lembrou dos momentos onde ele criava os seus primeiros traficantizinhos, lembrou dos fogueteiros, dos aviõezinhos, do menino do lanche. Uma lagrima desceu pela face de Isclei, que logo a limpou para não demonstrar receio. Nesse momento ele levanta a mão e dizia umas poucas palavras para fazer o coração dos traficantes baterem em prol da sua causa.

- mete bala nesses cornudos!!!!

E Finalmente começou, o som do Age of Empires  foi logo coberto pelos sons dos tiros, e pelos sons do repórter da globo que gritava desesperadamente atrás de uma carro, alguma coisas naqueles gritos desesperados do repórter tocaram novamente no coração de Isclei, foi quando ele teve uma revelação, e disse a todos:

- Quem acertar no repórter ganha meu fuzil.

Ao falar isso, ele tinha botado nas mentes dos jovens traficantes filhos da pua, um novo animo, uma nova garra. O repórter grita feito um travestir assistindo massacre da serra elétrica numa sexta feira cercado de freiras. Os policiais revidavam, morria gente dos dois lados, o sangue descia pelos becos como uma enxurrada, e adentrava as casas, os pobres civis logo saiam gritando.

-Perdi tudo! Perdi tudo! O sangue levou tudo!

Zé isclei durante o tumulto foi baleado e caiu, caiu e caiu, e caiu. Seu corpo estatelado no chão fez com que os traficantes pararem por alguns segundos e se entre olharem, aquilo deixa eles inconformados, e sem liderança, foi quando Josemildo gritou para o restante dos traficantes.

- FUDEO! Tomamo no reto, vamo fugi miséria!
- Fugir pra onde?
- Bora pro outro morro, eu tenho um irmão La, ai podemos ficar na casa dele.
- Mas tem uns 200 caras aqui. - Relaxa, o barraco dele é responsa

E diante dessa situação, “200 traficantes foram passear, além das montanhas para brincar, O BOPE falou, pá pá pá pá... e nenhum traficante voltou de lá “.

Rio 40 graus....



 [Vevy foi mal, não deu pra esperar, e também vc tava ocupada, deixa pra ultra vez ;)]

Seguindo essa crescente demanda de noticias relacionada à terceira guerra mundial, estou hoje aqui para relatar um pouco da dita e vivida realidade carioca.
Irei separar em três capítulos sobre o mesmo assunto, onde dará uma visão mais detalhada do que se manifesta dentre a favela e as barricadas policiais.

“O Rio de Janeiro continua lindo”

Por: Junior Nodachi

Cap. 01: Urubuzando os cariocas.

Frases como: “É uma cidade bonita... Para ser vista beeem de longe” e “ Leve o que quiser, mas não 
me machuque”, mostram bem a situação antes apreciada nessa bela cidade de pontos turísticos e históricos de grande porte e nome.

Hoje com uma situação não tão acolhedora, se inicia a terceira guerra mundial em plenas ruas, ou ruelas, da cidade do cristo. Não só pelo fato do novo desenvolvimento cultural, onde a festa junina é considerada sucessora do carnaval fora de época, como podemos observar em várias fogueiras santas feitas com veículos de cidadãos devotos, mas também a forte presença de personagens lendários, conhecidos do popular cinema e games, que passam a contaminar a cidade.

Bem no estilo B13 foi proposto para o governo do Rio uma solução barata e rápida para todos os seus problemas derivados do trafico nas favelas. A solução seria bem simples, uma bomba nuclear seria lançada, acarretando em uma sequência de explosões em pontos demarcados, onde acabaria com todos os transtornos até então visto.

Todavia a medida não foi bem aceita pela população vista com “trabaiadora” e de família. Então logo teria que se arquitetar um novo plano de destruição para os traficastes filhos de uma cachorra caolha. Diante desse impasse, foi feita uma associação de combate ao trafico de droga por traficantes filhos da puta, a ACTDTFP, que conta com a presença de vários nomes de imponência em sua estrutura como; BOPE, SWAT, CIA, 
 Rede Globo, Call of Duty, Task force 141, 007, Marinha, Policia Federal, Recor news, Policia civil e militar, sem falar numa leve ajuda do esquadrão classe A, e dos Mercenários.

A ACTDTFP contava agora com o exemplar de 21000 homens preparados e de life cheio para sentar o sarrafo, nos traficantes. Mas era preciso um líder, e quem melhor para ser um líder do que o herói nacional, o Capitão, quer dizer, o Coronel Nascimento, que avia acabado de estrelar o seu segundo filme sem a presença do Lazaro Ramos, que era interpretado por outro pretinho chamado de Mathias. Ele tinha tudo em mãos para comandar essa guerra, mas isso não seria uma coisa fácil a se fazer, pois ele enfrentaria a bagatela de 132 mil traficantes armados até os dentes, eles só perdiam em armamento e estratégia para o histórico grupo de Lampião.

Os traficantes desde bem cedo já eram treinados nas artes de batalha contra policia em simuladores distribuídos pelos “padrinhos” da favela, esses simuladores eram postos em lan houses de fachada, e os jovens eram impostos a no mínimo 5 horas de combate por dia. Eles se viam em várias situações simuladas como; GTA e CS os transmitiam.

Depois de todo esse aparato de treinamento militar, os jovens viciados traficantes futuros jogadores de futebol elaboraram um grande plano. Teriam que ser presos por trafico primeiramente, em seguida chamar suas putas para levar informações dentro do #$@$#, o que parecia ser o mais legal a se fazer na hora, pois eram mentes jovens alucinadas e pervertidas. Contudo as mensagens seriam interceptadas pela policia, o que deixariam eles com um elefante atrás da orelha. Logo a mensagem seria passada pelo Jornal Nacional, e abrangeria bem mais o alcance pensado pelos jovens traficantes pervertidos torcedores do flamengo.

Depois da mensagem passada pela mídia, uma grande evolução, o plano estava indo de vendo em poupa até a execução da segunda parte da teia arquitetada por esses infelizes marginais cheirados de sal. Agora eles botariam em pratica toda a sua experiência adquirida nesses softwares simuladores da vida real, começaram com coisas simples, como; assalto de carros, espancamento de cidadãos com objetos inovadores, depois passariam a queimar os carros utilizando coquetéis molotov e alguns Pokémons de tipo fogo criados nos quintais da favela.
  
Após queimarem Roma, quer dizer, o Rio, ele se refugiaram em seu reino, o reino do cruzeiro, onde eles achavam que estava tudo legal, as mil maravilhas, até a ACTDTFP achá-los, e picarem a porra neles, ai “200 traficantes foram passear, além das montanhas para brincar, O BOPE falou, pá pá pá pá... e nenhum traficante voltou de lá “.

Daí em diante todos os olhares se voltam para o lindo e moderno complexo do alemão.

domingo, 31 de outubro de 2010

Reflexões, Poemas etc.



"Não devia existir humanos."
por: Jonathanot(soneca)
http://jonathanot.tumblr.com/




Seres humanos são criaturas que por genética são sociáveis, ou seja, temos todos os nossos hormônios e substancias químicas voltados para não somente a reprodução mas para o pós reprodução. família, amigos, casamento , filhos, tudo isso é somente parte de nossa genética que nos diz para sobrevivermos a extinção. Mas qual Extinção? Hoje em dia apesar de todo os problemas sociais nós estamos muito bem, obrigado ! Aliás já passamos a muito tempo do estágio de sobrevivência e até do de acomodação. Estamos no estágio de pragas. Querendo ou não os recursos para manter um ser humano vivo e super sedentário, como a maiorias das sociedades, não são suficientes. Tem mais gente no planeta do que ele suporta. A questão é: Devemos ter menos conforto em nossas vidas, tirar alguns luxos que preenche nossas existências e ainda alimentar mais esse sistema que irá gerá mais pragas? Ou promover a destruição em massa das pessoas? Eu prefiro o segundo. Quero viver a minha miserável vida com meus luxos superficiais. Não me importo com quem vai vim nas próximas gerações, não os conheço e não tenho minha genética enchendo o meu saco com sentimentos e altruísmo por eles. Não irei sacrificar uma milésimo do que posso ter, para que nasça mais uma geração de pragas insaciáveis, como eu. O ser humano precisa voltar para o estado de sobrevivência, via aquecimento global, pois a sua unica razão de existir é sobreviver.

Aliás esses vínculos são pura droga natural, querendo ou não temos que aceitar que nascemos para fazer amizades, ter família, ou qualquer tipo de relação. Por mais misantropo e antissocial que eu você seja, ficar sem essa droga o fará ter a pior crise de abstinência, ficar sozinho apesar de poder ser uma opção é sempre a pior escolha, não da para se desintoxicar dos sentimentos vinculados a sobrevivência humana. Ou você usa a droga, faz laços. Ou fica sozinho para sempre sofrendo suas crises de abstinência, mas claro quem, como eu , decide por ficar sozinho está tomando uma decisão por não conseguir lidar com as consequências e exigências de moldar a sua personalidade para conseguir fazer vínculos. Eu realmente não consigo me relacionar com as pessoas, eu as perco com o tempo, e, na maioria das vezes, nunca chegamos a ter um certa intimidade. Eu não consigo me adaptar ao quer a sociedade quer. Está ditadura da maioria democracia que apesar de ser a melhor forma que o ser humano encontrou para resolver seu problemas, não é, de longe, a mais justa com todos. O mundo não é justo. Quem não encontra em sua personalidade algo que neste sistema se sinta bem, tem que sofrer por não conseguir ou criar um personagens no qual vai se adaptar a isso, mesmo que por dentro não se sinta satisfeito com a situação. Pessoas não mudam por vontade própria. Só mudam quando seus gostos mudam, quando sua personalidade muda. Querendo ou não, ser o que você, por dentro, não gosta de ser, traz irritação e logo depois uma mudança externa que chamamos de “se revelar” ou “cair a mascara”. Existem grandes atores, eu sou um deles, mas para que ter todo esse trabalho de ser o que você não é, se não te faz bem? Por um momento você pode até gostar, se divertir, sentir-se superior, mas com o tempo essas conquistas não vão ser tão atrativas quanto foram de inicio. Ainda prefiro ser um arrogante, egoísta, chato, solitário e perde um pouco do meu ceticismo para pensar que um dia irei encontra alguém, mesmo que não seja romance, que me entenda e me suporte; do que ficar me adaptando e por consequência encontrar alguém que goste, mas, que está goste de meu personagem e não eu. O pior seria sentir inveja e ter ciúmes de si mesmo. Entre sofrer e sofrer, prefiro tentar ver o que a solidão me traz de bom, alimentando uma ilusão de que sozinho estou melhor. Eu, ainda, me suporto e me entendo. Apesar de sonhar em usar a droga natural dos laços afetivos, para preencher meu vazio existencial. Eu não devia existir. Humanos não deviam existir.

Por: Jonathanot, viva o rock

- Jonathan (eu)

sábado, 30 de outubro de 2010

Um tour por Feira de Santana (parte 01)



(obs: continuo sem o office, então depois passo a limpo)

"Os brodis baianos tour"
por Junior Nodachi

Feira de Santana

Todos ficam impressionados com o poder das capitais sobre os povos, São Paulo, Rio, BH, até Salvador. Uma frase bem conhecida dos brasileiros é "cidade maravilhosa" ou até "rio 40º", que não deixam de ser músicas. Mas se eu lhes contacem quem existe uma cidades que pode ter o comercio de São Paulo, o clima de Rio, as noites de BH e a alegria de Savador, o que vocês fariam? Isso mesmo viriam correndo pra cá. Eu lhes apresento Feira de Santana tour.

Nosso tour começa pela história dessa cidade bela e calorosa. No século XVIII essa bela cidade não passava de uma grande e popular feira de troca e vendas, pois era um ponto de considerável encontro de tropeiros vindo dos cafundós do sertão. Seu primeiro nome foi derivado de uma fazendaça que se chamava Santana dos olhos D'agua, e esse nome se popularizou.
Depois da influencia de pessoas como Maria Quiteria, Rui Barbosa e outros figurões cabras da peste, se deu inicio a oficial Feira de Santana, ou como é mais conhecida, princesinha do sertão. A cidade ostenta o titulo de lugar onde menos venta no Brasil, Nessa exuberante cidade não acontece uma rajada de vento acima de 10km/h desde 1450 onde foi computado um vendaval que levantou saias e derrubou lençóis do varal.
Feira de Santana também é recordista em sensação térmica, onde foi constatado a equivalencia de 542ºc na sombra. Toda essa "calosidade" feirense fez com que seu comercio se desenvolvesse de forma avassaladora tornando-se a capital do DVD pirata, superando até o próprio Paraguai no quesito pirataria de filmes.

Depois dessa passada pela historia feirense, o tour continua com os pontos turísticos da cidade maravilhosa. Um dos mais visitados pontos é o famoso Feiraguai, onde pode-se encontrar de tudo um pouco, os locias até dizem que se não tem no Feiraguai não existe. É basicamente um conglomerado de materiais vindo do Paraguai da China, para serem vendidos como altamente tecnogicas, a exemplo do meu celular.

Um outro ponto que faz a alegria dos turistas é o nosso belo e espaçoso galpão, ou eterno Iguatemi, chamado hoje de Bulevard. Um espaço amplo, com varias galerias, lojas, praça de alimentação e um majestoso cinema. Nesse local você também encontra pessoas de varias tribos convivendo em harmonia. pagodeiros, emos, jovens dançarinos de "se is trepe", marginais, patricinhas, pobres que se acham ricos e ricos que se acham mais ricos ainda.

Outros pontos turísticos de Feira de Santana são suas farmácias, onde você encontra qualquer tipo de remédio, remédios piratas, proibidos, ilegais, legais, baratos e caros. Um outro estabelecimento bastante conhecido são os mini casinos, onde a sempre duas opções, o bom e velho jogo do bicho, ou os caça niqueis. Uma diversão para pessoas de qualquer idade, uma diversão lucrativa para família inteira.

Para encerrar os pontos turísticos temos o mais notavel e antigo recanto nordestino, o bar. Os bares de FÊRA Di Çantana tem um parrrticularidade que dexa os zotros pra trais, o teoooor de álcool, gasolina e eter são os mais elevados da Bahia, fazeeeeeennndo a pessoa com umm simmples gole ficar muio doido.

" É comum ouvir jovens combinando para ir em festas e garantindo que a quantidade de cerveja vai ser boa, frases como "Vai ser de fuder! 10 grade!" ou ainda "Vô sair de lá arrastado!" são comuns nos diálogos dos playboys que curtem "comer água". Na prática, um cidadão feirense só está satisfeito quando vomita, cai e é levado pra casa pelos amigos. Seguem no outro dia comentários entre os amigos: "Ontem eu botei pa rombá! Eu e mais 4 brodi tomamu 3 grade sozinho! Cheguei em casa lôco".
Típico cidadão feirense em momento de lazer
Pela definição do vocabulário local feirense, tem-se que:
Botar pra rombá = Beber até não conseguir mais falar direito, vomitar tudo, ir pra casa se arrastando ou dormir na casa de algum "brodi"."

Caso você esteja planejando não só vim passar ferias nesse lindo lugar baiano, e acabe querendo ficar, morrar, trabalhar, a cidade lhe recebera de braços abertos. Aqui nós temos habitações, com facil acesso em barrios nobres a exemplo do George Americo, Queimadinha e outros, onde seus filhos andaram pelas ruas, e você poderar se despreoculpar, durmi de portas abertas sem ter medo de violência.

Mas se o que você procura é uma boa educação pode contar com varias faculdades, com a FAT, FCT,Fcarai de dentro, e a mais famosa e popular FTC, a Fudidos também cursam. Tem uma lenda a respeito dessa faculdade.

- Um colega meu, que atuamente também trabalha aqui na "Os brodis baianos tour" estava andando pelo centro, quando ao passar pela frente da FTC deixou cair sua identidade, desesperado e a procura de sua carteira, no dia seguinte passa na faculdade e percebe que foi aprovado em um dos cursos mais dificeis sem ao menos fazer a prova e se enconotrava na segunda colocação.


Por hoje é só. Na próxima semana nós falaremos sobre o transito, as praias, o micareta e mais pontos turisticos.
"Um passo para a liberdade é com Os brodi baiano tour"

Texto chato como eu, ou como um ônibus




"Ônibus, não!!!"
por: Junior Nodachi

( obs: da muito trabalho não ter erro de português sem Word ou coisas do tipo, então desculpas antecipadas.)

Trackk. -A porta se fechou. -Uuem,uem,uem. Você viu aquele. só não tenho contradição. A menina me conta mais, ele falou que. tshimmm. hauhahauh. Mas me conte mais. Ta em avi rapaz. Sô do pelô. traakkk. -Isak ficou la fora, também quam mandou demorar pra entrar.- Hheheheh. Não me conta o final não ,pow. Vou pegar ele hoje. Eu estou cansado. Viji, tu num disse que tinha mudado? Uem,uem,uem,uem. -Nossa, como essas mães aguentam? Como a minha me aguentou? - Vummmmm. Até parece que sou. Eu comprei do. Aiaiaia não ria de mim.

- No meu caminho tinha um ônibus, tinha um onibus no meu caminho. Eu poderia ligar, mas não liguei. Poxa, isak perdeu mesmo esse onibus? que lerdo. Mas eu não deveria entrar. Olha ela, ficou la pra esperar pelo seu, mas tinha um onibus no meu caminho, assim como tinha um pedra no caminho de Drummond de Andrade , ele sim sabia desviar da pedra. Nossa ela é incrível. Mas pra que peguei esse onibus? Poderia ter pego o outro, mas teria que perder tempo, tenho que fazer questões ainda hoje, ela sorriu uma vez, e eu vi, nisso já basta. Não, não basta.

Vummmmm. Shuihmmmmwwwww, ta de dois a. Uemmm,uemmmm,uemmm. Êta quando chegar em casa. Eu fumo, você fuma? E aquela hora que ele pegou o. têêêêêmmmrr. Hahahaha. para Sophia. -O onibus é uma sociedade decadente, assim como eu. - É o dezoito. Fala serio. Vai ter feijão? Eu gosto de feijão. Sera que vai da pra ver a novela? Traaaaaackm. Tshhii. 19934 depois tu pega e passa pra.

- Olhares perdidos, barulho incontrolável, esse é um legitimo onibus. Poderia ser pior, ou não, até de pé seria melhor, as pessoas não gostam de andar de pé, mas eu gosto , é estranho. Coitado de Jotinha, tão inútil quanto eu em uma banda, talvez eu tenha mais presença de palco, mas quem sou eu pra dizer nada, só era um mero espectador, olhando, olhando e olhando. Uma vez só uma vez eu queria fazer tudo diferente, mas tudo continuava igual, mas, mas, mas, só sei dizer isso? Por isso que me acham chato.

Uemmm,uemm,uemmuemmuemm. Cofe,cofe. Era eu, não ela. Quatro operado claro, vivo tim e oi. Hhihihihih. Vai demorar mãe? Tshimmmm. Therrrggghh. Tu viu aquele mina de cabelo roxo?. O pai dele é um miserável. Eu perdi a hora. Sem sono? eu também. hehehshshahah. Comprei mais três. Eles cresceram né? Dessa cor ta bom. Ele me ama, se eu pedir ele faz. 48 reais. Como vai sua vida?

-De alguma forma eu odeio esse onibus. Sou um pobre, dezoito anos e sem um veiculo, isso é triste, mas normal, eu acho.
-Eu não gosto de pegar na mão dos meus amigos, comprimento é pra estranhos, entretanto eu toquei, já conheço a uns oito anos, pegar na mão é quase uma ofensa.

Vuummmmmm, tchim. Jura mesmo? Tististis. É bom rapaz, to dizendo. Vou puxar um beck hoje. Meu trabalho é esse. Hhahahahahha.
- Ei, meu brodi.
- Hã? eu?
- É, me quebra um galho?
- Oi?
- quendo eu descer me dar essas paradas ai.
- Eu?
- É

Uewwmmm,uemm,uemmuemm. Ganhou? Sapatinos de cristal e as porras. tchsiiiimmm. Onibus velho da. Tá,tá,tá,tá. - O brow me pediu para ajudar descer os caixotes dele, mas esses coisas só acontecem comigo mesmo, sempre me meto em conflitos idiotas, e o pior que penso neles, as pessoas devem me achar um saco. - E o radio vai levar? Tchimmm, vummmmm. Paraê motô. hahahaha, para de rir Gloria. Cofe,cofe,cofe. Tshimnm.
- Menino me da licença por favor.
- claro.
- Ô brodi, jaga minha coisas ai.
- ...ta.
- hehehe, valeu vei.
- ok.

- Nosso, que merda foi essa? E eu achando que o povo da queimadinha era normal. Dois caras do meu lado me perguntaram por que eu ajudei. Mas por que não ajudar? sera que pelo fato dele ser um brow, maconheiro filho de uma egua, eu não poderia ajuda-lo? Merda, eu so lembro do oi. eu disse oi e ela disse oi, poderia ter falado algo, mas o que, eu sou um saco, só me importo pra mim, tento ser feliz sozinho. Quem vive só morre só. será? nada além do maldito oi, poderia levar a tarde, ou a noite, ou a semana , até o ano , será que sairia do oi? Eu não quero ficar triste, nem machucado, então só oi, e talvez um tchau.
- Oi.
- Oi.
- oi
- oi
- OI!
- Oi?
- oI.

vummmmmm! Rammmm,rummmmn. feichou as portas la de casa? Tu pegou a revista? Na virilha, Zummmmmmtrachhjjkkkkk. A baixa. I ae? Quem sabe. Jesus amado. Amanhã é dia de politica. Quero água. Esaa luz é ruim. AHhhhh. Quero ficar sentada. Lê aqui. É duro, ams tou me esfoçando.

- Finalmente cheguei, me libertarei desse grande e verde buzú. Não foi de tão perdido o dia assim, não estudei, ouvir musica japonesa, vi uma porrada de gente conhecida, meu irmão tava la também, vendendo mangá com o studio, eu acho, ele saiu logo após que eu cheguei, é não foi tão ruim.

Meu pendriver ficou em Chagas, porra. Por mais que eu rode sempre volto a ficar com ela na mente, um saco isso, não gosto disso.
Olha, um carro de recem casados. Eca, que nojento isso. Como as pessoas se casam? acho isso, é só, algo sei lá, inrresponsavel. Pode ser pelo exemplo de casamento falho que vi. Eu não me casaria com ela, nem com ninguem, isso é um saco, assim como o onibus. Apostos que ela deve achar um saco também, as duas coisas. Por que não falo logo e acabo com isso? Por que não quero acabar, 18 anos não é nada. Nada, assim como um oi.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Novo quadro daqui: você sabia? pré-sal



(quem sabe vira vídeo com outros temas quando eu tiver tempo)


Já faz um certo tempo que não posto nada, nem em vídeo ,nem em texto. Um bom assunto a ser tratado é o pré-sal, sim o pré-sal, eu sei que é um assunto serio, mas devido a politicagem que esta contaminando a sociedade brasileira, vou lhes conta a verdadeira história sobre o pré-sal.

O Serra diz que a Dilma e o lula tão dando o pré-sal, e a Dilma e o lula dizem que o Serra vai dar o pré-sal, nesse vai e vem de quem vai dar o pré-sal, fica a espera de qUAL empresa América ira receber o pré-sal.

Galera como esse assunto é novo, pode ser até utilizados em provas de vestibular e enem. vocês podem ficar seguros com as informações passadas por mim, pois sou um estudioso do pré-sal a alguns anos e afirmo que tudo escrito nesse texto não passa de verdade absoluta.

"A verdadeira história do pré-sal"
por Junior Nodachi


Hoje me peguei na aula de portuges discutindo com um colega sobre o tema da prova do enem, ele dizia que poderia ser o pré-sal, situação que achei até interessante de abordar. Isso ficou martelando na minha mente até agora quando despedir escrever sobre o pré-sal e esclarecer de uma vez por todos as duvidas da população a essa grande interrogação preta e cara.

o dito pré-sal foi feito por homens, o que alguns cientistas de meia pataca questionam, e fanáticos até falam que foi obra de Deus , ou até da Mc Donalds. Mas o que fica claro para um leigo no assunto é que o pré-sal não passa de um montão de sal. esse suposto sal se acumulou nessa área que vai do Nordeste ao Sul do Brasil.

La embaixão tem uma camada banca resultante da tentativa de quebra do recorde neandertal de maior carreira de coca já cheirada por um neandertal no mundo, seu nome era guaubababugo, mas ele faleceu no meio do percurso. saindo do pezinho da Argentina até as imediações do sul do Brasil, que ocorreu a fatídica tragédia.

Um meteoro caiu no meio da linha, a partindo, e assim desqualificando o recorde, o que deixou o neandertal puto da vida, no que gerou um transtorno bipolar fazendo ele acabar com todos os dinossauros na base da dentada.

A coca que ali ficou, passou anos, intocada, até os primórdios da era digital, onde foi atribuído a senhor Liuz Inacio Molusco da silva a descoberta de tal camada de sal. foi uma descoberta ao acaso, ele estava a procura de um jogador para seu time, bem ali próximo do Rio de Janeiro, onde já brotavam poços de coca branquinha , braquinha.

Lula Molusco cavou durante quatro anos para chegar no inicio do sal, quando a primeira prova foi feita uma maré de desanimo caio sobre a cabeça dos operados da pretrobois. O laranja de suas roupas ficaram branco, pois o sal não era salgado, e isso não valeria de nada.

A perfuração continua em busca do sal salgado, mas o que foi encontrado foi uma quantidade fodastica de coca-cola, isso mesmo, coca-cola gelada, numa certa área do nordeste também foi encontrado vestígios de pespi e tingua cola, mas não na mesma proporção.

Acredita-se que aquela coca-cola foi parar ali devido a quantidade de espectadores neandertais do recorde não quebrado guaubababugo. Os estudiosos dizem que os espectadores ficavam parados assistindo guaubababugo cheira a coca até o fétido meteoro cair, e isso os transtornarem também, pois teriam que ir pra casa ver o Sílvio Santos, o que fez ele jogarem suas latas de coca-cola no chão criando assim o pré-sal, que hoje alimenta a esperanças dos brasileiros e americanos safados e ladroes.

Evidencias mostram que o pré-sal esta sendo disputado pela Mc Donalds e por partidos brasileiros, uma declaração do ministro Patrick Estrela do partido do senhor Lula ,Molusco diz:

- O Brasil é um país de contrastes, paradoxos, metáforas, metonímicas, eufemismos e outras figuras de linguagem que ninguém conhece, pois, assim como um dalit, Lula não "compretou" o Segundo Grau. Veja o caso do pré sal: a pobre da coca-cola ainda nem saiu das profundezas da Terra, e o governo já está gastando por conta. Assim que o presidente inaugurou o pré-sal, todos os ministros saíram dali correndo direto para um shopping e detonaram no cartão de crédito corporativo!

Então a disputa segui firme e forte em uma vara de família brasileira para ver quem ficará com a guarda do jovem pré-sal, a Mc Donalds, o governo brasileiro ou os traficantes, que anunciaram de ultima hora:

- Aê...
Pré-Sal é cria da favela! Vamo tratá de deixá ele quetinho...
Pesadão! Boladão! é o bonde dos "irmão"!
E si mexê no bagulho.. tús vai pra vala, seuS péla-saco!


Aprendemos com esse texto que para os brasileiros o pré sal é algo muito importante pra caralho, e também tem dias que eu não devo escrever nada.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ronda nos bairros



“Ronda nos bairros”
Por Junior Nodahi


Feira de Santana
06 de Outubro

Estávamos patrulhando uma área considerada perigo da cidade, nós éramos do patrulha nos bairros, umas das poucas coisas uteis do governo Wagner, éramos mal remunerados, mas pelo menos tínhamos gasolinas nas viaturas.

Meu nome é Soares, oficial Josildo Soares, sou um PM. A oito anos faço parte da corporação, algo bom, pois ainda estou vivo, vivo e gordo por sinal, mas fazendo regime para não ficar fora de forma.

Eu patrulhava naquela noite com mais dois oficiais, o Sergio “coelhinho” e o sargento silva, tínhamos recebido um chamado, falando que dois elementos estavam rondando uma casa, e nos deslocamos para lá. Chagamos constatamos, constatamos não, sentamo a mão, nos dois elementos, que logo alegaram serem estudantes, pratica muito usada depois do filme tropa de elite.

Logo após a revista deles, os liberamos. Claro que com um aviso de que se voltássemos a nos encontrar não seríamos tão cordiais. Eles aparentemente entenderam o recado e foram embora, tudo estava indo bem até o momento. Coelhinho sugeriu para nós passarmos em uma praça, onde tinha uma barraca de acarajé que ele era freguês.

Paramos a viatura bem em frente a barraca, as pessoas que esperavam por seus acarajés ficaram assustadas, cumprimentamos o barraqueiro e pedimos duas acarajés, seriam três, mas o sargento Silva, como sargento que é , disse que não come em serviço, então pensamos que por nós ele poderia morrer de fome.

Cinco minutos depois, e alguma conversa jogada fora com o Sérgio Coelhinho, nossos acarajés estavam em mãos, ele não nos cobrou, mas o Sergio fez questão de pagar, já eu não fiz tanta questão, compreendida pelas pessoas que ali na file esperavam.

De barriga cheia e cara melada de vatapá, entrei na viatura, era eu que ia dirigir dessa vez, iríamos para outro ponto, não tão distante dali. O radio soava loucamente quando liguei o carro, eram chamados, mas como queria que fossem o jogo do vasco que passava hoje, mas não poderia reclamar, era meu trabalho, em uma plena quarta de jogo, mas era o bem dito trabalho.

Já eram umas 21:30 quando passamos por uma cena que nos fez parar e descer da viatura, realmente não queríamos descer, pois a viatura estava quente e aconchegante. Fomos até a calcada onde um homem deflagravas violentas bordoadas em um garoto de idade menor, nos aproximamos e perguntamos

- Algum problema ai senhor?

Ele nos olhou meio desconfiado, e foi logo se justificando, mas sem largar da gola do guri que estava quase roxo.

- estou educando seu puliça, olha, olha aqui o que essa fila da puta fez no cabelo, já num basta agente morrar num bairro violento, o infeliz ainda pinta a porra do cabelo de amarelo.

Nós logo entendemos, Sargento Silva falou baixinho

- se fosse meu filho eu tinha arrancado o cabelo com a mão.

Lidamos bem com a situação a parir daquele ponto. Falamos para o pai resolver seus problemas familiares em casa, e não na rua. Ele entendeu que esse era nosso dever e não resmungou. Falamos para ele pegar duro com o garoto, ter pulso, pois seria melhor ele educar agora do que nós num futuro.

Ele ficou agradecido, e arrastou o guri pela orelha. Quando nos demos conta tinha outros três elementos aparentemente menores do outro lado da rua. Fomos até lá para não perder a viagem e para dar um pouco mais de exemplo para essa juventude. Eles nos receberam bem até, não estavam assustados, nos responderam o boa noite e foram logo mostrando a carteira de identidade, o que nos levou a achar que eles já deviam ter sido abordados antes, o que não teria graça nenhuma para nós.

Revistamo-los também, mas não achamos nada. Voltamos então para viatura afim de ouvir o radio. Um chamado, o mais radical da noite, mas arriscado do que comer a acarajé daquele cidadão. Era um roubo, roubo a um mercadinho.

Entramos radiantes na viatura, finalmente a noite iria começar, talvez poderíamos até usar a arma se descemos sorte, Sergio ria como uns bonequinhos vermelhos que vi num comercial noite passada, um que agente passa a mão na barriga e ele começa a rir descontroladamente.

Dirigir com tudo, botei 120 km no retão, a sirene soava feito louca, silva já segurava a pistola 9mm preta de costume. Paramos na porta do mercadinho e vimos dois indivíduos saírem correndo por entre a escuridão, a mulher do caixa gritava –pega esses safados – entendemos o recado, coelhinho ficou com a mulher para ver o que tinha acontecido. Eu e silva saímos a mil na viatura para pegas os elementos.

Os elementos entram num gol branco 97 de placa jkl-4520 de traseira com adesivo do PT, eles corriam o máximo que dava com aquele carro, e nós estávamos logo atrás deles. Silva gritava –Atira, atira nesses fila da puta! – não dava para atirar, eu estava dirigindo a uns 100km por hora podia perder o controle. Silva saia com a cabeça pela janela e berrava –para seus infeliz do cão! Eu vou pegar vocês sés merda
– silva não atirava, deveras também por ser uma rua publica e movimentada, poderia
acertar algum civil.

Lembramos logo de pedir reforço, falamos no radio raio xiadento que estávamos perseguindo um carro cheio de ladrões dentro. Ouvimos uma resposta, a típica vos de pessoa apertando o nariz para falar, parecendo o darth vader com renite.

Entre a perseguição e o pedido de reforço, paramos de olhar para o carro, quando nos demos conta, agora eram dois gols brancos nos 97 com adesivos do PT. Era uma armadilha planejada, ou só conhecidencia? Não importava, estávamos putos com aquilo tudo, eu berrava – como pode duas merdas iguais agora – e nesse momento cada uma
virou em uma esquina diferente tínhamos que escolher, e escolhemos.

Perseguimos ele por alguns metros e ela parou, avia algo de errado, por que eles parariam? Desceram dois caras de dentro do gol, um estava sem camisa e o outro tinha o bigode pintado de loiro. Silva foi logo pra cima, descendo o cassetete nas costelas do elemento, quer dizer, educando o elemento.

Momentos depois descobrimos que tínhamos escolhido o gol branco ano 97 com adesivo do PT errado. Revistamos eles varias vezes, e o carro também. Tínhamos escolhido o carro errado, tínhamos perdido os elementos verdadeiros, mas tínhamos que prender alguém, alguém deveria pagar por todo aquele esforço. Foi nessa hora que sargento silva, esperto como é, se não, não seria sargento, reparou numa sacola do “g Barbosa” que ali estava.

A sacola foi revirada e transvirada, mas nada foi encontrado. Então levamos eles assim mesmo, se não tem tu, vai tu mesmos.

Ao chegar na DP e explicar tudo ao delegado Correia que estava doido para ir pra casa, provavelmente para desfrutar de sua nova esposa de 23 aninhos, um doce de mulher. Ouviu nossa história. Enfim veio a fatídica pergunta. Por que motivo vocês trouxeram os elementos errados pra qui?

Enrolamos um pouco, gaguejamos outro tanto, mas como estávamos em três, e com a experiência do sargento silva do nosso lado, falamos

- o shampoo, eles tinham um shampoo. O shampoo roubado era um Seda Liso Extremo, mas o elemento tinha cabelo crespo, algo estava muito errado, nós precisávamos agir, e agimos.

O delegado nos olhou nos olhos e balançou a cabeça com um sinal positivo – bom trabalho homens, menos marginais na rua essa noite - e foi embora. Tudo tinha se normalizado finalmente. A mulher do mercadinho não recuperou seu dinheiro, mas teve de volta um shampoo, os bandidos ficariam na cadeia, o delegado ficaria feliz, nós tínhamos cumprido nossa obrigação, e os verdadeiros elementos do gol branco ano 97 com adesivo na traseira do PT nunca existiria.

Assim terminamos mais um relatório de ronda nos bairros.

Ass: oficial Josildo Soares

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

futebol.




O tema hoje é... futebol!!! A grande paixão brasileira depois da mulher. (em
alguns casos)

Sim, eu estou jogando futebol todos os sábados, não é legal?

“Futebol, Mulher e rock’n roll”
Por: Junior Nodachi

Futebol, do latim, Chuteosbolas, é uma pratica esportiva onde 22 homens correm atrás de uma bola para botar entre três pauzinhos fincados no chão. Conta também com mais três homens que correm atrás desses outros 22 homens com apitos e bandeiras. E sem falar nos outros 6723457834657 de homens que assistem esses três homens correrem atrás desses outros 22 homens que correm atrás da bola pra por entre os três pauzinhos fincados no chão.

Nós homens já nascemos com os genes futebolísticos, então por mais que um homem lute contra o futebol, o futebol sempre vai persegui-lo. E se esse individuo for ainda por cima brasileiro, ai que merda esta feita.

A frese usada para titulo desse texto mostra uma realidade diferente da realidade habitual do mundo masculino. A frase correta seria “Futebol, Mulher e Carros”, mas como texto é meu, eu optei por mudá-la.

Os únicos objetivos de um homem em qualquer fase da sua vida se resume a essas três palavras. Não venha me dizer que você é sensível, ou que não se interessa por essas coisas, ou até que essa é minha opinião, pois sei que estou absolutamente certo em afirma essas três palavras como sagradas para um homem.

Um homem nasce com objetivo de chegar a ter essas três palavras juntas diariamente em sua vida, e só estará realizado como homem quando as obtiver. Eles estudam, lutam, guerreiam, matam, e fazem tudo para alcançar algumas dessas palavras.

Um grande exemplo são as guerras. Elas acontecem por vários motivos, imaginam as mentes desfavorecidas de conhecimento. Mas realmente acontecem em buscas dessas três palavras.

Um país invade o outro para ficar com seus recursos, que vem a render dinheiro, que será gastos com futebol, mulheres e carros. Ou um país ataca o outro para mostrar que seu futebol, suas mulheres e seus carros são melhores do que os do país invadido.

Eu estava pensando aqui, como o mundo pode viver em torno de algo que parece ser totalmente insignificante? A resposta para essa pergunta é simples. A mulher. Ela faz toda a diferença no planeta, pois não nascem com os genes futebolísticos, não gostam de outras mulheres em sua maioria e viveriam felizes e bem sem carros (caso eles não existissem).

Já os carros, é a única parte que pode ser variável para um homem, pois foi inventado há pouco tempo para impressionar mulheres e levar os homens até o futebol mais próximo. Mas isso não faz deles menos formidáveis, é o degrau mais importante para a conquista dos outros dois itens.

Pronto. Depois dessa aula básica de heteromasculinogia vamos a algumas besteiras que comporão minha vida nesses sábados de futebol.

A história começa quando nós tivemos uma idéia de comprar uma bola, só pra aproveitar a quadra do condomínio, onde mora um de nossos colegas. Até então éramos três homens.

Compramos a bola. Ela era branca, com alguns rajados de preto e cinza. Foi uma despesa a mais, mas valeu a pena para agente. Não jogamos logo com ela, pois teríamos que ter pelo menos mais um homem para completar o que parecia ser pelo menos um golzinho.

Achamos esses homens. Não fora muito difícil encontrá-los, por se tratar de futebol grátis, todos estavam disposto a participar. Então tínhamos mais dois homens entregando o time, o que daria um time de futsal. Pensamos bem, já temos um time, então vamos tentar formar um time rival para o jogo ficar mais dinâmico.

Depois de uma procura discreta sem resultado. Após um teste, eu, falei na sala.

- Quem quer pegar o baba amanhã na casa de Chagas? La tem uma quadra boa e agente já compro a bola.

Foi dito e feito, segundos depois nós só não já tínhamos o time rival como achamos pessoas o suficiente para formar um terceiro time. Estava tudo caminhando bem, agora o problema seria fazer uma media de quinze homens acordarem antes da sete da manha em uma sábado, depois de uma semana de inteira de aula e trabalho.

Eu particularmente achei difícil disso acontecer, por até então não acreditava totalmente na primeira palavra dita pelo primeiro homem a nascer. A lenda religiosa diz que quando o primeiro homem nasceu à primeira palavra dita por ele foi “futebol”. Alguns acreditam também que Deus fez o planeta tentando fazer uma bola de futebol perfeita, mas pode ser pura especulação dos fanáticos.

Nós marcamos para o jogo para começar as 08:00 da manha, o que parecia ser um horário razoável. Acordei as sete, tomei um banho, procurei meu meião e chuteira, os pus em uma mochila, vestir um shortinho, tomei um pouco de café e parti.
Passei na casa do índio, e nos dirigidos para o condomínio. Quando chegamos lá tinha mais dois jogadores de fim de semana (Álvaro tava todo uniformizado, parecendo que
Mickey Jagger jogava no Vasco da Gama)

Nós então fomos para quadra ver o estado de nossos corpos sedentários em campo. Jogamos por alguns minutos juntos com os gurizinhos do condomínio (os gurizinhos eram fodas de mais, tudo ninja, cheios de gingada e as pohas todas, eles eram melhores que nós todos juntos. O melhor deles era um gurizinho magrinho que Fabrício virinha a apelidado de Muriçoca).

Momento depois se avistou um carro cheio homens com sacolas e sapatos na mão, gritando e vindo em nossa direção. Eram o povo lá da sala. Chegamos a jogar por horas, (momento fdp. Enquanto estávamos jogando as meninas do condomínio desceram e sentaram-se no bando enquanto nos olhavam jogar. E por que eu disse isso? Por que eu nunca vi um futebol ficar tão agressivo e tão habilidoso de tal forma em alguns segundos. E isso reforça a teoria heteromasculinista, onde todos estavam usando o futebol para alcançar a segunda meta para um homem).

Como observador que sou me vi perguntando, já que não estava jogando, pois meu baba tinha perdido. (Que diabo de menina vai se interessar por um bando de homens gritando enquanto correm atrás de uma bola? E ainda perdendo para um bando de criancinha? E ó que eu sou baixo, e estava achando os guris pequenos. Mas com tesão futebolístico não se discute. No entanto elas foram embora momentos depois, o que deixou os ditos fodões e gostosões lá da sala numa calorosa briga de quem eles pegavam).

Antes que desse o meio dia, um garoto tratou de dar um chute que fez a bola subir a uma altura que passou o muro, e passar a altura do alambrado, que é duas vezes maior que o muro, e fazer a proeza de da o azar da bola cair numa chácara onde era cercada por uma cerca elétrica e com cachorros.

Fomos pedir a bola pra dona da chácara, que era uma velha dona de um mercadinho que fica logo ao lado do condomínio. Ela não deu, claro. A típica história de mulher não compreender a importância do futebol na vida de um homem. Seu funcionário queria até pegar a bola pra gente, mas ela não deixou.

Então nosso corajoso morador da Baraúna pulou o muro e o alambrado e passou pela cerca elétrica, mas não sem antes levar um choque. Ficamos tensos. Era nosso amigo que poderia ter virado churrasquinho. Mas ele logo estava de volta com a bola nas mãos (com a bola na mão é onda, ê baiano MENTE POLUIDA DA POHA).

Depois reiniciamos o baba. Tudo corria bem, estávamos mortos em campo, o sol estava de lascar, quando nosso vilão Ramón chuta a bola....e....A BOLA ESTOURA! O CARALHO DA BOLA EXPLODIO!

Pronto. Então estava tudo beleza agora, sem bola, mas beleza. Fomos pra casa então. E todos nós ficamos com as pohas das pernas doendo uma semana quase, por falta de condicionamento físico. Algumas pessoas nem foram na segunda pro colégio. Eu mesmo fui me arrastando.

Na semana seguinte ganhamos uma bola num bingo que ouve no colégio, ó que sorte. E ao mesmo tempo ó que azar. Usamos a bola na semana, e ela abriu. Quando levamos pro colégio para decidir o que fazer. Começaram a jogar no corredor do nosso modulo, após a aula de Felix, e chutaram-na numa janela, que veio e se espatifar e vidro voar para todos os lados. A bola foi jogada no terreno ao lado do colégio, por cima do muro, pra esconder as evidencias do acontecido. (em minha opinião um ato precipitado)

Juntamos uma graninha e compramos outra bola (uma de handebol pensando que era de futsal), ela foi usada essa semana e parece agüentar mais uma, mas não passará disso.
Então é só.

Aprendemos com esse texto que futebol é imprescindível na vida de um homem, tanto quanto mulheres e carros.
Aprendemos também que se você não tem um carro, você pode substituir a palavra por alguma outra enquanto não o compra.

Lan House



É... O tempo passa e eu faço menos coisas. No fundo eu achava que a ação cronológica era diferente. Mas fazer o que, né?

Estou sem internet de novo, pois estou trocando de plano. Tentando achar um melhor e com um preço razoável .

“Lan House”
Por: Junior Nodachi

23 de agosto de 2010. Pulei algumas aventuras para escrever essa, pois vejo necessário passar para todos essa sublime experiência.

Eram umas 19:00 horas, estava eu voltando do colégio pelo mesmo caminho de costume. Depois de alguns minutos de conversa na porta do J.J, me despedir de todos e segui meu caminho. Eu estava acompanhado por um famoso índio e uma guria chamado Mikamika, (o nome dele de verdade é chato de falar e escrever), logo ela se foi também.

Eu e o índio afro descendente estávamos perto do ponto sagrado e universal para encontros, o J.B.V, quando vimos uma porta se abrir. La ficava uma Lan House.

Lan House é um lugar onde você paga certa quantia por um determinado tempo para usufruir de um computador com internet. (isso na teoria claro, pois na pratica...)

Vimos àquela porta se abrir, raios de luzes fluorescentes se jogavam para fora como uma cascata numa floresta escura. Logo uma linda jovem apareceu. Ela tinha lindos longos cabelos loiros, uma face meio corada, bem diferente de uma palidez morta e sombria. Também era dona de um fabuloso sorriso, um atrativo perfeito para todas as pessoas que ali fossem deixar seu dinheiro em troca dos computadores.

Ela nos recebeu, mandou-nos entrar. Percebi no primeiro passar de olhos que ali estavam dois garotos. Eram jovens franzinos e pequenos que adotavam um olhar assassinamente malévolo diante do monitor enquanto jogavam Counter Strick. Eles também gritam um para o outro, algumas palavra, que pra mim não tinha compreensão alguma. Deveras ser do jogo, logo pensei, mas pensei um pouco mais. Como podes ser do jogo se tenho esse jogo e nunca gritei nada. (mistérios da vida)

Voltei meus olhos agora para maquina que eu ia escolher para ficar. Não era fácil como parecia, eram todas iguais, sem um mero atrativo pra me fascinar. Então escolhi a que estava mais próxima.

Ela era branca e grande, estava ligada, e apresentava como plano de fundo uma foto das “letrinhas” do Matrix, o que me deixo mais à-vontade na situação, pois já usei bastante esse plano de fundo.

A jovem que nos recebeu na porta logo disse quando a pedir para botar meia hora. (queria ver meus e-mails e ver o e-mail da sala, onde o professor Marcelo de historia tinha deixado uma lista com tópicos para estudo). Você tem que fazer cadastro. Por incrível que pareça sua voz era serena e calma, num tom leve e bonito, pesei com meus botões. Que jogo de publicidade do (caralho) ta rolando aqui.

Existiam outras Lan House como aquela, mas nem todas vinham acompanhadas de tal atendente que fazia o público ser inteiramente masculino por sinal. (pra toda essa coisa de menina bonita, gentil, em uma lan house, só podia ser uma lan housesinha fuleira tentando ganhar destaque entre outras milhões de lan houses. Mas a vida é assim mesmo. )

Logo pensei num nome pra fazer meu cadastro, tinha vários, usei o que uso em tudo, pois acho que já é meu nome mesmo. Ela escreveu errado (eu fiquei puto, ninguém tem cultura espadachim nessa poha de cidade não é?), soletrei então, N-O-D-A-C-H-I, ela acompanhou atentamente e repetiu em seu teclado.(pelo menos não o modificou como certas pessoas, nem o deixou feio e engraçado pra quem fala). Depois mandou que eu digitasse uma senha. Pensei na mais óbvia, 123, mas ela falou que o sistema não aceitava códigos repetidos.

Ah o sistema, sempre o sistema conspirando contra códigos e senhas fáceis, mas tudo bem, eu já estava ali. Escrevi então minha própria senha, que uso em meu dia-a-dia digital (**************), e falou que estava ok. Eu me sentei novamente diante da maquina mais próxima.

Eu digitei meu nome e meu código, mas não entrava, então digitei de novo, e de novo, e de novo, e varias outras vezes, até que eu disse que não estava pegando. Ela veio em seguida e digitou também, falou que deveria ser algum problema no nome ou no código (ela era gênio viu, eu nem tinha pensado nisso¬¬), ela logo tratou de mudar o código. Eu a mandei por qualquer um, pois já não estava me importando com a situação.

Ela fez um novo código, utilizou o próprio nome, mas não pegou... Então ela o mudou para as letras N-A, mas não pegou também, mudou depois para N-H e desta vez por algum milagre de Thor a senha funcionou.

Estava lá, eu, diante de uma área de trabalho com duas carreirinhas de ícones, o que não me dava muitas opções, mas já tinha um objetivo em mente. Olhei, olhei e olhei, mas não encontrei o Chrome, olhei mais atenciosamente e também não vi o Mozilla (kiubi), então me vi com a seta em cima do ícone do Internet Explorer, (nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooooooo), ninguém merece essa ’’ merda’’. Mas não tive escolha. O Google se abriu magicamente, abri logo o e-mail e o Orkut, enquanto ambos carregavam abri meu canal (participa do meu canal ai povo fdp. Fdp, mas gosto de vcs).

O meu canal abriu primeiro, tinha uma sugestão para ver um vídeo do desce a letra novo, (Toninho zica é muito loko mano, ta ligado, ta ligado, ta ligado, ta ligado, ta ligado, ta ligado). Meu Orkut abriu, não vi as atualizações, passei logo para os recados tinha alguns, (nunca mais vou ver o Guns n roses com os mesmos olhos). Vi meus e-mail também, mas só tinha besteira.

Então pensei em postar um texto no nesse blog, mas tinha esquecido o pendriver. Voltei parar o youtube, lá vi que a galera tava falando legal do meu vídeo funk que fiz num domingo chato.

Nesse momento a lan house estava cheia, gente em todos os computadores, e gente atrás das cadeiras onde tinha gente usando os computadores. Todavia estava normal para uma lan house. Os gritos continuavam, estavam uns seis ou sete garotos jogando C.S.

Quando penso que tudo estava acabando, a internet cai (ó que merda), eu não tinha fechado meu canal, meu painel de blogs e nem meu Orkut, eu perguntei a jovem atendente se a tal internet tinha mesmo caído. E ela confirmou com um balançar de cabeça e um leve sorriso.

Faltavam dez minutos e eu estava atualizando e abrindo o Explorer pra ver se reiniciava alguma coisa, mas nada como sempre. Voltei meu olhar então para o computador do índio (falamos pouco no índio hoje . É pq ela tava comportada por causa da guria atendente)

O índio estava parado na sua pagina de recados tentando responder alguns recados de agradecimento pelo seu aniversario. (a propósito, comemoramos o aniversario de 18 anos do índio. Quer dizer, ele comemorou com agente. Juntamos uma grana e fomos tomar um álcool numa plena quarta feira. Com agente estava Philippe Meirelles, Felipe Martins, Álvinho Leão, Fabio Leônidas, Isaque índio, Mikalannymika e eu). Mas sobre o aniversario dele eu escrevo depois.

A internet no computador que o índio estava usando aparentemente também tinha caído. Então começamos a conversar. Ele me mostrou algumas fotos de amigos, (nos quadradinhos que ficam no lado direito), e começou a falar deles.

Momentos depois, a net ainda estava com mania de queda livre. Então mas um usuário de lan house entra no recinto. Ele seria só mais em meio a multidão se não fosse pelo seu perfume. (Rapazzzzzzzz que poha era aquela? Deixo bem claro que não tenho chiadas com perfumes nem boilolagens do tipo, mas NÃO PRECISA DERRAMAR A POHA DO VAZO TODO NO CORPO, CARARALHO!!! Algumas pessoas precisam de oxigênio. Então se for a uma lan houses um desodorante já ta legal. Culpa do atendente, aposto).

Depois desse fato comentado por todos no local, meu tempo acabou. Já era horas mesmo. Levantei-me, ajeitei meu casaco, e esperei o índio desistir daqueles recados não enviados. Ele estava morto de preocupação porque deixou o Orkut aberto, e que alguém poderia pegar e “fuder” com tudo.

O meu também tinha ficado aberto. Mas ninguém vê lado dos pretos, né? A atendente disse que reiniciaria a maquina e que era pra ele ficar despreocupado. Logo pensei ( E O MEU SUA POHA SEM CULTURA ESPADACHIM?!). Mas tudo bem, ninguém vê lado dos pretos, né?

Estávamos saindo quando um gurizinho tava mandando os outros entrarem na sala dele de C.S.

(Dialogo)

- oh vei, vamo pra minha fase
- qual?
- essa aqui. A senha é a bebida que agente bebe lá no bar da dona carai de dentro (não lembro o nome da velha não)
- Água! A única coisa que nós bebemos é água.
-Poha! num sei quem, fala baixo essas coisas.

O dialogo pode ter saído maio ruim, mas tanto eu quanto a lan house toda rimos muito, acho que foi da maneira que ele falou e com as caras e bocas feitas também.
Logos após isso eu fui embora.


Aprendemos com essa história, que meu nome deve ser difícil mesmo, então podem me chamar de qualquer um dos outros mesmo.

Aprendemos também que lan houses são coisas do capeta pra gente sem internet (vão ler um livros seus viciados em C.S.), que no bar da dona carai de dentro os guris tomam água e só.

Ah, caso alguém tiver roubado meu canal, meus blogs e meu Orkut, saibam que eu já joguei RPG o suficiente para tirar 3 ou 1 no dado e acabar com suas vidas.“Meu nome não é Nodachi à toa não meus brothers”