domingo, 31 de outubro de 2010

Reflexões, Poemas etc.



"Não devia existir humanos."
por: Jonathanot(soneca)
http://jonathanot.tumblr.com/




Seres humanos são criaturas que por genética são sociáveis, ou seja, temos todos os nossos hormônios e substancias químicas voltados para não somente a reprodução mas para o pós reprodução. família, amigos, casamento , filhos, tudo isso é somente parte de nossa genética que nos diz para sobrevivermos a extinção. Mas qual Extinção? Hoje em dia apesar de todo os problemas sociais nós estamos muito bem, obrigado ! Aliás já passamos a muito tempo do estágio de sobrevivência e até do de acomodação. Estamos no estágio de pragas. Querendo ou não os recursos para manter um ser humano vivo e super sedentário, como a maiorias das sociedades, não são suficientes. Tem mais gente no planeta do que ele suporta. A questão é: Devemos ter menos conforto em nossas vidas, tirar alguns luxos que preenche nossas existências e ainda alimentar mais esse sistema que irá gerá mais pragas? Ou promover a destruição em massa das pessoas? Eu prefiro o segundo. Quero viver a minha miserável vida com meus luxos superficiais. Não me importo com quem vai vim nas próximas gerações, não os conheço e não tenho minha genética enchendo o meu saco com sentimentos e altruísmo por eles. Não irei sacrificar uma milésimo do que posso ter, para que nasça mais uma geração de pragas insaciáveis, como eu. O ser humano precisa voltar para o estado de sobrevivência, via aquecimento global, pois a sua unica razão de existir é sobreviver.

Aliás esses vínculos são pura droga natural, querendo ou não temos que aceitar que nascemos para fazer amizades, ter família, ou qualquer tipo de relação. Por mais misantropo e antissocial que eu você seja, ficar sem essa droga o fará ter a pior crise de abstinência, ficar sozinho apesar de poder ser uma opção é sempre a pior escolha, não da para se desintoxicar dos sentimentos vinculados a sobrevivência humana. Ou você usa a droga, faz laços. Ou fica sozinho para sempre sofrendo suas crises de abstinência, mas claro quem, como eu , decide por ficar sozinho está tomando uma decisão por não conseguir lidar com as consequências e exigências de moldar a sua personalidade para conseguir fazer vínculos. Eu realmente não consigo me relacionar com as pessoas, eu as perco com o tempo, e, na maioria das vezes, nunca chegamos a ter um certa intimidade. Eu não consigo me adaptar ao quer a sociedade quer. Está ditadura da maioria democracia que apesar de ser a melhor forma que o ser humano encontrou para resolver seu problemas, não é, de longe, a mais justa com todos. O mundo não é justo. Quem não encontra em sua personalidade algo que neste sistema se sinta bem, tem que sofrer por não conseguir ou criar um personagens no qual vai se adaptar a isso, mesmo que por dentro não se sinta satisfeito com a situação. Pessoas não mudam por vontade própria. Só mudam quando seus gostos mudam, quando sua personalidade muda. Querendo ou não, ser o que você, por dentro, não gosta de ser, traz irritação e logo depois uma mudança externa que chamamos de “se revelar” ou “cair a mascara”. Existem grandes atores, eu sou um deles, mas para que ter todo esse trabalho de ser o que você não é, se não te faz bem? Por um momento você pode até gostar, se divertir, sentir-se superior, mas com o tempo essas conquistas não vão ser tão atrativas quanto foram de inicio. Ainda prefiro ser um arrogante, egoísta, chato, solitário e perde um pouco do meu ceticismo para pensar que um dia irei encontra alguém, mesmo que não seja romance, que me entenda e me suporte; do que ficar me adaptando e por consequência encontrar alguém que goste, mas, que está goste de meu personagem e não eu. O pior seria sentir inveja e ter ciúmes de si mesmo. Entre sofrer e sofrer, prefiro tentar ver o que a solidão me traz de bom, alimentando uma ilusão de que sozinho estou melhor. Eu, ainda, me suporto e me entendo. Apesar de sonhar em usar a droga natural dos laços afetivos, para preencher meu vazio existencial. Eu não devia existir. Humanos não deviam existir.

Por: Jonathanot, viva o rock

- Jonathan (eu)

sábado, 30 de outubro de 2010

Um tour por Feira de Santana (parte 01)



(obs: continuo sem o office, então depois passo a limpo)

"Os brodis baianos tour"
por Junior Nodachi

Feira de Santana

Todos ficam impressionados com o poder das capitais sobre os povos, São Paulo, Rio, BH, até Salvador. Uma frase bem conhecida dos brasileiros é "cidade maravilhosa" ou até "rio 40º", que não deixam de ser músicas. Mas se eu lhes contacem quem existe uma cidades que pode ter o comercio de São Paulo, o clima de Rio, as noites de BH e a alegria de Savador, o que vocês fariam? Isso mesmo viriam correndo pra cá. Eu lhes apresento Feira de Santana tour.

Nosso tour começa pela história dessa cidade bela e calorosa. No século XVIII essa bela cidade não passava de uma grande e popular feira de troca e vendas, pois era um ponto de considerável encontro de tropeiros vindo dos cafundós do sertão. Seu primeiro nome foi derivado de uma fazendaça que se chamava Santana dos olhos D'agua, e esse nome se popularizou.
Depois da influencia de pessoas como Maria Quiteria, Rui Barbosa e outros figurões cabras da peste, se deu inicio a oficial Feira de Santana, ou como é mais conhecida, princesinha do sertão. A cidade ostenta o titulo de lugar onde menos venta no Brasil, Nessa exuberante cidade não acontece uma rajada de vento acima de 10km/h desde 1450 onde foi computado um vendaval que levantou saias e derrubou lençóis do varal.
Feira de Santana também é recordista em sensação térmica, onde foi constatado a equivalencia de 542ºc na sombra. Toda essa "calosidade" feirense fez com que seu comercio se desenvolvesse de forma avassaladora tornando-se a capital do DVD pirata, superando até o próprio Paraguai no quesito pirataria de filmes.

Depois dessa passada pela historia feirense, o tour continua com os pontos turísticos da cidade maravilhosa. Um dos mais visitados pontos é o famoso Feiraguai, onde pode-se encontrar de tudo um pouco, os locias até dizem que se não tem no Feiraguai não existe. É basicamente um conglomerado de materiais vindo do Paraguai da China, para serem vendidos como altamente tecnogicas, a exemplo do meu celular.

Um outro ponto que faz a alegria dos turistas é o nosso belo e espaçoso galpão, ou eterno Iguatemi, chamado hoje de Bulevard. Um espaço amplo, com varias galerias, lojas, praça de alimentação e um majestoso cinema. Nesse local você também encontra pessoas de varias tribos convivendo em harmonia. pagodeiros, emos, jovens dançarinos de "se is trepe", marginais, patricinhas, pobres que se acham ricos e ricos que se acham mais ricos ainda.

Outros pontos turísticos de Feira de Santana são suas farmácias, onde você encontra qualquer tipo de remédio, remédios piratas, proibidos, ilegais, legais, baratos e caros. Um outro estabelecimento bastante conhecido são os mini casinos, onde a sempre duas opções, o bom e velho jogo do bicho, ou os caça niqueis. Uma diversão para pessoas de qualquer idade, uma diversão lucrativa para família inteira.

Para encerrar os pontos turísticos temos o mais notavel e antigo recanto nordestino, o bar. Os bares de FÊRA Di Çantana tem um parrrticularidade que dexa os zotros pra trais, o teoooor de álcool, gasolina e eter são os mais elevados da Bahia, fazeeeeeennndo a pessoa com umm simmples gole ficar muio doido.

" É comum ouvir jovens combinando para ir em festas e garantindo que a quantidade de cerveja vai ser boa, frases como "Vai ser de fuder! 10 grade!" ou ainda "Vô sair de lá arrastado!" são comuns nos diálogos dos playboys que curtem "comer água". Na prática, um cidadão feirense só está satisfeito quando vomita, cai e é levado pra casa pelos amigos. Seguem no outro dia comentários entre os amigos: "Ontem eu botei pa rombá! Eu e mais 4 brodi tomamu 3 grade sozinho! Cheguei em casa lôco".
Típico cidadão feirense em momento de lazer
Pela definição do vocabulário local feirense, tem-se que:
Botar pra rombá = Beber até não conseguir mais falar direito, vomitar tudo, ir pra casa se arrastando ou dormir na casa de algum "brodi"."

Caso você esteja planejando não só vim passar ferias nesse lindo lugar baiano, e acabe querendo ficar, morrar, trabalhar, a cidade lhe recebera de braços abertos. Aqui nós temos habitações, com facil acesso em barrios nobres a exemplo do George Americo, Queimadinha e outros, onde seus filhos andaram pelas ruas, e você poderar se despreoculpar, durmi de portas abertas sem ter medo de violência.

Mas se o que você procura é uma boa educação pode contar com varias faculdades, com a FAT, FCT,Fcarai de dentro, e a mais famosa e popular FTC, a Fudidos também cursam. Tem uma lenda a respeito dessa faculdade.

- Um colega meu, que atuamente também trabalha aqui na "Os brodis baianos tour" estava andando pelo centro, quando ao passar pela frente da FTC deixou cair sua identidade, desesperado e a procura de sua carteira, no dia seguinte passa na faculdade e percebe que foi aprovado em um dos cursos mais dificeis sem ao menos fazer a prova e se enconotrava na segunda colocação.


Por hoje é só. Na próxima semana nós falaremos sobre o transito, as praias, o micareta e mais pontos turisticos.
"Um passo para a liberdade é com Os brodi baiano tour"

Texto chato como eu, ou como um ônibus




"Ônibus, não!!!"
por: Junior Nodachi

( obs: da muito trabalho não ter erro de português sem Word ou coisas do tipo, então desculpas antecipadas.)

Trackk. -A porta se fechou. -Uuem,uem,uem. Você viu aquele. só não tenho contradição. A menina me conta mais, ele falou que. tshimmm. hauhahauh. Mas me conte mais. Ta em avi rapaz. Sô do pelô. traakkk. -Isak ficou la fora, também quam mandou demorar pra entrar.- Hheheheh. Não me conta o final não ,pow. Vou pegar ele hoje. Eu estou cansado. Viji, tu num disse que tinha mudado? Uem,uem,uem,uem. -Nossa, como essas mães aguentam? Como a minha me aguentou? - Vummmmm. Até parece que sou. Eu comprei do. Aiaiaia não ria de mim.

- No meu caminho tinha um ônibus, tinha um onibus no meu caminho. Eu poderia ligar, mas não liguei. Poxa, isak perdeu mesmo esse onibus? que lerdo. Mas eu não deveria entrar. Olha ela, ficou la pra esperar pelo seu, mas tinha um onibus no meu caminho, assim como tinha um pedra no caminho de Drummond de Andrade , ele sim sabia desviar da pedra. Nossa ela é incrível. Mas pra que peguei esse onibus? Poderia ter pego o outro, mas teria que perder tempo, tenho que fazer questões ainda hoje, ela sorriu uma vez, e eu vi, nisso já basta. Não, não basta.

Vummmmm. Shuihmmmmwwwww, ta de dois a. Uemmm,uemmmm,uemmm. Êta quando chegar em casa. Eu fumo, você fuma? E aquela hora que ele pegou o. têêêêêmmmrr. Hahahaha. para Sophia. -O onibus é uma sociedade decadente, assim como eu. - É o dezoito. Fala serio. Vai ter feijão? Eu gosto de feijão. Sera que vai da pra ver a novela? Traaaaaackm. Tshhii. 19934 depois tu pega e passa pra.

- Olhares perdidos, barulho incontrolável, esse é um legitimo onibus. Poderia ser pior, ou não, até de pé seria melhor, as pessoas não gostam de andar de pé, mas eu gosto , é estranho. Coitado de Jotinha, tão inútil quanto eu em uma banda, talvez eu tenha mais presença de palco, mas quem sou eu pra dizer nada, só era um mero espectador, olhando, olhando e olhando. Uma vez só uma vez eu queria fazer tudo diferente, mas tudo continuava igual, mas, mas, mas, só sei dizer isso? Por isso que me acham chato.

Uemmm,uemm,uemmuemmuemm. Cofe,cofe. Era eu, não ela. Quatro operado claro, vivo tim e oi. Hhihihihih. Vai demorar mãe? Tshimmmm. Therrrggghh. Tu viu aquele mina de cabelo roxo?. O pai dele é um miserável. Eu perdi a hora. Sem sono? eu também. hehehshshahah. Comprei mais três. Eles cresceram né? Dessa cor ta bom. Ele me ama, se eu pedir ele faz. 48 reais. Como vai sua vida?

-De alguma forma eu odeio esse onibus. Sou um pobre, dezoito anos e sem um veiculo, isso é triste, mas normal, eu acho.
-Eu não gosto de pegar na mão dos meus amigos, comprimento é pra estranhos, entretanto eu toquei, já conheço a uns oito anos, pegar na mão é quase uma ofensa.

Vuummmmmm, tchim. Jura mesmo? Tististis. É bom rapaz, to dizendo. Vou puxar um beck hoje. Meu trabalho é esse. Hhahahahahha.
- Ei, meu brodi.
- Hã? eu?
- É, me quebra um galho?
- Oi?
- quendo eu descer me dar essas paradas ai.
- Eu?
- É

Uewwmmm,uemm,uemmuemm. Ganhou? Sapatinos de cristal e as porras. tchsiiiimmm. Onibus velho da. Tá,tá,tá,tá. - O brow me pediu para ajudar descer os caixotes dele, mas esses coisas só acontecem comigo mesmo, sempre me meto em conflitos idiotas, e o pior que penso neles, as pessoas devem me achar um saco. - E o radio vai levar? Tchimmm, vummmmm. Paraê motô. hahahaha, para de rir Gloria. Cofe,cofe,cofe. Tshimnm.
- Menino me da licença por favor.
- claro.
- Ô brodi, jaga minha coisas ai.
- ...ta.
- hehehe, valeu vei.
- ok.

- Nosso, que merda foi essa? E eu achando que o povo da queimadinha era normal. Dois caras do meu lado me perguntaram por que eu ajudei. Mas por que não ajudar? sera que pelo fato dele ser um brow, maconheiro filho de uma egua, eu não poderia ajuda-lo? Merda, eu so lembro do oi. eu disse oi e ela disse oi, poderia ter falado algo, mas o que, eu sou um saco, só me importo pra mim, tento ser feliz sozinho. Quem vive só morre só. será? nada além do maldito oi, poderia levar a tarde, ou a noite, ou a semana , até o ano , será que sairia do oi? Eu não quero ficar triste, nem machucado, então só oi, e talvez um tchau.
- Oi.
- Oi.
- oi
- oi
- OI!
- Oi?
- oI.

vummmmmm! Rammmm,rummmmn. feichou as portas la de casa? Tu pegou a revista? Na virilha, Zummmmmmtrachhjjkkkkk. A baixa. I ae? Quem sabe. Jesus amado. Amanhã é dia de politica. Quero água. Esaa luz é ruim. AHhhhh. Quero ficar sentada. Lê aqui. É duro, ams tou me esfoçando.

- Finalmente cheguei, me libertarei desse grande e verde buzú. Não foi de tão perdido o dia assim, não estudei, ouvir musica japonesa, vi uma porrada de gente conhecida, meu irmão tava la também, vendendo mangá com o studio, eu acho, ele saiu logo após que eu cheguei, é não foi tão ruim.

Meu pendriver ficou em Chagas, porra. Por mais que eu rode sempre volto a ficar com ela na mente, um saco isso, não gosto disso.
Olha, um carro de recem casados. Eca, que nojento isso. Como as pessoas se casam? acho isso, é só, algo sei lá, inrresponsavel. Pode ser pelo exemplo de casamento falho que vi. Eu não me casaria com ela, nem com ninguem, isso é um saco, assim como o onibus. Apostos que ela deve achar um saco também, as duas coisas. Por que não falo logo e acabo com isso? Por que não quero acabar, 18 anos não é nada. Nada, assim como um oi.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Novo quadro daqui: você sabia? pré-sal



(quem sabe vira vídeo com outros temas quando eu tiver tempo)


Já faz um certo tempo que não posto nada, nem em vídeo ,nem em texto. Um bom assunto a ser tratado é o pré-sal, sim o pré-sal, eu sei que é um assunto serio, mas devido a politicagem que esta contaminando a sociedade brasileira, vou lhes conta a verdadeira história sobre o pré-sal.

O Serra diz que a Dilma e o lula tão dando o pré-sal, e a Dilma e o lula dizem que o Serra vai dar o pré-sal, nesse vai e vem de quem vai dar o pré-sal, fica a espera de qUAL empresa América ira receber o pré-sal.

Galera como esse assunto é novo, pode ser até utilizados em provas de vestibular e enem. vocês podem ficar seguros com as informações passadas por mim, pois sou um estudioso do pré-sal a alguns anos e afirmo que tudo escrito nesse texto não passa de verdade absoluta.

"A verdadeira história do pré-sal"
por Junior Nodachi


Hoje me peguei na aula de portuges discutindo com um colega sobre o tema da prova do enem, ele dizia que poderia ser o pré-sal, situação que achei até interessante de abordar. Isso ficou martelando na minha mente até agora quando despedir escrever sobre o pré-sal e esclarecer de uma vez por todos as duvidas da população a essa grande interrogação preta e cara.

o dito pré-sal foi feito por homens, o que alguns cientistas de meia pataca questionam, e fanáticos até falam que foi obra de Deus , ou até da Mc Donalds. Mas o que fica claro para um leigo no assunto é que o pré-sal não passa de um montão de sal. esse suposto sal se acumulou nessa área que vai do Nordeste ao Sul do Brasil.

La embaixão tem uma camada banca resultante da tentativa de quebra do recorde neandertal de maior carreira de coca já cheirada por um neandertal no mundo, seu nome era guaubababugo, mas ele faleceu no meio do percurso. saindo do pezinho da Argentina até as imediações do sul do Brasil, que ocorreu a fatídica tragédia.

Um meteoro caiu no meio da linha, a partindo, e assim desqualificando o recorde, o que deixou o neandertal puto da vida, no que gerou um transtorno bipolar fazendo ele acabar com todos os dinossauros na base da dentada.

A coca que ali ficou, passou anos, intocada, até os primórdios da era digital, onde foi atribuído a senhor Liuz Inacio Molusco da silva a descoberta de tal camada de sal. foi uma descoberta ao acaso, ele estava a procura de um jogador para seu time, bem ali próximo do Rio de Janeiro, onde já brotavam poços de coca branquinha , braquinha.

Lula Molusco cavou durante quatro anos para chegar no inicio do sal, quando a primeira prova foi feita uma maré de desanimo caio sobre a cabeça dos operados da pretrobois. O laranja de suas roupas ficaram branco, pois o sal não era salgado, e isso não valeria de nada.

A perfuração continua em busca do sal salgado, mas o que foi encontrado foi uma quantidade fodastica de coca-cola, isso mesmo, coca-cola gelada, numa certa área do nordeste também foi encontrado vestígios de pespi e tingua cola, mas não na mesma proporção.

Acredita-se que aquela coca-cola foi parar ali devido a quantidade de espectadores neandertais do recorde não quebrado guaubababugo. Os estudiosos dizem que os espectadores ficavam parados assistindo guaubababugo cheira a coca até o fétido meteoro cair, e isso os transtornarem também, pois teriam que ir pra casa ver o Sílvio Santos, o que fez ele jogarem suas latas de coca-cola no chão criando assim o pré-sal, que hoje alimenta a esperanças dos brasileiros e americanos safados e ladroes.

Evidencias mostram que o pré-sal esta sendo disputado pela Mc Donalds e por partidos brasileiros, uma declaração do ministro Patrick Estrela do partido do senhor Lula ,Molusco diz:

- O Brasil é um país de contrastes, paradoxos, metáforas, metonímicas, eufemismos e outras figuras de linguagem que ninguém conhece, pois, assim como um dalit, Lula não "compretou" o Segundo Grau. Veja o caso do pré sal: a pobre da coca-cola ainda nem saiu das profundezas da Terra, e o governo já está gastando por conta. Assim que o presidente inaugurou o pré-sal, todos os ministros saíram dali correndo direto para um shopping e detonaram no cartão de crédito corporativo!

Então a disputa segui firme e forte em uma vara de família brasileira para ver quem ficará com a guarda do jovem pré-sal, a Mc Donalds, o governo brasileiro ou os traficantes, que anunciaram de ultima hora:

- Aê...
Pré-Sal é cria da favela! Vamo tratá de deixá ele quetinho...
Pesadão! Boladão! é o bonde dos "irmão"!
E si mexê no bagulho.. tús vai pra vala, seuS péla-saco!


Aprendemos com esse texto que para os brasileiros o pré sal é algo muito importante pra caralho, e também tem dias que eu não devo escrever nada.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ronda nos bairros



“Ronda nos bairros”
Por Junior Nodahi


Feira de Santana
06 de Outubro

Estávamos patrulhando uma área considerada perigo da cidade, nós éramos do patrulha nos bairros, umas das poucas coisas uteis do governo Wagner, éramos mal remunerados, mas pelo menos tínhamos gasolinas nas viaturas.

Meu nome é Soares, oficial Josildo Soares, sou um PM. A oito anos faço parte da corporação, algo bom, pois ainda estou vivo, vivo e gordo por sinal, mas fazendo regime para não ficar fora de forma.

Eu patrulhava naquela noite com mais dois oficiais, o Sergio “coelhinho” e o sargento silva, tínhamos recebido um chamado, falando que dois elementos estavam rondando uma casa, e nos deslocamos para lá. Chagamos constatamos, constatamos não, sentamo a mão, nos dois elementos, que logo alegaram serem estudantes, pratica muito usada depois do filme tropa de elite.

Logo após a revista deles, os liberamos. Claro que com um aviso de que se voltássemos a nos encontrar não seríamos tão cordiais. Eles aparentemente entenderam o recado e foram embora, tudo estava indo bem até o momento. Coelhinho sugeriu para nós passarmos em uma praça, onde tinha uma barraca de acarajé que ele era freguês.

Paramos a viatura bem em frente a barraca, as pessoas que esperavam por seus acarajés ficaram assustadas, cumprimentamos o barraqueiro e pedimos duas acarajés, seriam três, mas o sargento Silva, como sargento que é , disse que não come em serviço, então pensamos que por nós ele poderia morrer de fome.

Cinco minutos depois, e alguma conversa jogada fora com o Sérgio Coelhinho, nossos acarajés estavam em mãos, ele não nos cobrou, mas o Sergio fez questão de pagar, já eu não fiz tanta questão, compreendida pelas pessoas que ali na file esperavam.

De barriga cheia e cara melada de vatapá, entrei na viatura, era eu que ia dirigir dessa vez, iríamos para outro ponto, não tão distante dali. O radio soava loucamente quando liguei o carro, eram chamados, mas como queria que fossem o jogo do vasco que passava hoje, mas não poderia reclamar, era meu trabalho, em uma plena quarta de jogo, mas era o bem dito trabalho.

Já eram umas 21:30 quando passamos por uma cena que nos fez parar e descer da viatura, realmente não queríamos descer, pois a viatura estava quente e aconchegante. Fomos até a calcada onde um homem deflagravas violentas bordoadas em um garoto de idade menor, nos aproximamos e perguntamos

- Algum problema ai senhor?

Ele nos olhou meio desconfiado, e foi logo se justificando, mas sem largar da gola do guri que estava quase roxo.

- estou educando seu puliça, olha, olha aqui o que essa fila da puta fez no cabelo, já num basta agente morrar num bairro violento, o infeliz ainda pinta a porra do cabelo de amarelo.

Nós logo entendemos, Sargento Silva falou baixinho

- se fosse meu filho eu tinha arrancado o cabelo com a mão.

Lidamos bem com a situação a parir daquele ponto. Falamos para o pai resolver seus problemas familiares em casa, e não na rua. Ele entendeu que esse era nosso dever e não resmungou. Falamos para ele pegar duro com o garoto, ter pulso, pois seria melhor ele educar agora do que nós num futuro.

Ele ficou agradecido, e arrastou o guri pela orelha. Quando nos demos conta tinha outros três elementos aparentemente menores do outro lado da rua. Fomos até lá para não perder a viagem e para dar um pouco mais de exemplo para essa juventude. Eles nos receberam bem até, não estavam assustados, nos responderam o boa noite e foram logo mostrando a carteira de identidade, o que nos levou a achar que eles já deviam ter sido abordados antes, o que não teria graça nenhuma para nós.

Revistamo-los também, mas não achamos nada. Voltamos então para viatura afim de ouvir o radio. Um chamado, o mais radical da noite, mas arriscado do que comer a acarajé daquele cidadão. Era um roubo, roubo a um mercadinho.

Entramos radiantes na viatura, finalmente a noite iria começar, talvez poderíamos até usar a arma se descemos sorte, Sergio ria como uns bonequinhos vermelhos que vi num comercial noite passada, um que agente passa a mão na barriga e ele começa a rir descontroladamente.

Dirigir com tudo, botei 120 km no retão, a sirene soava feito louca, silva já segurava a pistola 9mm preta de costume. Paramos na porta do mercadinho e vimos dois indivíduos saírem correndo por entre a escuridão, a mulher do caixa gritava –pega esses safados – entendemos o recado, coelhinho ficou com a mulher para ver o que tinha acontecido. Eu e silva saímos a mil na viatura para pegas os elementos.

Os elementos entram num gol branco 97 de placa jkl-4520 de traseira com adesivo do PT, eles corriam o máximo que dava com aquele carro, e nós estávamos logo atrás deles. Silva gritava –Atira, atira nesses fila da puta! – não dava para atirar, eu estava dirigindo a uns 100km por hora podia perder o controle. Silva saia com a cabeça pela janela e berrava –para seus infeliz do cão! Eu vou pegar vocês sés merda
– silva não atirava, deveras também por ser uma rua publica e movimentada, poderia
acertar algum civil.

Lembramos logo de pedir reforço, falamos no radio raio xiadento que estávamos perseguindo um carro cheio de ladrões dentro. Ouvimos uma resposta, a típica vos de pessoa apertando o nariz para falar, parecendo o darth vader com renite.

Entre a perseguição e o pedido de reforço, paramos de olhar para o carro, quando nos demos conta, agora eram dois gols brancos nos 97 com adesivos do PT. Era uma armadilha planejada, ou só conhecidencia? Não importava, estávamos putos com aquilo tudo, eu berrava – como pode duas merdas iguais agora – e nesse momento cada uma
virou em uma esquina diferente tínhamos que escolher, e escolhemos.

Perseguimos ele por alguns metros e ela parou, avia algo de errado, por que eles parariam? Desceram dois caras de dentro do gol, um estava sem camisa e o outro tinha o bigode pintado de loiro. Silva foi logo pra cima, descendo o cassetete nas costelas do elemento, quer dizer, educando o elemento.

Momentos depois descobrimos que tínhamos escolhido o gol branco ano 97 com adesivo do PT errado. Revistamos eles varias vezes, e o carro também. Tínhamos escolhido o carro errado, tínhamos perdido os elementos verdadeiros, mas tínhamos que prender alguém, alguém deveria pagar por todo aquele esforço. Foi nessa hora que sargento silva, esperto como é, se não, não seria sargento, reparou numa sacola do “g Barbosa” que ali estava.

A sacola foi revirada e transvirada, mas nada foi encontrado. Então levamos eles assim mesmo, se não tem tu, vai tu mesmos.

Ao chegar na DP e explicar tudo ao delegado Correia que estava doido para ir pra casa, provavelmente para desfrutar de sua nova esposa de 23 aninhos, um doce de mulher. Ouviu nossa história. Enfim veio a fatídica pergunta. Por que motivo vocês trouxeram os elementos errados pra qui?

Enrolamos um pouco, gaguejamos outro tanto, mas como estávamos em três, e com a experiência do sargento silva do nosso lado, falamos

- o shampoo, eles tinham um shampoo. O shampoo roubado era um Seda Liso Extremo, mas o elemento tinha cabelo crespo, algo estava muito errado, nós precisávamos agir, e agimos.

O delegado nos olhou nos olhos e balançou a cabeça com um sinal positivo – bom trabalho homens, menos marginais na rua essa noite - e foi embora. Tudo tinha se normalizado finalmente. A mulher do mercadinho não recuperou seu dinheiro, mas teve de volta um shampoo, os bandidos ficariam na cadeia, o delegado ficaria feliz, nós tínhamos cumprido nossa obrigação, e os verdadeiros elementos do gol branco ano 97 com adesivo na traseira do PT nunca existiria.

Assim terminamos mais um relatório de ronda nos bairros.

Ass: oficial Josildo Soares