segunda-feira, 30 de agosto de 2010

futebol.




O tema hoje é... futebol!!! A grande paixão brasileira depois da mulher. (em
alguns casos)

Sim, eu estou jogando futebol todos os sábados, não é legal?

“Futebol, Mulher e rock’n roll”
Por: Junior Nodachi

Futebol, do latim, Chuteosbolas, é uma pratica esportiva onde 22 homens correm atrás de uma bola para botar entre três pauzinhos fincados no chão. Conta também com mais três homens que correm atrás desses outros 22 homens com apitos e bandeiras. E sem falar nos outros 6723457834657 de homens que assistem esses três homens correrem atrás desses outros 22 homens que correm atrás da bola pra por entre os três pauzinhos fincados no chão.

Nós homens já nascemos com os genes futebolísticos, então por mais que um homem lute contra o futebol, o futebol sempre vai persegui-lo. E se esse individuo for ainda por cima brasileiro, ai que merda esta feita.

A frese usada para titulo desse texto mostra uma realidade diferente da realidade habitual do mundo masculino. A frase correta seria “Futebol, Mulher e Carros”, mas como texto é meu, eu optei por mudá-la.

Os únicos objetivos de um homem em qualquer fase da sua vida se resume a essas três palavras. Não venha me dizer que você é sensível, ou que não se interessa por essas coisas, ou até que essa é minha opinião, pois sei que estou absolutamente certo em afirma essas três palavras como sagradas para um homem.

Um homem nasce com objetivo de chegar a ter essas três palavras juntas diariamente em sua vida, e só estará realizado como homem quando as obtiver. Eles estudam, lutam, guerreiam, matam, e fazem tudo para alcançar algumas dessas palavras.

Um grande exemplo são as guerras. Elas acontecem por vários motivos, imaginam as mentes desfavorecidas de conhecimento. Mas realmente acontecem em buscas dessas três palavras.

Um país invade o outro para ficar com seus recursos, que vem a render dinheiro, que será gastos com futebol, mulheres e carros. Ou um país ataca o outro para mostrar que seu futebol, suas mulheres e seus carros são melhores do que os do país invadido.

Eu estava pensando aqui, como o mundo pode viver em torno de algo que parece ser totalmente insignificante? A resposta para essa pergunta é simples. A mulher. Ela faz toda a diferença no planeta, pois não nascem com os genes futebolísticos, não gostam de outras mulheres em sua maioria e viveriam felizes e bem sem carros (caso eles não existissem).

Já os carros, é a única parte que pode ser variável para um homem, pois foi inventado há pouco tempo para impressionar mulheres e levar os homens até o futebol mais próximo. Mas isso não faz deles menos formidáveis, é o degrau mais importante para a conquista dos outros dois itens.

Pronto. Depois dessa aula básica de heteromasculinogia vamos a algumas besteiras que comporão minha vida nesses sábados de futebol.

A história começa quando nós tivemos uma idéia de comprar uma bola, só pra aproveitar a quadra do condomínio, onde mora um de nossos colegas. Até então éramos três homens.

Compramos a bola. Ela era branca, com alguns rajados de preto e cinza. Foi uma despesa a mais, mas valeu a pena para agente. Não jogamos logo com ela, pois teríamos que ter pelo menos mais um homem para completar o que parecia ser pelo menos um golzinho.

Achamos esses homens. Não fora muito difícil encontrá-los, por se tratar de futebol grátis, todos estavam disposto a participar. Então tínhamos mais dois homens entregando o time, o que daria um time de futsal. Pensamos bem, já temos um time, então vamos tentar formar um time rival para o jogo ficar mais dinâmico.

Depois de uma procura discreta sem resultado. Após um teste, eu, falei na sala.

- Quem quer pegar o baba amanhã na casa de Chagas? La tem uma quadra boa e agente já compro a bola.

Foi dito e feito, segundos depois nós só não já tínhamos o time rival como achamos pessoas o suficiente para formar um terceiro time. Estava tudo caminhando bem, agora o problema seria fazer uma media de quinze homens acordarem antes da sete da manha em uma sábado, depois de uma semana de inteira de aula e trabalho.

Eu particularmente achei difícil disso acontecer, por até então não acreditava totalmente na primeira palavra dita pelo primeiro homem a nascer. A lenda religiosa diz que quando o primeiro homem nasceu à primeira palavra dita por ele foi “futebol”. Alguns acreditam também que Deus fez o planeta tentando fazer uma bola de futebol perfeita, mas pode ser pura especulação dos fanáticos.

Nós marcamos para o jogo para começar as 08:00 da manha, o que parecia ser um horário razoável. Acordei as sete, tomei um banho, procurei meu meião e chuteira, os pus em uma mochila, vestir um shortinho, tomei um pouco de café e parti.
Passei na casa do índio, e nos dirigidos para o condomínio. Quando chegamos lá tinha mais dois jogadores de fim de semana (Álvaro tava todo uniformizado, parecendo que
Mickey Jagger jogava no Vasco da Gama)

Nós então fomos para quadra ver o estado de nossos corpos sedentários em campo. Jogamos por alguns minutos juntos com os gurizinhos do condomínio (os gurizinhos eram fodas de mais, tudo ninja, cheios de gingada e as pohas todas, eles eram melhores que nós todos juntos. O melhor deles era um gurizinho magrinho que Fabrício virinha a apelidado de Muriçoca).

Momento depois se avistou um carro cheio homens com sacolas e sapatos na mão, gritando e vindo em nossa direção. Eram o povo lá da sala. Chegamos a jogar por horas, (momento fdp. Enquanto estávamos jogando as meninas do condomínio desceram e sentaram-se no bando enquanto nos olhavam jogar. E por que eu disse isso? Por que eu nunca vi um futebol ficar tão agressivo e tão habilidoso de tal forma em alguns segundos. E isso reforça a teoria heteromasculinista, onde todos estavam usando o futebol para alcançar a segunda meta para um homem).

Como observador que sou me vi perguntando, já que não estava jogando, pois meu baba tinha perdido. (Que diabo de menina vai se interessar por um bando de homens gritando enquanto correm atrás de uma bola? E ainda perdendo para um bando de criancinha? E ó que eu sou baixo, e estava achando os guris pequenos. Mas com tesão futebolístico não se discute. No entanto elas foram embora momentos depois, o que deixou os ditos fodões e gostosões lá da sala numa calorosa briga de quem eles pegavam).

Antes que desse o meio dia, um garoto tratou de dar um chute que fez a bola subir a uma altura que passou o muro, e passar a altura do alambrado, que é duas vezes maior que o muro, e fazer a proeza de da o azar da bola cair numa chácara onde era cercada por uma cerca elétrica e com cachorros.

Fomos pedir a bola pra dona da chácara, que era uma velha dona de um mercadinho que fica logo ao lado do condomínio. Ela não deu, claro. A típica história de mulher não compreender a importância do futebol na vida de um homem. Seu funcionário queria até pegar a bola pra gente, mas ela não deixou.

Então nosso corajoso morador da Baraúna pulou o muro e o alambrado e passou pela cerca elétrica, mas não sem antes levar um choque. Ficamos tensos. Era nosso amigo que poderia ter virado churrasquinho. Mas ele logo estava de volta com a bola nas mãos (com a bola na mão é onda, ê baiano MENTE POLUIDA DA POHA).

Depois reiniciamos o baba. Tudo corria bem, estávamos mortos em campo, o sol estava de lascar, quando nosso vilão Ramón chuta a bola....e....A BOLA ESTOURA! O CARALHO DA BOLA EXPLODIO!

Pronto. Então estava tudo beleza agora, sem bola, mas beleza. Fomos pra casa então. E todos nós ficamos com as pohas das pernas doendo uma semana quase, por falta de condicionamento físico. Algumas pessoas nem foram na segunda pro colégio. Eu mesmo fui me arrastando.

Na semana seguinte ganhamos uma bola num bingo que ouve no colégio, ó que sorte. E ao mesmo tempo ó que azar. Usamos a bola na semana, e ela abriu. Quando levamos pro colégio para decidir o que fazer. Começaram a jogar no corredor do nosso modulo, após a aula de Felix, e chutaram-na numa janela, que veio e se espatifar e vidro voar para todos os lados. A bola foi jogada no terreno ao lado do colégio, por cima do muro, pra esconder as evidencias do acontecido. (em minha opinião um ato precipitado)

Juntamos uma graninha e compramos outra bola (uma de handebol pensando que era de futsal), ela foi usada essa semana e parece agüentar mais uma, mas não passará disso.
Então é só.

Aprendemos com esse texto que futebol é imprescindível na vida de um homem, tanto quanto mulheres e carros.
Aprendemos também que se você não tem um carro, você pode substituir a palavra por alguma outra enquanto não o compra.

Lan House



É... O tempo passa e eu faço menos coisas. No fundo eu achava que a ação cronológica era diferente. Mas fazer o que, né?

Estou sem internet de novo, pois estou trocando de plano. Tentando achar um melhor e com um preço razoável .

“Lan House”
Por: Junior Nodachi

23 de agosto de 2010. Pulei algumas aventuras para escrever essa, pois vejo necessário passar para todos essa sublime experiência.

Eram umas 19:00 horas, estava eu voltando do colégio pelo mesmo caminho de costume. Depois de alguns minutos de conversa na porta do J.J, me despedir de todos e segui meu caminho. Eu estava acompanhado por um famoso índio e uma guria chamado Mikamika, (o nome dele de verdade é chato de falar e escrever), logo ela se foi também.

Eu e o índio afro descendente estávamos perto do ponto sagrado e universal para encontros, o J.B.V, quando vimos uma porta se abrir. La ficava uma Lan House.

Lan House é um lugar onde você paga certa quantia por um determinado tempo para usufruir de um computador com internet. (isso na teoria claro, pois na pratica...)

Vimos àquela porta se abrir, raios de luzes fluorescentes se jogavam para fora como uma cascata numa floresta escura. Logo uma linda jovem apareceu. Ela tinha lindos longos cabelos loiros, uma face meio corada, bem diferente de uma palidez morta e sombria. Também era dona de um fabuloso sorriso, um atrativo perfeito para todas as pessoas que ali fossem deixar seu dinheiro em troca dos computadores.

Ela nos recebeu, mandou-nos entrar. Percebi no primeiro passar de olhos que ali estavam dois garotos. Eram jovens franzinos e pequenos que adotavam um olhar assassinamente malévolo diante do monitor enquanto jogavam Counter Strick. Eles também gritam um para o outro, algumas palavra, que pra mim não tinha compreensão alguma. Deveras ser do jogo, logo pensei, mas pensei um pouco mais. Como podes ser do jogo se tenho esse jogo e nunca gritei nada. (mistérios da vida)

Voltei meus olhos agora para maquina que eu ia escolher para ficar. Não era fácil como parecia, eram todas iguais, sem um mero atrativo pra me fascinar. Então escolhi a que estava mais próxima.

Ela era branca e grande, estava ligada, e apresentava como plano de fundo uma foto das “letrinhas” do Matrix, o que me deixo mais à-vontade na situação, pois já usei bastante esse plano de fundo.

A jovem que nos recebeu na porta logo disse quando a pedir para botar meia hora. (queria ver meus e-mails e ver o e-mail da sala, onde o professor Marcelo de historia tinha deixado uma lista com tópicos para estudo). Você tem que fazer cadastro. Por incrível que pareça sua voz era serena e calma, num tom leve e bonito, pesei com meus botões. Que jogo de publicidade do (caralho) ta rolando aqui.

Existiam outras Lan House como aquela, mas nem todas vinham acompanhadas de tal atendente que fazia o público ser inteiramente masculino por sinal. (pra toda essa coisa de menina bonita, gentil, em uma lan house, só podia ser uma lan housesinha fuleira tentando ganhar destaque entre outras milhões de lan houses. Mas a vida é assim mesmo. )

Logo pensei num nome pra fazer meu cadastro, tinha vários, usei o que uso em tudo, pois acho que já é meu nome mesmo. Ela escreveu errado (eu fiquei puto, ninguém tem cultura espadachim nessa poha de cidade não é?), soletrei então, N-O-D-A-C-H-I, ela acompanhou atentamente e repetiu em seu teclado.(pelo menos não o modificou como certas pessoas, nem o deixou feio e engraçado pra quem fala). Depois mandou que eu digitasse uma senha. Pensei na mais óbvia, 123, mas ela falou que o sistema não aceitava códigos repetidos.

Ah o sistema, sempre o sistema conspirando contra códigos e senhas fáceis, mas tudo bem, eu já estava ali. Escrevi então minha própria senha, que uso em meu dia-a-dia digital (**************), e falou que estava ok. Eu me sentei novamente diante da maquina mais próxima.

Eu digitei meu nome e meu código, mas não entrava, então digitei de novo, e de novo, e de novo, e varias outras vezes, até que eu disse que não estava pegando. Ela veio em seguida e digitou também, falou que deveria ser algum problema no nome ou no código (ela era gênio viu, eu nem tinha pensado nisso¬¬), ela logo tratou de mudar o código. Eu a mandei por qualquer um, pois já não estava me importando com a situação.

Ela fez um novo código, utilizou o próprio nome, mas não pegou... Então ela o mudou para as letras N-A, mas não pegou também, mudou depois para N-H e desta vez por algum milagre de Thor a senha funcionou.

Estava lá, eu, diante de uma área de trabalho com duas carreirinhas de ícones, o que não me dava muitas opções, mas já tinha um objetivo em mente. Olhei, olhei e olhei, mas não encontrei o Chrome, olhei mais atenciosamente e também não vi o Mozilla (kiubi), então me vi com a seta em cima do ícone do Internet Explorer, (nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooooooo), ninguém merece essa ’’ merda’’. Mas não tive escolha. O Google se abriu magicamente, abri logo o e-mail e o Orkut, enquanto ambos carregavam abri meu canal (participa do meu canal ai povo fdp. Fdp, mas gosto de vcs).

O meu canal abriu primeiro, tinha uma sugestão para ver um vídeo do desce a letra novo, (Toninho zica é muito loko mano, ta ligado, ta ligado, ta ligado, ta ligado, ta ligado, ta ligado). Meu Orkut abriu, não vi as atualizações, passei logo para os recados tinha alguns, (nunca mais vou ver o Guns n roses com os mesmos olhos). Vi meus e-mail também, mas só tinha besteira.

Então pensei em postar um texto no nesse blog, mas tinha esquecido o pendriver. Voltei parar o youtube, lá vi que a galera tava falando legal do meu vídeo funk que fiz num domingo chato.

Nesse momento a lan house estava cheia, gente em todos os computadores, e gente atrás das cadeiras onde tinha gente usando os computadores. Todavia estava normal para uma lan house. Os gritos continuavam, estavam uns seis ou sete garotos jogando C.S.

Quando penso que tudo estava acabando, a internet cai (ó que merda), eu não tinha fechado meu canal, meu painel de blogs e nem meu Orkut, eu perguntei a jovem atendente se a tal internet tinha mesmo caído. E ela confirmou com um balançar de cabeça e um leve sorriso.

Faltavam dez minutos e eu estava atualizando e abrindo o Explorer pra ver se reiniciava alguma coisa, mas nada como sempre. Voltei meu olhar então para o computador do índio (falamos pouco no índio hoje . É pq ela tava comportada por causa da guria atendente)

O índio estava parado na sua pagina de recados tentando responder alguns recados de agradecimento pelo seu aniversario. (a propósito, comemoramos o aniversario de 18 anos do índio. Quer dizer, ele comemorou com agente. Juntamos uma grana e fomos tomar um álcool numa plena quarta feira. Com agente estava Philippe Meirelles, Felipe Martins, Álvinho Leão, Fabio Leônidas, Isaque índio, Mikalannymika e eu). Mas sobre o aniversario dele eu escrevo depois.

A internet no computador que o índio estava usando aparentemente também tinha caído. Então começamos a conversar. Ele me mostrou algumas fotos de amigos, (nos quadradinhos que ficam no lado direito), e começou a falar deles.

Momentos depois, a net ainda estava com mania de queda livre. Então mas um usuário de lan house entra no recinto. Ele seria só mais em meio a multidão se não fosse pelo seu perfume. (Rapazzzzzzzz que poha era aquela? Deixo bem claro que não tenho chiadas com perfumes nem boilolagens do tipo, mas NÃO PRECISA DERRAMAR A POHA DO VAZO TODO NO CORPO, CARARALHO!!! Algumas pessoas precisam de oxigênio. Então se for a uma lan houses um desodorante já ta legal. Culpa do atendente, aposto).

Depois desse fato comentado por todos no local, meu tempo acabou. Já era horas mesmo. Levantei-me, ajeitei meu casaco, e esperei o índio desistir daqueles recados não enviados. Ele estava morto de preocupação porque deixou o Orkut aberto, e que alguém poderia pegar e “fuder” com tudo.

O meu também tinha ficado aberto. Mas ninguém vê lado dos pretos, né? A atendente disse que reiniciaria a maquina e que era pra ele ficar despreocupado. Logo pensei ( E O MEU SUA POHA SEM CULTURA ESPADACHIM?!). Mas tudo bem, ninguém vê lado dos pretos, né?

Estávamos saindo quando um gurizinho tava mandando os outros entrarem na sala dele de C.S.

(Dialogo)

- oh vei, vamo pra minha fase
- qual?
- essa aqui. A senha é a bebida que agente bebe lá no bar da dona carai de dentro (não lembro o nome da velha não)
- Água! A única coisa que nós bebemos é água.
-Poha! num sei quem, fala baixo essas coisas.

O dialogo pode ter saído maio ruim, mas tanto eu quanto a lan house toda rimos muito, acho que foi da maneira que ele falou e com as caras e bocas feitas também.
Logos após isso eu fui embora.


Aprendemos com essa história, que meu nome deve ser difícil mesmo, então podem me chamar de qualquer um dos outros mesmo.

Aprendemos também que lan houses são coisas do capeta pra gente sem internet (vão ler um livros seus viciados em C.S.), que no bar da dona carai de dentro os guris tomam água e só.

Ah, caso alguém tiver roubado meu canal, meus blogs e meu Orkut, saibam que eu já joguei RPG o suficiente para tirar 3 ou 1 no dado e acabar com suas vidas.“Meu nome não é Nodachi à toa não meus brothers”

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Parentes safados!


(fiz rapidão pq tou na lan. Desculpa os erros)

Assuntos variados.
“Domingo”

Por: Junior Nodachi
Vocês já assistiram Titanic? Eu sempre quis saber por que aquela mulher não dividiu o guarda-roupa com o Leonardo de Caprio (devo ter escrito o nome dele errado). Pow o que custava eles revezarem? Tipo, não dava pra achar outro “troço” pra ficar em cima?

Sim, saindo assunto Titanic, vamos aos assuntos variados. Hoje não vai ser uma aventura, por que não estou a fim de escrever, pois ficaria muito grande e eu to com preguiça. (assuntos variados são mais rápidos)

Assunto 01: Parentes

Parentes, pelo dicionário Aurélio: pa.ren.te
Substantivo de dois gêneros.
Pessoa que, em relação a outra(s), pertence à mesma família, quer pelo sangue, quer por casamento.

Parentes, por Junior Nodachi: Ca.pe.ta
Substantivo enchedor de saco.
Pessoas (fdps) que por algum motivo do além nasceram próximas a você e pertencem a sua família, pelo sangue ou por algum pacto com demônio.

É serio, não há nada pior do que um bom parente. (parente bom é parente distante)

Por incrível que pareça, eu tenho parentes (ou capetas), tios, tias, avós, primos e outras baitolagens que definem uma família grande e feliz. E posso afirmar com grande categoria que (ODEIO) eles. :D

Todo ser humano que tem parentes vivos (sorte de quem não tem), já teve que enfrentar o famoso domingo. Sim, o domingo. Maior símbolo de reunião familiar já inventado, aonde todos vão para casa de uma (vitima) e passam lá o dia.
Obs: Se você é uma pessoa toda apegada à família, cheia de não me toques, ama seus primos de 32º grau e seus tios primos avós do 14º grau por parte de seu pai, vá ler outra coisa, e deixe isso pra quem ta (mijando) pro seus parentes. Obrigado, à direção.

(Essa história foi baseada em fatos reais )

O domingo começa com você acordando as 08:00 da manhã, aquela cara de sono, baba seca no canto da boca e um olhar turvado, você levanta meio que cambaleando, toma uma banho demorado, depois um cafezinho. Liga a TV e vê que esta passando a corrida de formula 1 ou algum jogo de vôlei de praia.

Estão todos com a mesma cara, a cara do domingo. Um levanta e desliga a televisão, começam a se olhar e finalmente um tem a grande idéia. Vamos a casa daquele parente? Oh, grande e poderosa pergunta que define a vida de vários outros seres. E eles concordam em ir.

É normalmente um percurso rápido, ou eles não teriam cogitado essa possibilidade. Entram no carro, cada um em seu banco, ainda com o olhar de domingo, se olham e partem. No percurso um fica a olhar o meio fio da estrada que normalmente é pintado de branco de metro a metro, e fica. Pedaço branco, pedaço preto, pedaço branco, pedaço preto, pedaço branco, pedaço preto, pedaço branco, pedaço preto, pedaço branco, pedaço preto, e assim até o destino.

Chegando à casa da vitima, é espremida toda aquela cordialidade entre os ditos “parentes”
- Ah minha sogra como é bom vela, você parece mais nova...
- Meu netinho, como você cresceu. Ta tomando fermento meu filho?
- O traste do seu marido ainda ta o sínico de sempre.

Depois de toda essa babação de ovo (típico final de um episodio da grande família) , tudo se acerta. Sentam no sofá, conversam sobre a vida, ligam a televisão (que ainda esta passando a corrida. Ou o compacto da corrida), e continuam.

Os irmãos se juntam pra falar mal de alguma coisa se forem mulheres e para beber com os visinhos se forem homens. Os filhos se juntam com os primos (pra fazer orgia), para brincar , aprontar e outra coisas de primos. Até que um cai de cima do telhado quando tentava pegar uma bola de vôlei, se machuca, abri um rombo na cabeça e começa o escândalo.

Depois de acudido pela mãe, por que o pai já esta em “água” , abri uma enorme sorriso e volta brincar. O pai continua a bebedeira falando: meu filho é macho. Um cortizinho desses num da nem pro melo.
Então finalmente é meio dia. Hora sagrada para toda grande família unida. Unida como o arroz que esta na mesa, ou seu pai com a cunhada.

Todos se sentam, ainda com o sorriso domiguês estampado na cara, comem, comem, comem. Sua avó sempre dizendo: come mais meu filho, você ta magro, num tem se alimentado direito. E se segui o fala-fala até alguém falar alguma coisa desagradável e todos se calarem.

Logos após o almoço seguiu-se o sono. Ó sono, momento mágico e libertador, (mas lembre-se, que você TEM VISITAS). Agora estão todos sentados no sofá, assistindo o filme que já repetiu umas 4548465454848 de vezes. As mulheres estão conversando enquanto lavam os pratos e arrumam a mesa. As crianças estão em um quarto, fazendo barulho e dando risadas (mais uma orgia. “pliminha vamo blincar de medico. Aqui dói?
E aqui? Ou aqui? Hahahah aqui fez cócegas né?). Mas nada que preocupe seus pais, pois eles já fizeram isso tudo alguns anos atrás .

Nossa. O que seria do domingo sem o Faustão? Eu às vezes me pergunto, e se o Faustão morrer? O que será do meu domingo? Terei que assistir Gugu?
Todos assistem sem reclamar, ouvindo as grosserias do sele apresentador e vendo as mesmas piadas da semana passada, o meus gordo caindo nas vídeos cacetadas. E você esta lá, rindo firme e forte.

Contudo ele acaba, e começa (a guerra) o momento másculo, o momento em que o homem espera desde a quarta feira, o momento de sacanear alguém na segunda. Não importa se não é seu time. Você pode ser Vasco ou Flamengo e esta passando 15 de Piracicaba contra Tiburama do Amapá, mas você vai estar lá, torcendo como se fosse a ultima coisa do mundo a se fazer. ( Na Inglaterra um pesquisa foi feita pra saber se os homens preferiam ver uma partida de futebol ou fazer sexo com suas mulheres. E adivinha quem ganhou? Quem disse futebol, ganhou!)

Mas estamos no Brasil, o país do futebol e não o país das mulheres (ficou estranho isso. “Eu particularmente prefiro a mulher. Mas não tenho preconceito de quem prefira a partida de tão nobre esporte”.)

A partida começa. As mulheres saem da sala e vão para o quintal falar mal de alguma coisa. As crianças estão quietas (estranho...), mas é normal depois de tanta (orgia) brincadeira que estejam cansadas e tenham pego no sono.

Os homens gritam. Gritam como guerreiros num campo de batalha, é cada : HÓOOOOO!!!, UHHHH!!, EÊeee!!!, filho da p #@@#!!!, GOLLLL!!!.

Mas o jogo acaba. Os homens voltam a ficar sérios, o Faustão volta pra infernizar (com a dança dos caralhos), as mulheres votam a ter a cara de domingo, as crianças voltam a ficar no sofá, dizendo: eu quero ir pra casa. Eu quero jogar vídeo game, eu quero vê o justin biber no youtube. Nesse momento o pai da uma palmada na criança que começa chorar desesperada. A mulher vem logo atrá: por que você fez isso seu cavalo? E ele responde: to educando mulher, to educando.

O clima pesa, a situação fica vergonhosa, não pela briga, mas sim pelo domingo em se. Até que uma família decide ir em borá. As outras se vão logo depois. Até você se ver sozinho em sua casa, ou a caminho de sua.

Você chega em casa, tomam banho (alguns), as crianças vão dormi, o homem fica vendo o Fantástico e a mulher lembra da piada infeliz do Faustão: iae amor o fantástico vai entra no ar hoje? Ele olha com cara de domingo negro e diz: hoje não mulher. E vai para o quarto quando Tadeu Shimite aparece. Ela o segue falando : foi o que, você não gosta mais de mim? Já sei você ta me traindo. Vi como você olhou pra minha irmã. Ele interrompe dizendo: Né isso não poha. E vira pra o lado e fingi dormir.

Ela continua a falar, mas ele já não entende uma palavra. Ela acaba dormindo para começar uma ótima semana.
(Relatos tirados de dois diários de um domingo bem parecido como o dito acima).

Diário dela:

No domingo a noite ele estava estranho. Saímos e fomos até um bar para tomar uma cerveja.

A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais íntimo.
Fomos a um restaurante e ele ainda agindo de modo estranho. Perguntei o que era, e ele disse que nada, que não era eu. Mas não fiquei muito convencida. No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e de toda sua importância.
Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros. Finalmente chegamos em casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar!
Por isso tentei fazê-lo falar, mas sem me dar muita bola ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nos.
Por fim, embora relutante, disse que ia me deitar. Mais ou menos 10 minutos ele veio se deitar também e, para minha surpresa correspondeu aos meus avanços, fizemos amor. Mas depois ele ainda parecia muito distraído e adormeceu.
Comecei a chorar, chorei ate adormecer. Já não sei o que fazer. Tenho quase certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.

Diário dele:

O meu time perdeu. Fiquei chateado a noite toda. Pelo menos dei umazinha.
Mas ainda tô chateado… Time de bosta!
Fim.

Medo



Eu acho que tenho medo. Medo de ter medo, medo do medo me dominar, me amedrontar, me assustar. Talvez seja bom ter medo do medo, ou achar bom ter medo do medo não passa de medo do medo. No final das contas tudo é medo, medo de admitir ter medo do medo, medo das escolhas, medo do tempo, medo dos medrosos.
Medo, medo, medo, medo, ora o medo. Coisa assustadora, temerosa que toma sua coragem de tal forma que não tenho denominações no momento, talvez tenha, mas o medo de telas me da medo.
Olhe medo, preste bem atenção numa coisa. Nós não temos medo do medo. Nós não somos impotentes perante a você, não somos tão fracos. Até uma rosa tem espinhos para se defender, até as rosas não tem medo do medo, então por que teríamos?
Isso tudo é mentira! Uma mentira deslavada. Nós somos poderosos, lindos e extraordinários. Então como podemos ter medo? É certo que não temos espinhos, isso é fato. Mas temos a realidade a nosso lado, nós fizemos você. Em nós podemos lhe destruir.
Não há razão para não sabemos quem somos, ou termos medo de quem somos, ou até medo de não saber pra onde ir. Não há razão para qualquer individuo não ser forte.
Isso tudo é mentira! Mais uma mentira descarada e enganadora. Nós somos fortes, extraordinários e belos. Pois não importa o que a gente vê. E sim o que nós não vemos.
Agente não vê o medo, esta ai mais um fato. Eu não acredito em coisas que não posso ver. Mas sempre tem aqueles a dizer. E o vento? Você não vê o vento, mas ele esta lá.
É, eu sei que ele esta lá, pois quando ele sopra com força até levantar a folhas do jardim, nós o percebemos, o sentimos. Mas e o medo nisso tudo? A verdade é que eu não sei do medo como sei do vento, pois não tenho vento e tenho medo. Medo do medo de ter medo de medo que não existe, medo desse medo existir e eu descobrir que por trás dessa cara só exista medo.
Medo, medo, medo, medo, óh seu medo, eu lhe entendo. Esse é seu trabalho, esse é seu destino, seu carma. Mas por favor medo, não me procure mais, não bata em minha porta, nem tente entra pela janela.
O que e quero com isso tudo? Não sei, só sei que sei. Medo, tenha medo de você mesmo, pois o medo é o medo de ter medo, ter medo do fim, que chega como nesse texto velho.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Teoria da armadura



Oi....iae...(comecei bem)
Hoje vou falar um pouco sobre uma teoria, que foi desenvolvida por mim a um certo tempo.
(Amanhã tem prova de matemática, eu deveria estar estudando. Mas eu não quero.)
Então arriba com essa teoria.



"Os brows"
por: Juniorus Nodachi

Um brow para quem não conhece, é uma pessoa (eu acho) que normalmente aparece em algumas cidades. Eles não são só chamados de brows, são chamados também de cyborgs, malas, ladrões, paletas reta, tronbadinhas, pivetes e outros. Eles são basicamente conhecidos pelas sua roupas e suas atitudes ditas "maloqueiras".
Conhecidos ciêntificamente por: Browsios Cyborgaicos filas da putacius. São seres simbióciclonicos, misturas de carne e marcas famosas de roupas, que surgem de novos paradigmas como smolder-cyclone e a pagodeirogenética.

A teoria da armadura diz que um homem vestido com uma armadura medieval de 200 quilos de metal forjado e varias armas chamam menos atenção do um brow andando numa calçada.
Um brow não consegui passar despercebido por ninguém. Seu modo de andar, meio que caindo e arrastando sua sandália Kenner numero 36 em um pé de numero 40, fazem toda a diferença. Eles também deixam sua bermuda floral de marca caindo, o que os leva a subi-la regulamente.
Sempre sem camisa ou com camisas de cores extravagantes, e um dito "batidão" no pescoço, eles andam mostrando toda sua maledicência sedutora (assustadora isso sim) e como o mais importante complemento pra um visual brow diário esta o boné, no topo da cadeia hierárquica.
O boné tem que ser aquele bem colorido, com vários desenhos, cheio de marcas e com uma enorme, bem gigantesca aba reta. Esse sim é um brow legitimo!

Agora imagine um ser desses vindo em sua direção e falando:
- Colé de mermo veiu? tem um real ai?

É uma situação muito foda!

Agora imagine um homem vestido em armadura vindo em sua direção e falando:
- Óh, bom dia my lord, sou sir Valques de Carpartiscal, filho de Oendo de Carpartiscal da provincia de Hindgar. O sir teria como me ceder uma moeda?

Pra quem você daria dinheiro? fala serio...( EU NÃO DARIA PRA NENHUM!!!)

(Se você é brow e sabe ler, e entendeu o texto até aqui, saiba que eu odeio você. Mas por favor não me roube ou me mate).

O brow anda em bando, ou como eles falam "nois anda é de barrera", que nada mais é do que um amontoado de homens vestidos de armaduras do século XXI. Eles se aglomeram em lugares populares como praças, ruas escuras, becos, portas de colégios públicos e pontos de ônibus.
Caso você esteja num desses lugares, desprotegido, sozinho, (vc se fuuuuuu), mas sempre tenha esperança. Você pode alegar falando
- Tenho nada não vei.
Ele normalmente não vai acreditar, então dê a eles uma moeda e alegue falando que era pra o ônibus e agora vai ter que voltar de pé. Depois disso saia muito rápido dali.

*Curiosidades sobre os brow*

- Um brow sempre tem medo de outros brows
- Nem todo brow é um brow
- Se ele vim pra seu lado da calça, atravesse
- Se ele atravessar novamente, Fuuuuuu...
- Os brows tem alergia a rock
- Os brows só conhecem coisas que comecem com "P"
- Eles nunca entendem nada de nada
- Eles não são engraçados
- Eles se acham fodões
- Eles se dizem maloqueiros pra pegar mulher
- Se você gosta de uma mulher que já gostou de um brow, se fuuuu...
- se você gosta de um brow , se fuuu²...
- Um brow legitimo não usa roupas falsas
- Um brow paga 300 reis num boné
- Os brows falam outra língua, o browes


Essa foram algumas pequenas e ínfimas curiosidades sobre os brows.
Se seu filho vim a se tornar um brow, lembre-se de que cancanção não esta na nova lei da palmada.

*dialogo entre dois brows*

- Colé de mermo?
- iae viado?
- ta com o baguiu ai?
- relaxi na bica mó fio
- ki nada veiu
- num disse que ia trazer a parada?
- hum... mas é da colé?
- é meio noiada a parada
- oxi nada não, só zuera veiu, ta ligado?
- é....vai ta cheiu da piriguetes lá
- mó doidera
- vamo trassar a as minas
- sim, mas cadê a mutreta?
- ta aqui
- pow...ó da colé
- largue de onde que ta de boa
- é de boa ta
- agora vamo pegar o buzu e desser logo pra festa do P
- de boa
- é, de boa vida loka

*Tradução*

- Como vai meu amigo?
- vou bem, obrigado
- esta com a encomenda ai?
- calma meu amigo
- tudo bem
- eu já tinha dito que iria trazer
- certo...de que tipo é?
- é meio ruinzinha
- Não tem nada não, é só pra nos divertir mesmo, entende?
- entendo, e vai estar cheio de garotas lá
- bem legal
- vamos conhece-las
- sim, mas onde estar a encomenda
- esta aqui
- Olha de que tipo é?
- não se preocupe que ela é boa
- ta certo enão
- agora vamos pegar a condução pra irmos pra festa
- certo
- é, ok, Uhul diversão!

Você, pessoa deprimida, afastada do mundo, excluída da sociedade, não vire um brow, por mim, por sua mãe, pelos bonés caros que você vai ter que roubar e pelas horas de rolé de bicicleta no sol sem camisa, não vire um brow.

* 5 maneira de assustar um brow"

- (gritar) Óh os zomes vei!
- Você tá ligado que minha barreira é a do George né? (george pode ser substituído por: barauna, queimadinha e outras bairros de nome imponente)
- (puxando uma arma) vou lhe meter bala!
- Leva-lo para o meio de 500 roqueiros
- Bota-lo na frente de outro brow, mas fodão que ele

Essa foi a teoria da armadura. Caso você queira passar despercebido vista um armadura medieval ou outra coisa do tipo.
Obs: Um brow pode ser avistado a incríveis 750 menos a olho nú, se estiver em bando poder avistado a em media de 1500 metros.