domingo, 27 de junho de 2010

meu primeiro show pauleira não tão pauleira




(História não recomendada para menores de 16 anos)

Essa história se passa em março de 2000 e alguma coisa (fada-se o tempo)
Eu só era um pessoa como outra qualquer, num dia como outro qualquer, numa manhã como outra qualquer, fazendo coisa comuns como outra qualquer.


"Tudo se liga a uma primeira vez"
por Junior Nodachi

(nivel de alcool no sangue = 0%)

Eu estava no colégio quando meus amigos falaram que ocorreria um show de rock. (eu era um rockeiro que nunca tinha ido num show )
A banda deles iriam tocar nesse show. Era até uma banda mais ou menos, o nome era Iriss (nunca iria imaginar que esse nome era por causa do cinema), eles ja tinha tocado no teatro uma vez, mas eu não fui.
Não nego que fiquei curioso para ver a banda deles e principalmente a tão famosa e adorada vocal.
Comprei o ingresso pela bagatela de (5,00) reais na mão do baixista "Doende bêbado Martins"
(Paguei chorando como sempre. Odeio gastar dinheiro)
Estava tudo certo para o show a não ser pelo local, eu não sabia exatamente (eu não fazia nem noção) onde era. Marcamos eu e meus amigos "Jonathan bêbado Soneca" e "Índio bêbado Isak" no JBV (JBV = lugar universsal para encontros)
O show irai começar por volta das sete, como tinha escrito no planfeto. Ai calculamos que de 15:00 ás 15:30 seria o delay de espera. Dai nós ia-mos nos deslocar até a casa do "Doende Bêbado Matins", para chegar la por volta de 16:00. Por que sabiamos que ele é uma verdadeira noiva na hora de sair para algum lugar. E quando sairmos de sua casa seria por volta de 16:30 e irimos agora esperar o "Arailton Bebado Dui" que iria com agente. Então as 16:45 iamos pra o tal show. Quando chegasemos la. seria pro volta de 17:15, o que nos daria 45 minutos pra comprar "água e suco levemente alcoolizados" e voltariamos as 18:00 que é o praso para os integrantes das bandas arrumarem seus intrumentos.
(Tudo previsto deu errado)
Atrasei, atrasamos, atrasaram. Adicionamos agora ao grupo a caminho do show "Danilo bêbado estranho","Murilo Muito bêbado²", "Natan bêbado Vomitador" e "Otavio bêbado Mijão".
Andamos por uma ruas estranhas, num bairro estranho (eu não sabia onde estávamos), mas me lembro da primeira frase que deu a origem a tudo. A frase que originou a união não tão longa do grupo, a noite doida, a comunidade de moles os brutais e outros.

#cena 01#

Dui andando com Danilo 10 metros a frente do resto do grupo quando quando Martins pergunta
- Dui vai dar a "bunda" nessa ou na outra rua?
-Rapaz num já falei que é na outra. Esqueceu é?

Nesse momento todos caiam em gargalhadas exorbitantes sem se preocupar com o que estava por vim.
Passamos na casa do baterista (por que "marcos mestres do magos hantaro bóga" que era o baterista antigo já estava em salvador)
Seguimos caminho para o show. Bem de frente para o local depois de muita conversa, (imbecilidades que todos os homens idotas falam em grupo), uma revelação se confirma. Isak de uma hora para outra vira para martins e fala (o que eu já sabia)

#cena 02#

-Felipe. Quando chegar no show vou abri o negocio pra você.
-você vai fazer o que ?
-Vou abrir o negocio pra você.
-HAHAHAHHHAHAHA.
-O negocio rapaz. num pense besteira não, tou falando do negocio.

(nivel de alcool no sangue = 30%)

(ainda não sei que negocio é esse que ele queria abrir)

Pronto, já estávamos carregados de água que passarinho não bebe e sentados na porta do show. As pessoas vinham chegando de todas as partes, vestidas de preto (por que eram todos caveiras mano), algumas exageravam na doze, o que nos rendia bastantes risadas. Os integrantes da banda logo entraram pra arrumar seus instrumentos, o resto ficou ali fora mesmo bebendo (eu estava comendo também um velho e bom churrasquinho de gato)
Isak era o mais agitado (bêbado) de nós (ele também estava com uma corrente de bicicleta no pescoço "Pra que porra eu não sei")e sempre com sua garrafa de cachaça na mão, Otavio falava da vida e de mulheres (bêbado), eu ouvia, soneca dormia (eu acho), natan tinha sumido e murilo estava se contorcendo, como se algo o incomoda-se. Descobrimos momentos depois que ele estava apertado pra ir ao banheiro. Ele levantou depois e falou.

#cena 03#

-Quem ta afim de ir no banheiro comigo?
-Pra que?
-Pra mim dar uma "bingada"
-Que zorra é essa rapaz?
-É pra mim da um "bingada", pra mim, PRA MIM.
-Fala baixo essa merda rapaz.
-Mas é pra mim da uma "bingada"
-Vou botar esse porra na comunidade se você falar de novo.
-Mas eu falei que era pra MIM da um "bingada"

(acabei postando mesmo)
(nivel de álcool no sangue = 40%)

Depois de mais esse acontecido que rimos muito, entramos no show (primeira vez na vida que fui revistado) vimos logo de cara que não tinha zorra nenhuma la dentro, fora uma camarim improvisado. O meio punhado de gente que entrou logo depois de nós foi se disperçando pelo espaço.
Nós ficamos sentados um tempo.
Isak e Otavio apostaram quem bebia uma garrafa toda de cachaça, (ela tinha 500ml e era ruim pra cacete), cada um tomou meia e ficaram "muito" doidos. Começaram a fazer torres humanas e pular uns nos outros, até quando Danilo trouxe uma câmera pra tirar algumas fotos. Depois de muita foto e muita cachaça o show finalmente começa.
A primeira banda tacava uma música que não se entendia a letra, ( me senti numa taverna em Londres num show punk). Eu particularmente estava empolgado, ficava bem perto da banda logo ao lado da bateria. (Leo chegou nesse hora, quer dizer "Leo bêbado do gelo")
Ficamos ali pulando, gritando e bebendo o tempo todo (eu não. Só pulei quando tocaram Matanza). Estava tendo uma roda punk ou bate cabeça e eles estavam ali no meio pulando e esmurrando uns aos outros pra provar sua masculinidade perante os outro homens (show de rock com mulheres só em filme), me puxaram uma duas vezes para ir também , fui a primeira (tomei um empurrão dragon kick metal flip), mas logo voltei para onde estava, na segunda vez mandei eles rudemente irem pra seus anus.
Intervalo entre uma banda e outra. Felipe chega trazendo um caneco de Whisky com gelo e oferece pra a galera (era até bom).

(nível de álcool no sangue = 60%)
A segunda banda começa e não dava pra ouvir nada novamente. Era a cidadão "desistente" lideradas por "Egberto bêbado chorão insano". Felipe estava tocando junto com ele.(as músicas são até boas)

*verificação de estado físico e mental do grupo*

EU = Tonto e com fome
ISAK = Completamente doido e suado
SONECA = Efeito redbull e tonto
OTAVIO = Completamente doido e suado
MURILO = Vomitando e Tonto
NATAN = ???Estado não identificado (parecia tonto e vomitando, mas falaram que ele era assim mesmo)
FELIPE = Tonto e tocando
DUI = Meio tonto
DANILO = Tonto (olhos em direções diferentes)
LEO = Rindo pacas

Tão tosca como começou a segunda banda acabou. Conversamos até a entrada da próxima
que seria a iriss (eu vi a vocal... "ilusão" eu esperava mais, todos esperavam mais).
Felipe chega cabisbaixo depois de tocado falando.

#cena 04#

-Pow dei meu caneco pros caras e eles vão e quebram.
-Quebram teu caneco?
-É caras violentos, quebram meu caneco vei.
-hsahsuahsua quer dizer que os caras quebraram teu caneco?
-Pow o mau é esse, agente falando serio e vem vocês com bricadeiras.
-Arrebentaram teu caneco. Isso é serio mesmo. hushaushuahs

A Iriss finalmente começou a tocar. Ninguém pulava ou gritava além de nós nessa hora, como vi a roda punk menos violenta, só com amigos (Que não destruiriam meu corpo másculo e sexy) resolvi participar também. Murilo logo leva um chute da vocal (eu sei o nome, mas acho mais interessante escrever vocal) que vem a perder o sapato.
Algumas música depois ela sai de cena para deixar o microfone para Felipe cantar sua famosa musica que não sei o nome, mas apelidamos de "Erica" ( A pessoa pra quem ele fez a música e falava dia e noite) (obs: veiu se você ler esse texto não se sinta mau, todo mundo sabe de Erica e você, então não reclame, por que posso ficar irritado e postar logo um video com você cantando)
No momento que ele pegou o microfone eu sabia que era hora de voltar para meu lugar e esperar que a caixa ainda estive-se ruim.
A iriss finalmente acabou e tivemos um intervalo chamado jardim do silencio (tem gente que vai rir alto dessa poha)
Momento pra eu e isak irmos comprar uma acarajé la fora.
Ao chegar na barraca eu estava vendo tudo girar
(nível de álcool no sangue = 90%)
Ela me perguntou algo, só que não lembro. Pedi uma acarajá sem pimenta, isak fez o mesmo pedido ( ele estava deitado na calçada de braços abertos como se fize-se anjos na neve). Minha acarajé ficou pronta primeiro, eu fui logo comendo-a. Nesse momento ele levando e olha meio que cambaleando em direção a mulher e diz.

#cena 05#

-Bota 10 reis de camarão na minha acarajé.
-Dez reais?
-É pow. Aqui ó.
-Meu filho eu num vou pegar seu dinheiro não, dez reais de camarão é um absurdo, você bebeu um pouco demais
-(risos tanto meu quanto dela)
-Mas eu quero dez reais
-Olha vamos fazer assim, eu ponho três reais ta certo?
-Tá
-O show ta bom meninos?
-Mais ou menos
-E as meninas?
-(risos, principalmente meus)
-Tem la não
-É?

-Vão com cuidado
-ok,ok

(nível de álcool no sangue = 80%)
(nível de álcool no sangue de quem ficou la = 160%)

Chegamos em meio a uma briga, Egberto que era o organizador do show tava batendo boca com os integrantes da jardim do silencio pela demora na afinação dos instrumentos.
Isak batia cabeça na roda punk em plena afinação dos instrumentos.
(imagina uma guitarra sendo afinada....agora imagine... um indio pulando e gritando com uma garrafa de cachaça nas mãos enquanto você afina...imagina agora ..ele gostando muito da sua afinação)
Logo em seguida Egberto fica muito "Puto" e começa a chutar e bater em tudo, derruba bateria, microfones, pessoas e outros. A Jardim do silencio pega suas coisas e sai corrida do local. (alguém chamou a policia, mas ela veio deu uma rodada na festa e foi embora)
Eu já estava com sono, mas lúcido o suficiente para ver Natan vomitar no chão, cair do lado e dormi, depois vi Murilo vim e deitar em cima do vomito de Natan e dormi. Ao meu lado Otavio esta caido e dormindo enquanto a outra banda já se apresentava. Leo percebe que Otavio esta todo mijado (Mijado mesmo), (ELE TINHA SE MIJADO VEIII), leo pega seu celular e começa a tirar fotos dele e de sua "poça amiga". Nesse mesmo momento Isak arranja briga e quase é botado pra fora do show (Eu não vi a briga. Poha!).
Juntos os "cacos" de soneca que estavam espalhados pelo chão e digo

- vamo embora, já deu
-Tá certo. Cadê Isak?
-Sei lá?
-Vamo achar.

Achamos ele e falamos que estávamos indo embora, só que ele não parecia querer ir, falou algo sobre ir dormi com um amigo dele, como nós não conhecia-mos esse amigo achamos melhor convence-lo a vim conosco, mas ele estava decidido a dormi com o infeliz que ele tinha conhecido (estávamos muito cansados para piadas nesse momento). Tomei a iniciativa de puxar o índio pelo braço e falar pra ele que os taxis iam acabar. Ele finalmente decide vim conosco.
Murilo, Danilo e o corpo sem alma de Natan estavam indo embora também nessa hora.
Aproposito Dui passou de "Dui bêbado arailton" para "João garoto santinho do papai" com a chagada de seu pai. (Foi quase uma trasmutação)
Sem saber que minutos depois Otavio iria falar
- Velho, aquele bicho ta me encarando. Eu vou pegar ele, vou acabar me pagando com ele.
Entramos no taxi, falamos onde queríamos ir, e ele nos trouxe. Ele morava próximo
a nosso casa o que foi bom na conta (ele cobrou menos) ele me deu um cartão também, só que eu perdi.
Isak ficou em sua casa, eu na minha e soneca supostamente na dele (ele tava dormindo no taxi quando eu sai), eu tive quer gritar, minha mãe ou meu irmão por que eu não tinha levado as chaves ( de novo), pensei em pular o muro, mas pensei "Aondeeeeeee" entrei, tomei um banho (geladão)e cai na cama. Acordei de tarde, passei o resto do dia no sofá assistindo alguma coisa que não conseguia ouvir (eu tava surdão).


Aprendemos com essa História que show são muitos legais, mas tenha responsabilidade pra pelo menos voltar pra sua casa com vida.
A prendemos também que cachaça + amigos = putaria das brabas.
(Eu aprendi com esse show que eu deveria olhar mais para os lados e enxergar pessoas legais que estão a minha volta em vez de só encher a cara de cachaça)

(mas encher a cara também é bom)

(Anos depois vim saber que tinha pelo menos uma mulher naquele show. Uma mulher "fêmea" e bem legal por sinal)

PS: por favor não me matem
Ass: Junior Nodachi

sábado, 26 de junho de 2010

A porra da net cai …




"A porra da net cai …"
por Jonathan Soneca Not


Como sempre vou para minha rotina de estimular o meu cérebro a gerá prazer, ou seja, fazer o que gosto, ligo o meu computador espero um tempo para ele iniciar, sim ainda uso o Windows Vista que é “lentão” para iniciar, digito minha senha de entrada, e vou comer algo, esquento o café coloco leite ninho, corto o pão coloco manteiga dentro, e lembro que acabou a porra da mortadela, normalmente só volto quando ouço o barulho de que o MSN, da “logado”, mas percebo a demora, vou tenso ao meu quarto, meio que fechando os olhos mas já sabendo do acontecido, quando abro eles bem, vejo rede não indentificada, ou seja a porra da net caiu e vai demora horas ou até dias pra voltar… penso em “”“zilhões”“” de palavrões, digo alguns ao vento, me alivio, e tento raciocinar como resolver o problema, fuço tudo, DNS ,IPV4, IPV6, modifico todos, vejo que não deu jeito, reinicio o pc, e deito na cama, fica aquele ar de suspense e penso no que vou fazer se ficar sem net,.
- Ver filmes? animes? ler um livro?, mangas?, jogar Super “Nitendo”?
- Porra já num dá pra jogar online,
- Porra ao quadrado, eu quero a merda da minha net de volta, posso fazer tudo isso mesmo com ela pegando.
Logo vem o barulho pra mim digitar a porra da senha de novo.
- Odeio o vista, no pc dos outros inicia sozinho, porque fui configurar para ter esta senha, agora tenho que levantar da porra da cama.
Vou lá digito esse troço , **********, pronto agora vai carregar os programas de iniciação, deito de novo na merda da cama, e fico ansioso para ouvir o barulhinho do MSN, vejo como uma pequena coisa pode vim a mim fazer feliz ou não, nisso me perco nos meus pensamentos, nem sei ou pelo menos num lembro no que pensei, mas acho que devia ser interessante, pois me perdi neles, depois me dou conta novamente que estou a espera o barulhinho, e o pior ele está demorando, e pior ainda vou ter que levantar para ver se pegou a porra da net.
- Nem pegou, saco, o que vou fazer, tinha que ver quem estava online no msn, olhar as atualizações do Orkut, ver as novas noticias no Google Reader, as novas perguntas no Yahoo Respostas, os novos posts e videos no You Tube, Tumblr, Twitter e Yahoo Meme, alem de meus newlleters nos e-mails, e claro ver se alguém respondeu ao meus recados, no Yahoo Perfil, Myspace, Facebook e Orkut, para manda um recado de novo.
Depois disso lembro:
- Esqueci de baixar Naruto ontem, Bleach também.
Para ver se é verdade, vou ao meu gerenciador de download com a esperança de encontrar os últimos episódios e capítulos do mangá, mas ali não tinha nada, só um filme que me indicaram, alguns animes para assisti, e umas musicas do Dewey Cox e The Cult que baixei.
- Eita musica, esqueci de ligar, o Wimnanp,
- AH o Winnamp tava dando erro ontem, vou ligar o Windows Media Player mesmo,
(na verdade são tudo farinha do mesmo saco, só que tem fabricantes diferentes),
- Qual playlist iriei ver… .
- Melódicas?,
- Folk? ( Bob Dylan? )
- Animadas?
- Hard- Rock?
- Alternativo/indie?
- J-Rock?
- Punk?
- Psicodelico? ( ah Pink Floyd agora não )
- Blues/Country/Southern/Rockabilly?
- Metal extremo?
- Metal pesado?
- Metal melódico?
- Metal?
- Metallica?
- New metal? ( nem pensar ),
- As musicas da minha irmã? ( nem pensar ² )
- Emocore ( nem pensar ³ . . sim tenho um playlist com musicas emos )
- Grunge? ( é … Nirvana agora seria legal … )
- Ah lembrei, baixei ,via torrent, o cd do Foghat, vou ouvi-lo.
Depois da musica lembro da minha rotina ( vide o que já falei )
- Nossa o que farei , posso ver um filme,
- Ah não vou ter que desligar a musica, anime também não dá,
- Acho que vou ler um mangá,
- Melhor não eles tão muito entediantes, outro dia eu leio,
- Posso jogar Diablo ll, vou zerar, coisa que devia ter feito a tempos,
- Não deixa para depois,
- Tem Empire Earth, “mó” legal o jogo e ainda nem fiz nada nele, estou no comecinho,
- Esquece, vou ter que aprender os comandos e vou ficar mais tempo neles do que
me divertindo.
- Posso jogar Sonic? ,
- É e ver se consigo virar o Super Sonic na 1º fase,
- Ah não , se eu perde um bônus vou ficar puto, e parar de jogar.
- hum … Que tédio.
Vou para a cama novamente, já estagio desolado, tenho uma crise existencial, ligada a outra de superioridade e inferioridade ao mesmo tempo, logo passo a pensar na minha amada, passo horas nisso, e nem sei o que pensei. só sei que era ótimo, estava meio na felicidade pensando nela, logo lembro que não sou correspondido, juntando com as emoções anteriores, fico depressivo, meu coração parece que vai partir em mil pedaços, não sei o que iria fazer, e nem tenho nada para me distrair.
- Sem net, amando, em crise existencial, de superioridade e inferioridade, é com certeza o melhor dia da minha vida … … ( risos )
Naquele momento me veio um ideia meio vaga de escrever como me sentia, não sei exatamente a razão, mas o computador meio que me chamava para escrever algo, tirei a musica do Foghat, que o cd já tinha repetido varias vezes, e coloquei o Red Hot Chilli Peppers. Ao som de Otherside escrevi Críticas, emoções, opiniões e está porcaria de texto chato que ninguém ( nem eu ) vai ler.


Aprendemos nesse texto que...(eu não aprendi nada)
Quem gostou clica/copia aqui http://jonathanot.tumblr.com , quem não gostou clina/copia nesse aqui http://jonathanot.tumblr.com , quem achou mais ou menos clica/copia neste http://jonathanot.tumblr.com , quem quer xingar ele todo clica/copia nesse outro http://jonathanot.tumblr.com

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Ó a mãozinha nego.




Essa história eu não sei em que dia, mês, se passa, sei que era começo de 2009.


"A guitarra dos meus sonhos não existe"
por Juniorus Nodachi


Era uma noite gelada em Feira de Santana. "PARÔ.parô,parô,parô. Noite gelada em Feira de santana não existe. Já comecei mal."
Era uma noite dos infernos em Feira de Santana que é uma cidade do interior da bahia. Eu estava dormindo todo cuticutizinho em minha cama e sonhando que tinha comprado uma guitarra. Ela era linda. Tinha captação dupla, era branca com detalhes em azul e era no formato de uma fly-v.
Eu nesse sonho tocava junto com minha banda de uma banda em algum lugar tosco. Só que eu estava usando uma palheta mágica que me dava poderes sobrenaturais. Eu fazia musicas perfeitas com uma melodia jamais vista. Essa palheta era forjada com um dente do próprio demônio, segundo a lenda. "Tenaciuos d"
Acordei na manhã seguinte. Levantei da cama com os olhos serrados e olhei pra meu violão que tinha uma grande e vermelho adesivo do Manchester United. Falei logo em seguida. "QUE DIOBO DE ROCKEIRO EU SOU? EU NEM TENHO UMA GUITARRA"
''Eu também não sei pra que merda eu tinha um adesivo do manchester no meu violão''
Então decidi depois de poucos dias compra uma guitarra. Mas faltava o principal. O dinheiro.
Arranjei o dinheiro com meu pai "claro que não falei pra ele que ia comprar uma guitarra ". Depois a missão era achar um bom lugar que vende-se uma guitarra pelo meus meros 230 reais. Fui falar com o irmão do meu amigo "Mestre ninja nirvana metal fabio" que toca pra KARALHO! e poderia saber onde achar uma guitarra pra mim.
Ele me aconselhou a ir numa comunidade do orkut de músicos feirenses. Só que eu num achei nada lá. Ele me falou que tinha amigos dele vendendo umas fender.
"A se eu tive-se uma fender"
''pensando bem, acho que seria a mesma coisa''
Eu não tinha dinheiro pra comprar a fender. (foi um dia triste)
Então aconselhado por minha mãe fui em "Mr. Ó nego" ou Elieo para os intimos. Que é um amigo de infância dela. Só que avia um problema.
Ele era o cara mais mau falado de feira de santana. Todo lugar que eu chegava pra perguntar da guitarra alguém dizia ''só não vá em Elieo''.
Fiquei puto em saber que ninguém gostava da criatura. Eu conhecia de vista o filho dele, ele fazia uns sites, mas isso não tinha nada a ver com o pai. Então fui em buscar dele.
Foi muito difícil achar ele em casa/loja, mas não desisti.
Quando finalmente o encontrei ele já sabia quem eu era pois eu tinha comprado meu violão na mão dele.
"Comprei sem o adesivo do manchester"
Eu estava com meu amigos "Ninjaguitarman fabio" e "Indio black" e "soneca". Ele nos mandou entrar.

OBS: Vou usar bastantes diálogos agora em diante pra não demorar muito escrevendo.

"Dialogo 01"

-Ó nego. Entra ai, tenho umas guitarras la em cima, vem pra tu ver.
-certo.
-cuidado nego, com a escada.
-ok. (soneca quase cai)
-as guitarras são essas ó nego.
-pow. São bem legais.
-É.
-Tão de quanto?
-Tenho de todo preço nego. Você quer uma de quanto?
-Eu quero uma de uns 200 contos.
-200 contos nego?
-É. só tenho isso
-agente da um jeito nego.

Ele me mostrou varias guitarras, mas logo recebeu um telefonema e teve que sair. Ele voltaria rápido então esperamos pela sua volta. Enquanto isso o filho dele ficava tocando lá e fazendo companhia pra gente.
"Não era o mesmo filho citado la em cima e sim outro. Um bacurizinho"
Quando ele voltou. Mostrou outras guitarras. Duas me chamaram a atenção.
Uma cor de madeira com captação dupla e uma stratocaster amarela.
Eu falei da guitarra do sonho "Claro que não disse que foi num sonho" e ele falou que uma daquela daria pra arranjar com uns 2000 reais. Eu pensei ''Nossa só preciso de um zero''.
Fiquei de vim com a minha mãe pegar a guitarra no dia seguinte por que ela não estava montada ainda.
No dia seguinte passei la nos conversamos. Ele disse que precisaria de uma parte do dinheiro pra montar a guitarra pra caso se eu muda-se de idéia ele não ficar no prejuízo.
"Nisso comecei a entender por que as pessoas achavam ele um ladrão"
Eu paguei assim mesmo. Com o negócio fechado fiquei de pegar a guitarra na tarde seguinte.
Passei la na tarde marcada e ele não estava. Decidir ir no dia seguinte, mas ele não estava. Fui na volta do colégio, mas ele não estava. Fui de manhã, mas ele não estava.
"Fiquei muito puto" ''Entrei na campanha Elieo é safado''
Finalmente o encontrei um dia. Ele falou que estava dando desencontro por que ele tava saindo pra acerta umas coisas.
" usei essa cara ''¬¬'' esse emoticon é perfeito"
E perguntei onde estava a guitarra. Ele falou que não tinha montado ainda. Eu fiquei MUITO, MUITO PUTO!
Ele me prometeu entrega ela a mim na dia seguinte. Dei esse voto de confiança pro cidadão.
Fomos la no dia seguinte a noite para não ter desculpa. Chamei umas vezes e ele apareceu na janela.

-Dialogo 02-

-Iae Elieo. Já arrumou a guitarra ?
-Ainda não nego.
-Oxi? VOCÊ NÃO FALOU QUE IA TA PRONTA?
- ó nego num pense que é ruindade minha não.
-sei....¬¬
-É que ontem eu estava fazendo um churrasco aqui e cai bem em cima da churrasqueira e queimei minha mão.
-(risos)
-tu caiu na churrasqueira?
-é nego. Olhe aqui minha mão.
(estava mesmo vermelha e aparentando ter sido tostada)
- jão isso é maquilagem. Ele deve fazer isso com todo mundo.
( mais risos)
- Ó nego, faz assim então, você passa aqui amanhã e pega ela sem falta.
-Sem falta mesmo?
-Ó nego só não fiz por causa da mão mesmo.
-Certo então.

fui embora no meio do caminho meus amigos iam dizendo. "poha elieo te roubou vei" fizeram até uma musica.

(refrão: Elieo me robouuuuuuuuuúúúúúúúúú!!!3x)

No dia seguinte nem me dei ao trabalho de passar por lá. Eu e soneca fomos direto pra casa de Maomé "banca". Quando deu umas sete da noite chamamos carlos ''Homem grande, gordo e forte que é o marido da minha mãe'' para ir com agente.
Chegamos ele ainda estava montando. Repetiu novamente a história da mãozinha queimada e testou a guitarra.
Falou pra eu testar também "desceu uma luz sobre mim e uma musica celestial começou a tocar"
Peguei ela em meus braços como se fosse uma mulher amada que eu não tinha no momento. Senti seu peso, seu braço, suas cordas. Acariciei ela com um olhar de prazer. Encostei-a no meu corpo quente. Senti ela tão fria e calma. Eu conseguia perceber a energia que emanava naquele ser tão belo. Com um toque leve e emocionado dei a minha primeira palhetada nela. Ouvi seu som magnífico entrando nos meus ouvidos e sabia que ia ama-la pra sempre.
Depois dessa palhetada puxei a música "Clube dos canalhas" para ver o pesadão metal force dela. Foi um sonho real."Karalho!"
"Teve algumas brincadeiras de Elieo relacionadas a alavanca da guitarra, mas não vou escrever para não denegrir a imagem dele."
Com isso eu voltei pra casa feliz da vida e 250 reais mais pobre.''É, aumentou 50 reais depois de pronta''.

Com essa história aprendemos que não importa a marca da guitarra e sim o barulho que ela proporciona "aproposito ele é uma stratocaster memphis nodachi. Nodachi por que foi personalizada com meu nome gravado"
Aprendemos também a tomar cuidado com pessoas que falam "Ó nego" demais.

"Eu não comprei uma caixa até hoje. Fico usando a do pc mesmo"
''Mais pobre que o Kenny!''

Eu queria branca, mas o máximo que consegui foi amarela.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

reveillon




Essa história se passa em uma vira de ano. 2009/2010, eu acho.
Eu estava bem. Obrigado por não perguntar.


"Fim de ano é coisa do diabo"
por Juniorus Nodachi


Estava eu sereno e bem aconchegado no meu quarto. Sentado na minha cadeira com minha lindas pernas coberta por um lençol.
Era umas 21:00Hs e eu não estava nem ai pra tão celebrada passagem de ano. ''Eu estava querendo que o ano fosse tomar no...''
Não que eu não tive-se nenhum lugar para passa tão bela celebração. Mas optei por ficar em casa. O que já faço a 3 anos.
Fiquei olhando uns blogs de humor e vídeos do youtube. O que era bem melhor do que passar o fim de ano na casa de meus parentes que são um bando de filhos de uma profissional de sexo.
"posso xingar eles como eu quiser. Os parentes são meus e eles não vão ver essa história nunca mesmo por serem um bando de filhos de uma profissional de sexo"
Então, estava eu sozinho em casa. Sozinho não, Luiz estava aqui, mas ele estava dormindo. Então eu estava sozinho.
Quando escuto duas vozes no longínquo portão. Uma voz era bem parecida com a de um cantor adolescente de banda pop. Já a outra era um tom sinistro de Patolino asma.
Assustado, pego meu bastão de baiseboll, minha metralhadora e uma katana e vou em direção ao portão. Ao chegar olho pelo desconfiadamente e pergunto. "Quem é?"
Escuto logo em seguida a resposta. "sou eu cachorra" Logo entendo que se trata de nada mais, nada menos que "Sir Isak Cachoriltom" e seu intrépido parceiro "Sir Gibson a guitarrinha do mau).
Ao veles em pé logo após abrir o portão. Sinto um desprezo de tamanho tão imensurável.E com um olhar de repugnação pergunto.
"Vocês querem que porra aqui hoje?"
Eles vão logo entrando. Sem importar muito com o que eu tinha perguntado segundos antes.
Volto pro "QG" ''meu quarto'' onde estava vendo os blogs. Percebo que eles estão arrumados e vou logo perguntado.

''dialogo 01''

-Vocês tão indo pra onde?
- agente veio aqui.
-fim de ano de merda esses de vocês viu? tão ruim quanto o meu.
-então cachorra sai dai e vamo da um rolé.
-Da rolé?
-é pow vai ser massa
-rolé onde miserável? ta todo mundo em casa com suas familias.
-vamo no shopping.
- vão tomar no c*! eu não vou em shopping em dias normais imagine em datas comemorativas.
- que nada pow. Vai ta chei de mina lá.
-vai ta porra nenhuma.
-To lhe dizendo que vai ta rapaz. Acredite.
-Vo não vei. (sorriso sarcástico)
-então vamo na cidade nova?
-veiu eu to na internet
-porra larga de ser otario e vamo sair
-Vo não pow. Uma hora dessa?
-ta quem aqui?
-só eu. Meu irmão, minha mãe e carlos sairam.
-e por que tu não foi?
-por que num gosto de parente filho de #$@!%.

Depois de mais um tempo de conversa, fui convencido em vestir uma roupa mais apresentável e ir até a "cidade nova" que é um bairro bem próximo.
Caminhamos pela rua escura e mortificada, onde fica minha casa. Até que encontramos uns amigos dos meus amigos que tecnicamente não são meus amigos, por que eu sou um cara muito chato e tenho problemas pra fazer amigos.
"todos os meus amigos são chatos ou doidos. Com exceção de 2 ou 3. Não vou citar os nomes pra não causar inveja e brigas entre eles"
Os amigos dos meus amigos que não são meus amigos estavam indo em direção a cidade nova e eu vos acompanhei.
A conversa rolava solta, mas eu num entendia coisa nenhuma, por não conhece-los ou por ser burro mesmo. Tentei me enturmar dando um ''oi'' ou um ''iae''. Mas o máximo que conseguir foi uma virada de cara e um ''humm..''. Senti certa vontade súbita de manda-los se dirigir pra uma parte escrota de sues corpos. Mas me contive.
Seguimos até a entrada de uma igreja. "eu pensei fudeu. uma igreja. tudo que eu queria no final de ano era uma coisa fofa de uma IGREJA!"
Perguntei a o "Sir Gibson" se nós iria-mos entrar naquele local. Ele disse que não, com um sorriso sereno no rosto, só estávamos dando um tempo.
Dei um leve riso e balancei minha cabeça em sinal de aprovação.
"Eu estava virando emo por dentro"
Depois de muita conversa entre eles "eu não abria a boca" uma banda começou a tocar a "bosta" de uma música gospel. Não era uma musica gospel qualquer como a que eu escutava na banca que eu freqüentava. Era uma "bosta" mesmo. Um grande e divino ''cocozão'' musical.
Falei com delicadeza "eu sai de minha casa quentinha pra vim pra essa coisa coisada?"
Sai-mos. Quando estávamos nos afastando dos amigos dos meus amigos que não são meus amigos eles perguntaram onde nós iria-mos. "Sir Isak" respondeu que ia-mos no shopping. Ele recebe uma resposta que chegou no meu ouvido como trombetas do programa do Jô.
- Ah. O shopping ta fechado.
Eu quase pulei de alegria, mas me contive novamente. Estava pensando. ''vo voltar pra casa.'' Mas fui convencido mais uma vez a ir na cidade nova.
Chegamos la e vimos que não tinha "zorra" de ninguém. Só umas velhas esperando ônibus.
Sentamo na praça. E eu disse.

-Dialogo 02-

-TOMAR NO C*!!! num tem ninguém aqui!!!
-calma vei. relaxa.
-é pow senta ai.
-senta ai uma caceta. eu vou pra casa.
-pera pow. você já vêiu até aqui. Espera um pouco.
- ta certo.

"30 minutos depois"

-Fui velhos. Vo dormi.
-Mas ainda é 11 da noite.
-por isso mesmo.
-vamo tomar uma cachaça ali no bar.
-ki bar?
-qualquer um.
-É vei por favor eu quero beber muito hoje.
-você? beber? você num era crente?
-oxi relaxi. ó que onda.
- vamos pro lado de lá.

Voltamos em direção a minha casa em busca de um bar pra matar nossa sede por álcool. Entramos numas ruelas em busca do tal bar, e fomos até a "Moradas das arvores" que é outro bairro.
Como não achamos bar nenhum voltamos. Entramos em uma rua perto do colégio "Chico medes" que se trata de um centro de ensino tosco. Ao sair-mos dessa rua no deparamos com uma....adivinha? Isso mesmo. Uma igreja.
Na porta tinha uma garota de longos cabelos negros e um vestido numa tonalidade de azul que não sei o nome. Ela jogou o cabelo para o lado e sorrio em nossa direção.
Dai eu pensei, com uma estranha e incrível voz de narrador de trailer de cinema na minha cabeça.
"Três homens....uma mulher...vários destinos..."
Por incrível que pareça, continuamos andando e ninguém falou com ela. "Hoje acho essa parte muito gay" Logo começou o comentário entre "sir isak" e "sir gibson".

-Ela olhou pra mim.
-Ela olhou foi pra mim.
-tá. até parece?
-você acha que as mulheres só olham pra você é?

Eu continuei andando. Por ser feio tinha certeza absoluta que ela não tinha olhado pra mim e continuei andado. Avistei um mercadinho. "merda uma mercadinho aberto 11 e pouco da noite." Nesse mercadinho compramos uma garrafa de conhaque.
Fomos bebendo durante o caminho. Fiquei meio com vergonha de passar na minha rua com a "porra" da garrafa em mãos e brigamos pra ver que a levaria. "Hoje eu passaria não com uma garrafa, mas sim com varias, faria também gestos obscenos para as curiosas que ficam nas portas".
Chegando em minha casa "Sir gibson" teve que pular o muro por que eu tinha esquecido a chave e chamar Luiz pra abrir o portão. Entramos. "Sir isak" pegou meu violão e começou a tocar musicas de "Legião de mau urbana" e "Rosa de saurum". Eu já estava alcoolizado demais pra reclamar com ele. "Sir gibson" começou a canta-las por que ele é "emo" um conhecedor de musicas pops.
Nisso bebemos conhaque e comemos pânetone que tinha sobrado do natal.
Eu gravei varias coisas por que parece que eu nasce com a "merda" de uma câmera na mão. Coisas como musicas, besteiras, profecias pra o ano que estava chegado, declarações de amor, declarações de ódio e fogos.
"Se você me conhecer eu tenho algumas fotos desse dia. É só me pedir pra ver que eu deixo"
Depois desse momento virada de ano. Em plena 12 horas ou 0 horas "sei lá" tentamos sair na rua para gravar os fogos de minha parte e ficar gritando igual dois travestis da parte deles.
Não achei a chave logo na primeira procura, pois estava tonto. "Sir isak "pulou o muro e caiu do outro lado. Seu primeiro presente do ano. Vários arranhões. "se fudeu todo"
Comemoramos, pulamos, gritamos, bebemos, gravamos fizemos uma bando de "merda" a noite toda.
Logo depois. Eles foram embora. O que me deixou muito feliz.
"Num lembro bem dessa parte" Fui pra dentro de casa, tranquei tudo, botei umas coisa pra baixar e fui dormi ''de tênis, calça, sinto e o diabo a quatro.
Acordei no outro dia fui direto para o banheiro e vomitei tudo, "vomitei a porra do banheiro todo"
Limpei tudo, tomei um banho arrumei meu quarto e tomei uns remédios pra dor de cabeça. E claro, apaguei aqueles videos que tinha feito.


Aprendemos que não devemos misturar conhaque com pânetone e musica pop. Aprendemos também a não responder um amigo seu quando ele vai na sua casa numa data comemorativa
e só passar datas legais com gente legal.
"aprendi particularmente que os amigos dos meus amigos quem não são meus amigos podem se tornas não amigos para meus amigos que não são mais amigos e eu devo procurar novos amigos que não tenham amigos que queiram ser meus amigos para me torna amigo."

"Amigos novos são legais, amigos velhos são filhos de uma profissional do sexo''

Hoje eu não tenho amigos. Tenho pessoas interessantes e não interessantes que cercam minha vida.
para minhas pessoas interessantes um beijo/abraço/aperto de mão. Para os não interessantes uma xingada na cara.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Assaltante de figurinha do Yugi-oh



Essa é uma história tecnicamente triste, pois me leva a repensar nos momentos horríveis de um assalto que nós sofremos. Mas não importa o passado e sim o futuro.

"Ladrão de galinhas que rouba figurinhas"
por Juniorus Nodachi

Eu estava no segundo ano de ensino médio. Era o mês de abril. Numa Noite escura e quente de quarta-feira. Tinha-mos voltado do colégio mais tarde que o normal porque ficamos tocando violão até o porteiro nos tirar a força do colégio.
Sai-mos, o "garotinho inocente Nodachi" que é quem vos escreve, o "garotinho inocente índio" e o "garotinho inocente soneca" pela rota mais arriscada.
Era uma BR escura e desprotegida, cercada por um grande muro do lado direito e uma amontoado de campos de futebol conhecido como "pasto" do lado esquerdo.
Pensamos em ir pelo amontoados de campo, mas três garotos inocentes num fim de tarde atravessando vários campos desguarnecidos não era uma boa idéia.
Fomos então para o leste em direção a "cidade nova". Um bairro próximo. Seguimos pelo acostamento onde fomos surpreendidos por vários automóveis sem controle e com velocidade próxima a barreira do som.
Caminhamos por muitos minutos até chegar no grande posto de gasolina. Ele nos trazia uma esperança mais perante para aquele escuridão. Nos iluminava com suas grandes luzes amarelas e nós nos deliciava-mos com seu cheiro de gasolina.
Passamos por ele com muito cuidado, principalmente eu, por já ter assistido vários filmes onde subitamente o posto explodia e tudo mundo morria. Nesse momento o "garotinho inocente soneca" fez uma piadinha meio aterrorizadora.
"E se passar um aqui e jogar uma ponta de cigarro"
Depois dessa piada a tensão ficou no ar. Uma certa preocupação se abatia sobre mim. Sentia o cheiro da gasolina entrando mais forte e profundamente nos meus pulmões.
Finalmente passamos daquele ponto. Nos descemos a rua em direção a esquina que viraríamos. Foi um processo arriscado poderia ter custado a vida de alguns de nós. Mas chagamos com segurança.
Entramos então numa rua que nós consideramos menos perigosa, mas foi ai que nosso destino nos pregou uma peça.
Ao andar cerca de 50 metros pelas calçadas escuras de uma cidade sem leis.
Fomos abordados por uma franzino, mas altamente perigoso brow, ele tinha olhozinhos pretos apertados, um bigode com fiapos loiros e braços finos.
Com sua paleta reta virada para nós foi dizendo com um voz rouca e fraca.
"passa o celular mermão"
Viramos os olhos achando que tudo não passava de uma brincadeira de mau gosto, mas ele realmente queria nos assaltar.
Seu fino braço estava dentro de seu short como quem segurava uma arma de fogo ou apenas dando uma coçada. Quando ele nos encarou e repetiu com mais intensidade as mesmas palavras de antes
"PASSA O CELULAR MERMÃO!"
Nosso coração parou de bater por alguns segundos, o suficiente para minha respiração aumentar a frequência descontroladamente. O "garotinho inocente soneca" foi o que mas parecia assustado com a situação. O elemento percebeu o nível de fragilidade de nosso amigo e foi em direção dele com sua bicilcleta enferrujada com alguns tons de vermelho sujo. Botou a paleta reta na cara do pequeno jovem indefeso e esbravejou.
"Mi da esse celula que ta no teu boço agora porra. Sinão vo meter bala im voces. Eu to com o ferro aqui maluco. ce qué bricar com a vida veiu?"
Aquelas palavras me deixaram absolutamente imóvel.
"Como tal ser poderia assassinar a língua portuguesa de tal maneira" mas não era isso que eu deveria me preocupar. Ele poderia querer assassinar agente em vez da língua portuguesa. porque ele era ladrão, era marginal, bandido mesmo. E na hora eu estava pouco ligando pra língua portuguesa.
Eu fiquei assustado, assustado não, eu estava morrendo de medo, eu sentia meus ossos tremerem. Foi quando o "garotinho inocente soneca" respondeu a pergunta que o elemento, ladrão, assaltante, safado tinha perguntado .
" to com celular não velho. Pode olhar se quiser."
Ele ficou parado por alguns segundos com sua paleta reta em nossa direção novamente. Balançando a cabeça ele fito o jovem guri e falou.
"E esse volume no bolso ai? C sabe que se for um celula vo li dar um tiro"
O "garoto inocente índio" intervil pro nosso colega falando que nós não tinha-mos nada. Éramos só pobres garotinhos inocentes indo pra casa.
Ele ficou bravo com a intervenção e expressou uma giria.
"Colé?"
Nós baixamos a cabeça em quanto ele agredia verbalmente nosso colega.
Depois de muita ameaça. O "garotinho inocente soneca" tirou o que estava fazendo volume em seus bolsos.
Foi um movimento rápido dele. Botou a mão no bolso e tirou o conteúdo, segurando firmemente e mostrou para o elemento.
Ele olhou e disse rapidamente.
" você só tem isso?"
nosso colega foi rápido e temeroso na resposta.
"Só, velho. Só tenho essas figurinhas de yugi-oh"
O elemento abaixou a cabeça e voltou seus olhos para nós. Foi nesse momento que achei que seria o meu fim. Imaginei até as notas dos jornais ''Garotinho inocente Nodachi morre depois de ser assaltado por elemento armado"
Como não tinha nada nos bolsos além de 0,15 centavos e uma borracha gasta. Falei.
"Não tenho nada não brother" ele me olhou com um olhar de desconfiada, mas viu na minha cara que eu estava liso, sem um tostão furado no bolso mesmo.
E voltou-se sua paleta reta para o "garotinho inocente índio" que estava com suas mãos vermelhas de tanto apertar a capa de seu violão.
Ele falou com sua voz de pato e com um leve sorriso que mais aparentava medo que descontração.
"Num tenho nada também não. Tamo voltando do colégio"
O ladrão, safado, marginal, bandido já estava percebendo que tinha perdido seu tempo nos assaltando e retrucou com uma pergunta.
"Ces tem cinquenta centavos ai?"
Falamos para ele quem estávamos completamente sem dinheiro. Ele volto-se seus olhos para o deck de figurinhas de yugi-oh que estava nas mãos trêmulas do meu colega.
E falou com um sorriso na cara.
"intão valeu"
E volto a pedalar sua bicicleta enferruja em direção ao bairro mas perigo da cidade.
Depois disso seguimos nosso caminho comentando tudo que tinha acontecido.
Meu colega visivelmente aliviado por não ter perdido ser deck, que contava com cartas bem legais e raras.


Aprendemos com essa história que não devemos reagir a nenhum assalto. Nem mesmo quando ele for realizado por uma ladrão de bigodes loiros.
E nós sai-mos dessa história como grandes malandrões por não ter perdido meus 0,15 centavos e minha borracha, o deck do "garotinho inocente soneca" e o violão do "garotinho inocente índio".

Obs: Ao andar por ruas perigosas não leve celulares, Decks com cartas raras ou dinheiro. "Quem sabe um real seja bom pra ele não lhe matar por não ter nada".

"Esse ladrão nos assaltou de novo tempos depois e não levou nada de novo. Soubemos depois de alguns meses que ele morreu. "0\o/\o/\o/ bem pregado ladrão safado"

Maomé e a descoberta de George city



Este texto mostra um pouco que eu nem sempre fui perfeito, muito menos o gênio que não sou hoje. Ele se passa no ano de fundação do grupo "os brutais" que foi sem duvida um dos melhores anos da minha insignificante vida de imortal.


"Maomé. A lenda, o mito, o gênio e o vagabundo"
por: Juniorus Nodachi


Era um ano difícil pra mim. Eu tinha ficado em três recuperações, o que era inaceitável.
Sabia que provavelmente não me daria bem nas provas de final de ano estudando sozinho com sempre fiz, era hora de uma escolha drástica, fazer ou não um reforço escolar, mas conhecido como "banca".
Relutei a decisão por vários dias pensando que iria encontrar uma forma mais simples de aprender o deveria ser aprendido.
Sem muita escolha optei por entrar mesmo na banca.
Meu orgulho era grande.
"Como posso entrar numa banca? É coisa de retardado que num consegui estudar sozinho"
Com muita dificuldade falei com meu amigo que teria que arranjar um lugar pra estudar, por incrível que pareça ele também estava precisando de um lugar como esse.
O grande problema é que não sabia onde encontrar um lugar como esse. Não era fácil achar um confiável o suficiente para entregarmos nossas mentes brutas para lapidação.
Estava ''Mr. Nodachi'' que sou eu e o grande garoto o ''Mr. Soneca'' sem ter para onde ir e sem saber o que fazer.
Depois de uma semana de lamentações, descobrimos que na nossa sala tinha um de nossos colegas que aparentava conhecer um bom lugar.
O nome dele era ''Mr. Martins'', ''Mr. Duende'' ou ''Mr. Disqueteboy'', como preferir.
Depois de acertamos tudo com ele, descobrimos que tinha mais um elemento em situação parecida com a nossa. Entra em cena agora o ''Mr. índio'.
O ''Mr. índio'' não era uma pessoa muito confiável, era um completo "marginal" ou até algo pior.
Então marcamos que a tarde iria-mos para tal banca.
Dado umas 13:00 passa em minha casa um garoto de cabelos encaracolados e com um serrado olhar e sono "Mr. soneca".
Fomos até o lugar que tinha-mos marcado encontrar o ''Mr. índio''. Ele estava lá a nossa espera. Vestido com um roupa tipicamente indígena.
Esperamos por alguns minutos a chagada de nosso outro colega o ''Mr. martins'', mas ele não chagava. Ficamos preocupados.
"Aquele miserável ta atrasado! Filho da..."
Fomos caminhando da porta do mercado "JBV" até as proximidades da "Elite piso". Foi uma caminha dura , pois estava chuviscando e eu estava dividindo meu guarda-chuva com o ''Mr. índio''.
Quando chagamos la avistamos no horizonte cinzento e sombrio de uma tarde chuvosa um traço, sim um traço, uma grande linha de um 1,75 metros caminhando em nossa direção a unica coisa que via-mos bem era um pequeno caderno em sua extremidade esquerda.
Nós nos olhamos enquanto a grande linha vertical se aproximava, senti que o ''Mr. índio'' tinha lágrimas nos olhos, provavelmente pela cena fortemente deplorável que estávamos presenciando naquele momento.
Eu que não conseguia entender realmente o motivo para tal caras assustadas que estavam fazendo meus caros amigos, serrei meus olhos o máximo possível até identificar mais umas evidencias de que aquele traço vertical seria realmente uma pessoa. Ele tinha uma camiseta de aproximadamente um dedo de largura, como aquelas que os fisiculturistas usam, tinha também um espécie de short de dançarina de grupo de pagode, um tom de amarelo que dificilmente vai sair de minha memória.
Ele se movia de forma esquisita, mas ao se aproximas mais podemos identificar que aquele era nosso colega o ''Mr.Martins''.
Ele chegou nos cumprimentando e falando alguma coisa sobre meu guarda chuva de flores que eu tinha pegado de minha mãe, mas foi tudo ignorado por todos, nós não conseguimos falar, pensar ou algo do tipo, só conseguimos olhar para aquele corpo raquítico de criança da Etiópia. Foi então que o ''Mr.índio'' perguntou umas coisas para o nosso colega traço.
"QUE DESGRAÇA É ESSA MERMÃO?? TU USA CRACK É?? "
Aquelas perguntas me deixou vermelho e a temperatura do meu corpo aumentou significativamente.
só conseguia-mos soltar gargalhadas e mais gargalhadas e fazer novas perguntas.
"OLIVIO PALITO!! HOMEM INVISÍVEL?! CABO DE VASSOURA!! GAROTO AFRICANO É VOCÊ MESMO??"
Depois desse momento alegre. Ele decidi levar-nos até a banca para conhecer quem viria ser nosso mestre.
Após uma curta caminhada chegamos na divisa de dois bairros. Um deles conhecido como "George city".
Eu particularmente não tinha nada contra esse bairro, mas ele carregava uma má fama devido ao seu alto grau de periculosidade.
Nossa sorte foi ter um experiente morador do tal bairro conosco. O "Mr. índio" já era bem conhecido pela ''malandragem'' do local , o que nos deu uma falsa sensação de segurança.
Finalmente chegamos na "meca" do nosso profeta.
Chamamos umas duas vezes e ele apareceu. Vimos seu rosto redondo suas barba grande e seu óculos fundo de garrafa e uma pequena barriga volumosa.
"Parece um pouco comigo ¬¬"
Ele nos recebeu com com boas vindas calorosas, nunca vou esquecer suas primeiras palavras.
"Olha que desgraça! um grupo de pestes do demônio"
Achei ele meio rude no inicio, mas depois vim perceber que ele estava bastante acostumado com certos seres anormais.
Entramos e começamos a falar com ele sobre nossas dificuldades e ele tão já foi dizendo.
"Dinheiro adiantado"
Pagamos ele ,quer dizer nem todos pagamos, "Mr. Martins deve ele até hoje", e continuamos o estudo e ele deu todas as dicas de como lidar com os professores e formas mais fáceis de estudarmos.
Ex: p.v= n.R.T = ( P.uta, V.elha, n.ão, R.ejeita, T.arado )
Foi uma semana incrível para gente eu aprendi tanto geometria, matemática e física quanto palavrões novos, meu vocabulário era estendido a cada dia. Poucas pessoas conseguiriam adicionar uma palavrão para cada frase dita como ele conseguia.
Mesmos depois de fazermos as provas e sermos aprovados, com exceção do "Mr.índio" que perdeu de ano de novo. Nós continuamos indo lá durante as ferias também, mas logo ficaram só eu e o "Mr.soneca" pois gostamos bastante do profeta maomé.
Quanto mais tempo passava, mas gente chegava. Ele estava ganhado muito. E nós frequentava-mos os três turnos. Era uma missão diaria andar no George city pela noite, presenciamos varias mortes, assaltos, brigas de gangs, conferencias de dono de bocas de fumo, sequestros, guerras nucleares, abduções alienígenas entre outro acontecimentos terrivelmente assustadores.
Na banca nós encontramos uma gang de meninas crentes. elas cantavam músicas gospel e falavam besteiras, e como falavam, falavam demais, era cada merda. Nosso professor também maneirava nos xingamentos e palavrões, ele passava a usar só de duas em duas frases agora.
Com essa gang desenvolvemos uma certa rixa, pois nós ouvia-mos música, que é o segunda maior causador de morte no mundo depois da religião. Nós ouvia-mos rock. O que parece ser normal pra algumas pessoas, é uma grande desonrar com ligação diabólica na Bahia. E ainda estávamos em território pagodeiro inimigo.
Conhecemos também um importante membro para nosso grupo lá. Uma lobo em pele de cordeiro chamado "Mr. Ph". Até então achávamos que ele era um viadinho que andava com uma galera estúpida e sem noção, mas acabou se tornando um grande amigo. No começo teve meio que uma relutância por eu achar que todo reggeiro era maconheiro, e ladrão.
Ele veio a se tornar membro de nossa banda de uma banda, mas isso já é outra história.
Essa situação perdurou por um ano inteirinho, depois de varias descobertas inesquecíveis que irei postar um dia. Descobrir que um personagem peculiar do oriente médio poderia ser um grande e inteligente homem de caráter que xingava MUIIIIIIiiiiiiitoo, e também vi que uma terra assombrada na verdade era uma grande familia, uma familia que perdia uns 50 membros por dia, mas uma grande familia.
Hoje tenho o maior respeito por aquele povo e peço do fundo do meu coração.
"Não me assaltem mais poha!"
Aprendemos também que o "Mr. índio" é burro pacas, que facções religiosas existem e que um professor quando esta dando reforço escolar em casa pode xingar bem mais que seus alunos.



"Uma história sem graça"
por: Juniorus Nodachi

domingo, 20 de junho de 2010

O perigo de filar aula pode ser mortal



Essa história se passa a seis anos.
Os brutais nem existiam ainda, mas é uma história que marcou minha vida.

Querido diário hoje eu fiz uma coisa muito errada. Eu filei aula.
Era uma segunda feira. Eu tinha ido pro colégio como sempre as 07:00 da manhã. Assitir as duas primeiras aulas, mas foi no terceiro horário que ocorreu o meu primeiro crime.
Tinha-mos esperado por nosso professor de português cerca de quinze minutos. Vou chama-lo de "Sr. Tartaruga ninja". Ele estava atrasado o que não era de seu costume. Então sai-mos da sala em direção ao portão do modulo estudantil onde a "Tia do portão" nos olhou e olhos serrados.
Sua cara dizia o que ela estava pensando, a expressão cansada, o negro dos olhos e as rugas feitas por uma vida de trabalho duro, entregava que ela estava morrendo de curiosidade pra saber o que oito belos garotos estavam fazendo fora da sala de aula. Ela foi logo dizendo com um ar de superior.
"O que vocês estão fazendo aqui?"
Sua voz soava como um Bob Esponja com gripe, e isso me deixava ligeiramente irritado.
Me veio varias repostas em minha cabeça uma mas ofensiva e que a outra. Era natural eu pensar aquilo naquela idade. Uma boa resposta pra tal pergunta, era..., se não me engano "Nós estamos indo fumar maconha poha!", mas educadamente disse estamos de horário vago do Sr. tartaruga.
Ela ainda com seu olhar serrado nos fitou e disse em voz baixa de Bob Esponja com gripe "Pode passar".
Fomos para o lugar que qualquer garoto com aquela idade iria . A quadra. Pensávamos ''mulheres pra que? temos futebol ''
Ficamos por quase uma hora correndo suados atrás de uma bola de futebol.
"pensando bem essa história ta meio gay ¬¬' isso é mau "
Até que ouvimos o sinal do fim da aula e nos dirigimos para o modulo.
Ao chegar no portão guardado pelo "dragão bob tia esponja" avistamos um vulto no horizonte, não podia-mos acreditar, era ele, os Sr. Tartaruga com sua cabeça de tartaruga indo pra frente e para trás em movimentos sincronizados "pra frente, pra trais, pra frente, pra trais, pra frente, pra trais, "
''Ta gay essa poha ¬¬'''
Ele passou por agente com seu olhar de tartaruga e falou com uma voz maléfica "estavam filando aula, né?"
Nesse momento sabia que tinha-mos nos ..., tinha-mos entrado em uma enrascada tremenda, sabia-mos que era nossa passagem para o mundo dos crimes.
O intervalo dura em media de quinze minutos, esses quinze minutos foram contados com quinze anos.
Oito jovens, quinze minutos e um destino.
MINUTO 01:
o professor tartaruga era o mais temido entre os professores.
Começamos a pensar o que qualquer criminoso pensa quando é pego. A fuga. Pensamos em vários métodos de escapar do destino certo e imperdoável que nos esperava, mas nenhuma realmente eficaz.
MINUTO 02:
Suicídio era uma boa solução, mas como reviveria-mos. Eu era apenas um nerd que só tinha usado fenixdown no computador.
MINUTO 03:
Poderíamos levar na esportiva, dialogar com ele, falar que foi apenas um mau entendido, mas também sabíamos que ele nunca acreditaria na gente.
MINUTO 04:
No minuto quatro eu já tinha suado mais do que tinha suado o jogo todo minutos antes, sentia meu coração dando pulos, quase que saindo pela caixa torácica e meus neurônios numa viajem infinitamente rápida e continua pelo meu celebro produzindo substancias jamais sentidas com tanta intensidade.
MINUTO 05:
Conformação seria uma coisa boa. Preparar minha alma para a decisão e a punição.
MINUTO 06:
Raiva. O sentimento mas nobre e mais sujo já existente passava pela minha cabeça. Não era a obrigação da da "tia do portão" conferir se ele realmente não estava la e nos informar? A culpa era só dela e de mais ninguém. Funcionaria incompetente.
MINUTO 07:
Comecei a tremer. Acho que a adrenalina do momento era alta. Filar a aula do pior e mais malvado professor do colégio era um desafio incrível.
MINUTO 08:
Nesse minuto eu meio que dormi....deu branco só vi uma luz.
Minuto 09:
Ele estava pela janela olhando para gente com sua cara de tartaruga ninja, provavelmente escolhendo seus melhores sermões, castigos e humilhações possíveis, as vezes dava uma certa olhada malignamente maliciosa como uma tartaruga olha para um monte da alfaces.
MINUTO 10:
Começamos a brigar entre nós. Um jogando a culpa no outro por ter inventado de sair da sala naquele momento ou ter trazido a bola pra jogarmos.
MINUTO 11:
A "tia com voz de bob espoja" que ficava no portão nos olhava com um feliz sorriso como se quiser-se dizer "Vocês se fu....".
MINUTO 12:
Comecei a me alto flagelar, dando leves tapas em minha cabeça e dizendo por que nós fizemos tal ato sem fundamento.
MINUTO 13:
O minuto do azar. Ele começou a pegar suas pastas e seus pertences em quanto terminava seus copo de café.
MINUTO 14:
Ah o desejo!O desejo de que aquele café queima-se sua língua fazendo ele não conseguir falar ou até ir pra casa.
MINUTO 15:
passei o tempo de olhos fechado pensando lasco-se, lasco-se, lasco-se, lasco-se, lasco-se.

O sinal finalmente tocou. Era a hora da verdade. O que aconteceria conosco?
Ele passou pela porta, seus passos eram lentos e macios, seu sorriso nos dava calafrios e a tensão os consumia vivos.
Ao chegar do nosso lado virou a cara e disse numa voz baixa.
"Fizeram a atividade que eu passei?"
Era impossível tal professor tartaruga ninja perguntar uma coisa daquela num momento tão exorbitamente maluco.
Quando uma alma fez uma pergunta.
"Só isso professor Tartaruga? e o fato da gente ter filado?"
Ele com seu sorriso de tartaruga ninja olhou com sues olhos de tartaruga ninja e falou com sua voz de tartaruga ninja.
"Foram os quinze minutos mais mas felizes da minha vida"
Em mim afloraram todos os piores sentimentos já inventados e descobertos pela humanidade, mas foi tudo substituído por um leve sorriso desconcertante.
Ele ainda teve a audácia de dizer que tanto ele quantos os outros professores adoraram nossas caras.

"Filar aula é como ir pra guerra"

Moral da história. Você que fila aula, o professor não vai fazer nada com você, ninguém vai fazer nada para você, eles só vão ficar te zuando na sala dos professores.
Então file aula, filar aula é moda agora. O nxzero filaram aula, o cine fila aula, o fresno fila aula, o justin beiler fila aula, então file aula mesmo e seja descolado.
Por que quem quer ser um nerde que tem medo de filar aula?
Deixem a vaga da universidade pra mim.
E se você for fazer comunicação social ou algo do tipo como publicidade e jornalismo, vá pegar o baba, vá jogar bola, va filar aula, o que importa é ser feliz.

Falando serio: "Não se desespere por alguém, porque esse alguém pode não se importa com você." ''experiência própria'' e essa frase não se aplica só com o professor Tartaruga e coisas do tipo. Então reflita e leia o texto de baixo que é bem melhor.

Texto terminado as 04:18 tô morto de sono....se o texto tiver sem noção...o problema é seu.

Me apresentando na hora errada.




Sei que o normal seria me apresentar antes de qualquer postagem ou escrever ali do lado para as pessoas olharem, mas o blog é meu e eu faço o que eu quiser.
Let's go!

''Manoel Denilson Marques da Silva Junior Nodachi Jão de Emirados Koalinha''

Nasci no dia 25 de junho em plena festa de São João, o que seria ótimo pra varias pessoas menos pra mim. Vim para o mundo num hospital da cidade de Feira de Santana, ia pergunta o hospital pra minha mãe, mas ela esta dormindo agora. Nasci em 1992 um ano que não aconteceu coisa nenhuma no mundo. Ah faço aniversário no dia em Michael Jackson morreu e no mesmo dia que a mãe de uma amiga minha que me apelidou de "nó nas tripas" mas no fundo é carinhoso. Eu acho.
Logo depois de nascer fui levado pra terra media de Emitats, que não é o Emirados árabes Unidos e um lugar mas a leste num jogo de RPG que eu mesmo fiz. Fui criado num orfanato até os dez anos de idade quando virei cavaleiro de Atena, mas como nunca chegava na hora certa para derrotar os inimigos fui demitido.
''Culpa dos ônibus errados que eu pegava''
Aos onze fui morar numa floresta mágica cheia de bichos gays como fadas, duendes, vampiros vegetarianos, e lobisomens que pareciam ratazanas, mas fui expulso por ser o único hetero do local. ''puro preconceito da parte deles''
Fui acolhido por uma casal de velhinhos camponeses quem moravam ali perto.
Depois de me envolver em revoltas para derrubar o rei do país conheci meu irmão. Uma mago cabeçudo e com poderes inúteis e um QI meio "diferente" do normal. Fui convencido por ele a ir matar um grande ser maligno das trevas. Depois de da cabo do feioso vive muito bem até completar meus quinze anos e voltar pra minha cidade natal.
Entrei num grupo muito famoso chamados ''os brutais'' que foi fundado por mim mesmo. E desde então entro em varias aventuras furadas com eles.
Atualmente sou um moreno, alto, forte de olhos verdes e cabelo de emo "mentira!!!"
Sou apenas um jovem homem moleque, "VOCÊ NÃO É CAVEIRA! VOCÊ É MOLEQUE! TIRA ESSA FARDA PRETA! MOLEQUE!", que mora no interior da Bahia e não quer seguir carreira musical de cantor de axé.
Éh....esse sou eu, meu futuro é segredo senão vocês não leriam os textos, mas se você foi "PSICÓTICO" o suficiente pra gostas de mim, me conheça melhor aqui "http://mrnodachi.blogspot.com/"
Obs: "se for algum taradão maluco nem entre "isso vale pra você também Alvaro" ou seja o nome que você usa na internet, mas se for uma pessoa (fêmea)legal..."

sábado, 19 de junho de 2010

Direto ao ponto, mas o caminho é longo e errado.




Eu poderia inventar varias formas para iniciar esse diário mas decide escolher a verdade.
hoje eu vou começar com uma historia que aconteceu a uns quatro anos atrás, não é uma historia muito geniosas escrita por uma pessoa consagrada , mas pode vim a lhes render bom risos.

'' A LAN HOUSE''
por Juniorus Nodachi


Querido diário, foi numa sexta feira que tudo aconteceu. Estávamos no final do ano letivo do nosso colégio e tinha-mos que fazer um trabalho.
Não lembro bem a matéria mas sei que era importante.
Após uma prova sai-mos para ver o tal trabalho numa lan house. Uma coisa normal se eu já tive-se ido em uma.
Descemos a rua em direção ao centro da cidade em busca de uma, estávamos em um grupo de cinco pessoas, desarmadas e ingênuas pelas ruas de uma cidade suja. Quando um do nossos membros teve a brilhante idéia de nos liderar por essa incrível aventura .
Vou chama-lo se ''Tenente F.Martins''.
O dito cujo, tinha informações necessária para nosso objetivo, pois era o encarregado de saber todos os lugares da área por residir na mesma.
Guiados por ele chegamos no determinado local. Um local aparentemente diferente de como seria um lan house nos meus meros olhos inexperiente.
Ela tinha grandes portas de vidro escuro.
Esperamos um pouco na porta por motivos até hoje não entendidos por minha mente. Até que eu escutei a fatídica frase que seria a causadora de tal aventura.
''Pow essa lan house deve ser daquelas burocráticas''. Dita pelo Tenente F.Martins com uma cara de reprovação do ambiente. Seguimos em marcha como um pelotão militar preste a atacar uma base inimiga. Nos dirigimos para o leste em direção a uma lan house suposta-mente mais simples para nosso tenente. Depois de caminhar em perigosas avenidas movimentadas, atravessarmos ruas sem faixa e subirmos em calçadas altas, finalmente chegamos em nosso destino.
O sol estava no céu, e uma aura azul pairava sobre nossas cabeças. Quando um outro de nossos companheiros, que irei chamar de ''soldado índio'', disse num tom de voz levemente irritado.
"Tá fechado esta merda!"
Aquelas palavras vieram como uma bomba para nosso ouvidos, não acreditávamos que tanto esforço e tanta bravura teria sido em vão.
Todos por um momento ficaram cabisbaixos e decepcionados, mas sabia-mos que não poderia-mos desistir. Então com um suspiro longo e profundo eu o ''sargento jão'' falei em um tom serio e empolgante.
''Vamo voltar na outra então pow!''
Todos olharam pra mim como se aquilo fosse uma loucura, atravessar aquelas ruas perigosas com combatentes inimigos disfarçados de apreciadores de música baiana popular, mas no fundo todos queriam aquilo, todos queriam voltar.
Foi quando o tenente F.Martins me perguntou se eu estava ciente do risco que era voltar aquela duas esquinas de aproximadamente 100 metros. Eu continuei firme na minha decisão. E foi me atribuído, não verbalmente, mas sim espiritualmente a liderança daquele grupo. Todos confiavam em mim, esperavam quem eu ia dar o melhor de mim pela missão.
Voltamos, desafiando todo e qualquer perigo que nos atravessava, sem medo da morte e sem pensar em derrota.
Quando chegamos. Estávamos abatidos e cansados, aqueles cem metros tinham parecido cem quilômetros, mas tinha-mos concluído a minha primeira missão de liderança.
Abrimos a porta de vidro escuro como se fosso um grande portal para um lugar melhor, todos tinha-mos a falsa esperança que tudo daria certo.
Ao sentir o ar gelado de dentro da lan house, pensamos estar em uma mundo diferente, um mundo melhor e digital.
Quando aparece maIS dois personagens importante dessa história o ''saldado michel kaike jackson'' e o '' sargento soneca''.
Eles estavam preparados para dar a vida em troca da missão.
O ''saldado michel kaike jackson'' me deu o dinheiro que era a forma mas pacata de comunicação entre o povos das lan houses e nós. Peguei aquele dinheiro quente, suado que provavelmente estava a varias horas num bolso de calça jeans e me aproximei do balcão e fui direto na pergunta.
''Ces tem fone ai?''
A negociadora me olhou com um ar incrédulo, mas sem antes do ''sargento soneca'' derrubar o "maldito" fone de ouvidos no chão. A situação ficou tensa, estávamos em território inimigo e parece que tinha-mos quebrado alguma regra da dita área. Ele pegou o fone e colocou novamente em sua mesa/escrivaninha e pediu desculpas.
Ela ainda nos olhava incrédula quando o ''saldado michel kaike jackson'' teve uma idéia que no momento me pareceu razoávelmente boa de pergunta quando é a hora. Ela disse de forma humilde e serena.
''Quanto é a hora aqui, êim?''
Aquelas palavras pareceram não surtir efeito sobre a mulher, foi quando nós olhamos um para o outro e sabia-mos que poderia-mos não sair vivo daquela situação. Alguns rezaram outros pensaram nas suas familias outros apenas não ligaram, mas aquela mulher tinha nos dado a maior e piora noticia de nossas vidas até o momento.
Ela nos olhou de cima a baixo e com um leve sorriso sarcástico no rosto disse numa voz baixa e delicada.
''Isso é curso e não uma lan house''
Nossos olhos não enxergavam, nossos ouvidos não escutavam, nada mais importava e as informações ficavam claras agora, não tinha posters de jogos famosos nem pivetes de boné e um atendente sentado e sem olhar para nossas caras por estar no msn, tudo fazia sentido agora.
Nós sai-mos de lá de cabeça erguida e sem mostrar desespero. Quando alcançamos calçada e entramos num coma de risos.
O desespero nos levou a loucura de entrar numa lan house que era um curso e de fazer as coisas mais absurda ja feita por um grupo de ser humanos racionais.
depois de aproximadamente 30 minutos de risos e gargalhadas começamos a expor os erros da missão. A incompetência do tenente F.martins em nos liderar em território inimigo e a minha precipitação em tentar reunir a força de vontade do grupo.
Logo depois perdemos O ''saldado michel kaike jackson'' e o ''soldado índio'' que foram rebaixados por não comprimentos de algumas missões, inclusive essa.

Com essa aventuras aprendemos a perguntar as coisas as pessoas que estão na rua e podem nos esclarecer melhor do que fazer coisas sem saber.
Aprendemos a perguntar sempre.


''A história de uma lan house que era curso''